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Sexo na Praia da Sununga

Eu estava no final do primeiro ano da faculdade quando fui convidado por Tereza, uma colega de sala, para passar um fim de semana com outros colegas em sua casa de praia. Eu ainda não tinha muitos amigos na faculdade e nem muita intimidade com ela, então para me enturmar melhor aceitei o convite. Fomos em cinco, eu, André, Cláudia, Mayra e a Tereza.

Viajamos numa sexta-feira à tarde e quando chegamos na casa veio a decepção, os pais de Tereza também estavam lá. Por causa disso eu e André dormimos em um quarto e as meninas em outro. Mas no dia seguinte descobri que os coroas eram muito gente boa, passavam o dia bebendo cerveja e ouvindo Led Zeppelin (aposto que curtiam também um baseado, mas isso já é especulação minha).

A casa em Ubatuba fica a 5 minutos da praia da Sununga. Para quem não conhece, essa praia fica afastada do centro de Ubatuba. Ela é bem pequena, com uns 300 m de uma ponta a outra e, na época, tinha apenas um quiosque e algumas poucas casas de veraneio.

Passamos o sábado na praia tomando cerveja, jogando futebol, nadando no mar e jogando conversa fora na areia. No começo da noite fomos dar uma volta no centro da cidade. Naquela altura eu Tereza já tínhamos percebido as nossas afinidades, mesmo gosto musical, literário etc. Havia um clima gostoso de paquera entre nós e a gente andava pela cidade de mãos dadas e até abraçados.

Já era madrugada quando voltamos para casa. Resolvemos então irmos todos para a praia da Sununga. Levamos um isopor com cerveja, vodka e refrigerantes e também um pouco de maconha, providenciada pela Mayra. O único quiosque já estava fechado e a praia estava absolutamente deserta, iluminada apenas pela luz fraca de um poste.

Dividi uma canga com a Tereza e o André ficou em outra com a Cláudia e a Mayra. Ficamos sentados, bebendo cerveja e a vodka com refrigerante. Também dividimos um baseado enquanto ríamos e jogávamos conversa fora. Tereza ficou me abraçando e demonstrando claro interesse em mim. Já André não demonstrava ter nenhum na Cláudia e nem na Mayra (apenas quando voltei para São Paulo que descobri, com outros colegas de faculdade, que André já tinha ficado com Tereza e era apaixonado por ela). Deveria passar da 1:00 hora da manhã, quando perceberam que a presença deles estava atrapalhando, então André, Cláudia e Mayra se despediram e voltaram para casa para dormir. Eu e Tereza preferimos ficar olhando as estrelas e curtindo o nosso barato.

Na época Tereza tinha 19 anos. Ela é branca, com a pele bronzeada de sol, bem baixinha, com menos de 1,60 m, ela tem traços árabes, nariz e boca grandes, e olhos castanhos com formato amendoados, cabelos castanho e cortado na altura dos ombros, bem magrinha, com seios médio, durinhos e redondinhos. Ela era muito charmosa, especialmente porque era uma pessoa muito inteligente e interessante. Naquela noite ela usava sandálias, um biquíni azul e um shorts jeans tão curtinho que deixava o final da bunda de fora.

De verdade, ficamos um tempo deitados na areia, olhando as estrelas e filosofando sobre a vida. A cabeça da Tereza estava deitada em meu braço e eu virado de lado olhando para ela numa deliciosa conversa olhos nos olhos. Uma hora o assunto acabou. Veio aquele silêncio constrangedor, mas eu não conseguia tirar os olhos daquele olhar que me sugava como as ondas do mar… Fui aproximando minha boca até que eu já estava em um beijo delicioso.

Os beijos não terminavam e timidamente coloquei minha mão sobre seu ventre e ela segurava minha cabeça. Desci a mão por suas pernas, voltei para sua bunda. Tereza não impunha nenhum limite e a minha timidez aos poucos ia embora. Passei a segurar sua bunda com força, apertar, enquanto os beijos ficavam ainda mais lascivos e já desciam pelo pescoço. Logo estava acariciando seus seios por cima do biquíni e Tereza puxava minha cabeça para que os chupasse, enquanto ela procurava meu pau duro, segurando ele por cima da bermuda.

Primeiro abaixei minha bermuda e cueca, depois tirei o shorts jeans e a calcinha da Tereza. Voltamos a nos beijar enquanto um masturbava ao outro. Tereza estava incrivelmente molhada, meus dedos corriam livres pelo seu grelinho e entrava fácil na sua bucetinha. Meu pau também estava todo melecado, a mão da Tereza escorregava por ele numa punheta deliciosa.

O meu corpo foi por cima do dela e Tereza, segurando meu pau, me guiou até eu entrar em seu corpo. Lembro que ela era muito apertadinha, mas que estávamos tão lubrificados que a penetração foi deliciosa. Não parávamos de nos olhar e nos beijar, enquanto eu comia a sua bucetinha. Claro que a gente tinha receio de ser surpreendido por alguém, por isso os gemidos eram baixinhos e discretos. Mas isso não impediu que eu colocasse ela de 4 para uma penetração mais profunda.

Não demorou e senti Tereza se contorcer todinha. Ela abaixou a cabeça e, enquanto eu senti sua buceta ficar ainda mais molhada, soltou um gemido longo e abafado. Aos poucos Tereza foi se deitando de bruços e eu, sem sair de dentro dela - não parei de comer um único segundo - continuei, por mais um tempo, metendo nela deitada até que eu tirei o pau para fora punhetei até gozar em suas coxas e na bundinha.

Ainda embriagados ficamos deitados na areia. Dividimos mais uma cerveja e acendemos outro baseado antes de voltarmos para casa. Confesso que depois daquela noite, a Tereza fisgou meu coração. Assim como o André eu fiquei encantado por ela e, em São Paulo, fiquei atrás dela querendo um namoro. Mas Tereza não era do André, não era minha, não era de ninguém. Acho que Tereza é da praia.
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