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METENDO O CU NA PITOCA DO PEDRÃO

Pedrão é meu melhor amigo e o cara mais sacana que conheço. Já tivemos algumas experiências sexuais mas a que vou contar hoje aconteceu o ano passado quando estávamos sozinhos na repúbilica onde moravam os estudantes do cursinho.rn Tomamos todas à noite depois da última prova do vestibular e fomos para casa tomar um banho e relaxar para viajarmos no dia seguinte bem cedo. Chegando na república continuamos bebendo e eu estava a mil por hora, turbinado mesmo. rn Pedrão, que era apaixonado pela minha bunda, redondinha e carnuda, me convidou para tomarmos banho juntos e fui todo animado, afinal, Pedrão tem um verdadeiro torpedo no meio das pernas.rn Durante o banho, Pedrão começou a passar a mão na minha bunda, me chamando de gostoso e de bundinha de boneca. Aquilo me deu um tesão fora do comum e como já estava muito louco, cai de boca no cacete do Pedrão que segurava minha cabeça fazendo movimentos de vai e vem que era impossível ficar com aquele mastro na boca durante muito tempo sem fazer vômito.rn Ele me pegou no colo, enfiou o dedo no meu cu fazendo movimentos circulares para ele relaxar e enfiou a cabeça da sua pistola calibre 22 que gemi gostoso. Foi me levantando e abaixando conforme entrava o cacete no meu rabo e eu gemendo feito um louco de tesão e um pouco de dor.rn Não precisava fazer força, Pedrão se incumbiu de fazer por mim e por ele, me jogava pra cima e na descida atolava o cacete no meu cu que ia até o talo. Gozou gostoso a primeira vez dando um urro de prazer que ecoou em toda a república.rn Esperei o esperma sair do cu e ele voltou com força total me colocando de quatro e sentando a vara de uma vez sá. Senti um ardor percorrendo meu ânus em cada estocada que ele dava, eu estava acostumado a levar do Pedrão, mas nunca com essa volúpia. Enterrou o cacete com vontade e mandou que eu rebolasse gostoso com a bunda empinada. Não podia nem piscar. A medida que eu parava de rebolar, ele dava tapas alternados uma vez na nádega direita, outra na esquerda e aqueles estalos debaixo do chuveiro com a bunda molhava me matava de tesão.rn Pedi que me batesse mais forte para gozar junto com ele e Pedrão não fez cerimônia, foram tantos tapas seguidos que cavalguei feito uma égua no pasto até sentir o esporro quente no cu novamente. rn Gritei alto quando gozei e ele batia cada vez mais forte deixando uma tatuagem no meu trazeiro. Uma delicia de gozada. rn Terminamos o banho e fomos para o quarto. Pedrão pediu que eu ajoelhasse em cima do seu cacete que ele queria acabar a surra que tinha começado no banheiro. Pedi clemência como um bom escravo, mas não adiantou. Disse que sua fêmea precisava apanhar todos os dias para ficar obediente. Depois de atolar os 22 centimetro no meu rabo, começou a me dar tapas com as duas mãos na bunda e eu subindo e descendo em total desespero e trincando de tesão. Gozei mais uma vez deixando Pedrão excitadissimo e a surra continuava até que ele berrou gozando até a última gota de porra dentro daquele cuzinho que ele tanto amava.rn Dia seguinte não conseguia nem sentar direito. A bunda ainda em chama pelos tapas vigorosos que tinha levado e o cu ardendo que parecia que estava sentado num brazeiro. Pedrão sabe que o cu da boneca é dele e acha que pode abusar da força. Vai com calma aí bicho que amanhã tem mais.