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NA GARAGEM DE ONIBUS

Na garagem de ônibusrnNa continuação do conto Sásia de Camilo, ao tentar descer do Ônibus, pois tinha deixado para ser ornúltimo, para evitar desconfianças, o motorista fechou a porta bem na hora que eu ia descer, e disse, se eurnnão queria continuar com a festa que estava fazendo com o meu amigo?rnPerguntei-lhe do que estava falando e ele disse que quando fez à parada e todos desceu, ele percebeurnque eu e Camilo, não havíamos descido, e que ao entrar no ônibus para pegar o martelo que ele usa pararnverificar os pneus, deparou comigo de costas para frente cavalgando o Camilo.rnEu lhe disse que tinha compromissos, e que talvez não fosse uma boa, pois como iria fazer para que eurnentrasse na garagem sem dar problemas, então ele me disse que até o meio dia fica vazio lá, pois sárnchegaria outro ônibus às 12h30min, e o limpador de carros, sá chega a 13, assim estaríamos sozinhos erncurtiríamos estas 5 horas, com muita excitação e prazer.rnAcabei concordando, pois me excitação estava a mil. me apresentei e ele assim o fez, seu nome erarnDaniel, e estava na empresa há oito anos, era magro, atlético, 1,80, um pouco mais alto que eu, e entãornme posicionei no primeiro banco e saímos, no caminho, lhe pedi para parar numa farmácia, poisrnprecisava pegar alguns apetrechos, e ele disse que tudo bem, parou numa farmácia e eu desci, e compreirncamisinhas e gel lubrificante.rnSeguimos para a garagem, e Daniel, disse para fechar todas as cortinas que assim se chegasse alguém,rnnão nos veriam e pensaria que Daniel estava dormindo.rnParamos num lugar coberto e Daniel, disse que se quisesse tomar um banho com ele tem um banheirornali do lado, então fomos e Daniel seguiu atrás de mim, e comentou.rn- Que bela bunda, acha que me dei bem, se você trepar tão bem quanto a sua bunda vou me acabar.rnVirei e sorri e disse sá depende do seu desempenho, então ele me falou pode deixar, que vou te deixarrncom as pernas bambas.rnDaniel se despiu e vi saltar um belo pau grosso, porem nem tanto comprido, mas bem grosso.rnE já bem duro entrou no chuveiro se lavou enquanto eu admirava seu pau, e seu corpo, quando foi arnminha vez Daniel, me deixou por algum instante sozinho no banho, pois disse que iria tomar umrnremédio e voltava já.rnEstava terminado o banho quando Daniel volta e entra junto comigo no Box, me abraçando e roçandornseu pau no meu que me faz ficar de pau duro na hora.rnDepois me virou contra a parede, chupou meu cú, por um bom tempo.rnDepois me virou e pediu para que chupasse seu pau, ajoelhei a seus pés, e comecei a lamber seu pau,rnnão conseguia abraçar com a mão dada a sua grossura, então lambia bastante, tentava por o que erarnpossível na boca, e chegavam a arder os cantos da boca. Chupava o que dava, e senti que seu paurninchava cada vez mais, então Daniel, com as duas mãos segurou minha cabeça e começou a foder minharnboca, que ao gozar me fez com que vazasse pelo que sobrou de canto na minha boca, foi tanta porra,rnque consegui engolir uma parte e outra caiu sobre meu e escorreu até meu pau, que usei para facilitar arnminha punheta, e gozar bastante.rnLimpamos-nos com banho rápido e Daniel, me levou ao escritário para tomar um café e conversamosrnum pouco, em seguida fomos para o ônibus, reclinamos a poltrona no meio do ônibus e comecei outrarnchupada, e seu já estava muito duro, como se fosse de ferro.rnDaniel lubrificou bem meu cú e virei para ele, pegando uma camisinha, e com a boca vesti em seu paurnaté onde foi possível, depois completei com a mão e lubrificando com bastante gel, enquanto ele com osrndedos laceava meu cú.rnPosicionei-me de quatro na poltrona e Daniel, se posicionou, encostou seu pauzão no meu cu e eurnvibrei, de tesão, senti como se uma bola de tênis estivesse encostada ali, então Daniel me pediu para mernabrir ao máximo, e ele foi fazendo uma pequena pressão, eu sentia-me cú se abrindo para aquelarnmaravilha de rola. Quando a metade da cabeça estava passando sentia uma dor enorme, e pedi a Daniel,rnque afastasse um pouco para me adaptar ao seu pau, Daniel, calmamente, afastou, e quando eu o relaxeirncom toda sua experiência, pegou pelas ancas, e tuchou a cabeça pra dentro, e foi inevitável o urro de dorrnque acabei soltando, Daniel, parou e me pediu calma, que já iria passar, minhas pernas bambearamrnmesmo, que ele percebendo acabou comentando.rn- Não falei que ia bambear, e riu.rnEu suando e ardendo acabei rindo e ele tuchou mais um pouco da sua rola, aí eu falei.rnAgora meu amor, bota o resto, mas devagar, e ele assim o fez quando senti seu saco encostar, foi ornmáximo e acabei gozando na poltrona.rnFicamos engatados por uns 19 minutos, então Daniel tirou um pouco de seu pau e disse agora, eu vourndeixar seu cú no ponto de fuder.rnIniciou um vai e vem devagar, mas cadenciado, e quando estava prestes a gozar, ele disse se gozariarndentro de mim ou na minha boca, eu lhe disse para gozar dentro.rnà medida que seu gozo se aproximava ele aumentava a velocidade, e depois diminuía, e ficou assimrnaumentava e diminuía, até que não suportando mais prolongar a foda, me disse assim.rn- Vou gozar minha putinha, vai pede porra nesse cú maravilhoso, e eu.rnVai amor enche de porra o cú da sua putinha.rn- Ah... Ah... Daniel me puxou de encontro ao seu pau e mandou bem fundo, numa gozada animal, comrnmuitos urros da parte dele e eu gemendo bastante. Sentia as golfadas como se estivesse sem camisinha,rnde tão intensas que eram.rnApás alguns instantes seu pau não amolecia, e eu comentando, fiquei sabendo que o filho da puta tinharntomado o azul, para me foder.rnEntão tirei a camisinha de seu pau e chupei todo, deixando bem limpinho, ai teve a ideia de pedir a elernpara sentar na sua poltrona de motorista, para eu sentar no seu pau, e assim peguei outra camisinha,rncoloquei em seu pau, e o lubrifiquei bem, depois dei o tubo de gel na sua mão e debrucei sobre o painel,rne Daniel, com bastantes carinhos e gel generosamente, me lubrificou.rnDaniel se posicionou como um excelente piloto que é, e me pus sobre ele de frente para ele, fuirndescendo e ele encaixou seu pau no meu cú, quando encostou, parei e disse a ele que me deixassernconduzir, pois poderia me machucar, e assim o fiz.rnFui pousando vagarosamente passando a cabeça um tranco me fez deixar seu pau entrar totalmente,rnparamos alguns instantes e depois Daniel teve a iniciativa de me beijar, enquanto começava a cavalga-rnlo. Ficamos assim por um bom tempo, depois mudei de posição ficando de costas para ele, e aí elernpassou a pilotar meu cú, com destreza, e convicção de um bom piloto.rnQuando anunciou que gozaria logo, pedi para gozar na minha boca, e sai de cima dele me posicionadornao lado do cambio do ônibus, suguei se cambio até ele gozar e encher minha boca de porra.rnDepois resolvemos tomar um banho, pois estava chegando a hora de irmos, e fomos junto ao banheiro,rnacabamos um lavando o outro e pra finalizar outro boquete, no pau dele, com mais uma boa gozada.rnArrumamos-nos e seguimos até a rodoviária, Daniel, seguiria sua viagem, e então lhe pedi seu telefonernpara que quando fosse viajar pudesse agendar, para pegar seu ônibus.rnConstantemente viajo para outros estados, e estava eu de volta a Curitiba, Ônibus quase lotado, e ornúltimo par de poltronas e duas catarinenses, sentadas em meu lugar, desfeito o engano, fiquei sozinho,rnaté o inicio da viagem, veio e se sentou comigo, um motorista, e começamos a conversar, ele disse quernseu roteiro foi cancelado por falta de passageiros, e que iria pegar um ônibus para levar para a garagem,rnconversamos muito, e acabei sabendo que ele era amigo de Daniel, o motorista com quem eu tinharnficado umas vezes, até que sem querer ele esbarrou em minha perna, e pediu desculpas, lhe respondirnque tudo bem, e que gostei.rnEntão ele já pegando firme, me convidou para acompanha-lo na descido com o ônibus, que o teríamosrntodinho sá para nás.rnChegamos à parada tradicional, e desci para passar minha bagagem para o ônibus, era umas tribos, derndois andares, e estava parado no pátio distante dos demais.rnEntramos, e ele já colocou um DVD, de sexo, e me deu uma cerveja, sentamos nas poltronas de leito, ernficamos nos saramos e assistindo o DVD.rnDepois tirou o ônibus da vista de todos, e o levou para trás do ponto.rnPuxamos todas as cortinas, e tiramos nossas roupas, eu o beijava, enquanto alisava seu pau, que estavarnmuito duro, e bem comprido, não tanto grosso, mas muito comprido.rnFui descendo e ao chegar cara a cara com seu pau, cai de boca nele, estava chupando o que cabia narnboca, e estava muito bom.rnDepois me levantei e nos beijamos enquanto nossas picas duelavam, eu estava quase gozando, quandornele pediu para ficar de quatro passou cuspe em meu rabo, e em seu pau, e ficou pincelando o meu cú.rnEstava muito bom até que começou a me penetrar, devido ao comprimento, parecia que não terminavarnde entrar nunca, já causava desconforto, mas ia firme, devagar, me beijando a nuca, e alisando meusrnmamilos, quando suas belas e nomes bolas bateram nas minhas, sentia que estava tudo dentro. Comeceirna morder seu pau com o meu cú e consegui levá-lo a loucura, pois seu pau inchou, e gozou muito, sentirnminhas tripas estufarem com a quantidade de porra depositada no meu intestino.rnDepois seguimos viajem até a garagem em Curitiba, onde já conhecia bem, e as lembranças de Daniel,rnestavam me dando muito tesão.rnMeu pau estava doendo de tanto tesão, mal entramos na garagem, e paramos no fundo. Ele voltou até arnportaria, e deu uma desculpa qualquer ao porteiro, e veio-me foder.rnFodemos por mais de duas horas, de todas as posições possíveis, gozamos varias vezes.rnAo amanhecer, pegou o ônibus, e saiu da garagem, parando perto da rodoviária, onde nos despedimos, ernprometemos nos ver outra vez.rn