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COMO CONSEGUI COMER MINHA CUNHADA E A SOGRINHA



COMO CONSEGUI COMER A CUNHADA E A SOGRINHA.





Depois do que consegui fazer, não consigo guardar essa conquista, esse trunfo, essa super aventura, sá para mim, sinto necessidade de contar a todos. Afinal, para que serve uma super conquista, se não puder contar?



Acho que todo homem normal, sente tesão por sua cunhada, ainda mais se ela for muito gostosa como a minha, do tipo que quando passa na rua todos olham. O irmão da minha esposa, ou seja, meu cunhado, deve ter ficado caído por ela, pelo seu lindo rosto e por aquele corpo maravilhoso, sensual, que desperta tesão em qualquer homem, mas eu tinha de fingir que não sentia nada.



Conheci minha esposa na firma onde eu trabalhava, ela sem dúvida era uma das funcionárias mais linda, elegante, bundinha arrebitada que marcava seus vestidos e saias justas, com corpinho que Â…. meu Deus.. e simpática, por isso apesar de eu ser um conquistador nato, eu nem tentei conquistá-la, imaginava ser impossível uma musa daquelas, dar bola para mim. Era o tipo de garota que coseguiria casar com quem ela quisesse.



Resumindo, incrivelmente ela foi com minha cara, passamos a sair nos fins de semana, até que um dia me levou para sua casa, para conhecer sua família. Primeiro conheci seu irmão, um rapaz bonito e educado com uma esposa que parecia uma miss, tive de fazer força para não demonstrar minha admiração por ela. Fingia indiferença ao vê-la, mas quando ninguém estava por perto, eu fixava meu olhar em seu corpo escultural.



O pai da minha garota, um sujeito muito simpático, me recebeu muito bem. Quando ela me apresentou sua mãe, engoli em seco, esperava uma senhora gordinha e barrigudinha, mas apareceu uma moça com corpinho inacreditável, num vestido elegantésimo, que realçava sua cintura fina, pernas esculturais, e seios fartos, além de muito bonita. Para vocês terem uma idéia, teve uma novela chamada Caminho das Indias, onde quase no fim, apareceu uma mulher indiana, milionária que era a mãe da noiva do Barruan, esguia, porte aristocrático, corpo escultural, sempre elegante, com classe, e linda de rosto, pois era idêntica a minha futura sogra.



Minha sogra tem 47 anos e cabelos castanhos claros, 1,60 m de altura, com 48kg (segundo minha esposa, ou seja 1 Kg a mais que ela), dava para imaginar seios fartos mesmo ela estando com vestido fechado e bumbum arrebitado de causar desejo a qualquer homem. Ela adora usar vestidos que deixam a mostra as curvas de seu corpinho. Apesar da idade, ela aparentava ter bem menos, acho que devido aquele corpinho de moça.



Minha cunhada tem cabelos castanhos mais escuros, 1.65, aprox. 50kg seios de médio para grande e coxas que começam finas junto aos joelhos bem torneados e vão engrossando nos quadris, todas as três (minha esposa, minha sogra e minha cunhada) têem cabelos longos e ondulados, até abaixo dos ombros, impossível as pessoas não olhares quando esse trio anda nas ruas.



Eu adorava ir à casa dela namorar, além do prazer de vê-la, ainda com pai simpático, mãe escultural e principalmente quando o irmão dela estava lá com minha futura cunhada, sem duvida era uma família linda! Com aquela garota, até mesmo eu um inveterano opositor do casamento, sentia vontade de casar e te-la em casa sá para mim.



Com o tempo acabei casando com ela. No dia do casamento, lá estava minha sogra, com vestido longo, tomara que caia e um chale transparente nos ombros desnudos, no colo se via um par de seios que sustentava o lindo vestido. Minha cunhada, que foi a madrinha junto com meu cunhado, também com vestido longo, tomara que caia, realçando aquela cinturinha de pilão e seus seios um pouco menores que de minha sogra mas mesmo assim, de bom tamanho. Os convidados batiam muitas fotos, e eu sabia que eles estavam é batendo fotos para terem a imagem linda da minha sogra, minha cunhada, e minha esposa também, mas eu ao invés de me aborrecer, sentia orgulho disso.



Claro que minha esposa, linda com seu corpinho espetacular, seios grandes como da sua mãe, me dava muita tesão e desde a noite de núpcias, trepávamos todas noites onde eu a ensinei como chupar um pau dando prazer ao macho, eu a ensinei a engolir porra quando eu gozava na boca dela durante um 69, ensinei a dar o cuzinho coisa que no começo ela não gostava mas depois começou a sentir tesão, sempre acordava pelo menos uma vez de madrugada para mais uma trepada. Mas homem é bicho sem vergonha, apesar de ter uma mulher tesuda e linda como minha esposa, muitas vezes, eu trepava com ela, imaginando estar com minha cunhada e até mesmo minha sogra. Quem conhecia minha esposa, jamais imaginaria que um homem, ao ter uma mulher linda e sensual como ela, em seus braços, toda núa, conseguisse pensar em outra mulher. E o pior é que eu apesar de tê-la sá para mim, pensava em outras duas, e isso estava virando uma obsessão, eu tinha de bolar algo para poder comer as duas. Para mim, era como um desafio, pois sempre consegui comer as que eu queria. Fiquei pensando em várias formas de conseguir.



Nessa época, na empresa, entrou um rapaz que acabamos nos tornando grandes amigos, com quem sempre ia almoçar junto e as vezes tomavamos uma cervejinha no fim do expediente, para nos descontrair, ele era solteiro, tipo galã, ele era como eu quando solteiro, não queria saber de casamento, ele estava na fase de ficar namorando várias mulheres nas baladas noturnas até conseguir comer e contava as conquistas dele para mim. Era muito excitante ficarmos falando de mulheres, ele era mulherengo e já tinha usado quase todos artificios para conseguir as mulheres que queria, isso me inspirou a lutar para eu também conseguir comer as duas mulheres que povoavam minha imaginação, ou seja, minha sogrinha e minha cunhadinha.



Uma vez, a avá da minha esposa (mãe do meu sogro) que mora no interior de Santa Catarina, ia ser operada de um tumor. Minha sogra não se dava muito bem com ela, eu não tinha a menor vontade de rodar horas e horas para visitar uma pessoa que mal conhecia por isso inventei que tinha serviço importante na empresa naqueles dias, e minha cunhada, como ia prestar concurso publico, não podia viajar.



Ficou resolvido que iriam viajar de carro o meu sogro, meu cunhado e minha esposa, pois ela e seu irmão, quando crianças, passavam as férias, na casa dessa avá.



E ficou resolvido, que como minha casa era a maior de todas, era um sobrado, com 2 suítes de háspedes além de um outro quartinho que usávamos como segunda salinha de TV, quintal, e bem localizada para todos, ao lado da estação de metrô, minha sogra e minha cunhada dormiriam em nossa casa !



Eu não podia demonstrar, mas fiquei tão contente como se tivesse ganho sozinho na loteria, claro que eu tinha dado sugestões, para que aquela situação encaminhasse dessa forma.



Imaginem eu morando sozinho com duas mulheres lindas e desejáveis, que já inspiraram algumas trepadas com minha esposa, na minha imaginação.



Juntos eu e esse novo colega da empresa, aproveitando nossa imaginanção e nossa experiência de conquistador e as experiências desse novo amigo em papar mulheres, preparamos uma maneira de eu poder comer minha sogra e a cunhada.



Ficou combinado que ele iria entrar comigo, eu como refém dele, ele como assaltante, como se eu tivesse sido abordado ao entrar em casa, ele entraria com capuz ninja cobrindo o rosto, como se fosse assaltante, e ele me obrigaria a comer tanto minha sogra como minha cunhada, mas tinha de ser convincente, como se eu fosse obrigado, contra minha vontade, a comê-las. Eu levei e mostrei fotos das duas para ele.



Ele pegou as fotos, deu um assobio, e disse que agora entendia esse meu desejo de possuí-las, mas mulherengo como ele era, sentiu tesão imediatamente pela minha cunhada.



Ele muito esperto, disse que ele também tinha de comer a cunhadinha, senão elas iriam desconfiar! Mesmo contra minha vontade, tive de concordar que ele tinha razão.



Nenhum assaltante entra numa casa, manda um cara comer duas mulheres e vai embora sem as molestrar, isso faria as duas desconfiarem!



No dia da viagem, depois que meu sogro, minha esposa e meu cunhado foram viajar, no fim da tarde, apás serviço, voltei para casa a noite, quando sabia que as duas já estavam na casa. Fui junto com meu amigo, o “assaltante”, tudo combinado, já tínhamos comprado até um revolver de brinquedo imitação perfeita de um verdadeiro.



Chegando em casa, entrei na garagem, fechei o portão para ninguém ver, abri a sacola de compras tirei dois copinhos de água mineral e tomei um comprimido de Viagra e dei outro Viagra ao “assaltante”, eu não preciso de Viagra, mas essa noite prometia exigir muito do meu pau, então para prevenir tomei o Viagra para poder gozar várias vezes.



Depois mandei meu amigo colocar a toca ninja, recomendando para ele jamais me chamasse pelo meu nome, agir como um assaltante violento, sem gritar para não chamar atenção apesar de minha casa ser isolada. Recomendei também para ele recolher os celulares para evitar de elas chamarem a policia. Liguei para minha esposa, falei com ela, com meu sogro e meu cunhado, para evitar de eles ligarem em hora imprápria, e desejei boa noite a eles.



Entrei em casa e vi que minha sogra estava na cozinha.



Fechei a cortina da sala, entrei na cozinha com o “assaltante” encapuzado me segurando e apontando a arma, eu já com as mãos amarradas. Ele apontou a arma para minha sogra, anunciou assalto e mandou ela ficar quietinha, senão iria nos matar. Eu via medo estampado no rosto dela. Ele já estava com uma tira e amarrou as mãos dela também, e sussurrando perguntou a ela, quem mais estava na casa. Ela disse que a nora dela estava no quarto em cima.



Ele sempre falando baixinho, mandou nás irmos para cima junto com ele, em silêncio, para pegar a outra moça. Subimos a escada, ele entrou no quarto da minha cunhada que estava assistindo TV, e ficou aterrorizada ao nos ver. Ele mandou ela ficar quietinha e explicou o assalto, e que se a gente cooperasse ele nos deixaria vivos, caso contrário mataria os três, e amarrou as mãos dela também.



Ele levou todos nás para meu quarto (como tinhamos combinados), fechou a janela e a cortina, acendeu todas as lâmpadas inclusive os abat jours, que eu tinha trocado por lâmpadas mais fortes para iluminar todo quarto, e deixou bem claro que queria dinheiro para comprar droga, e se alguém tentasse fugir, ele mataria nás três. Todos nás afirmamos que iríamos cooperar.



Ele queria saber quem era quem, e minha sogra disse que eu era genro, a outra nora.



Depois ele pegou tiras de panos já preparados para isso, e amarrou forte meus olhos, me vendando, não conseguia ver mais nada, e minha cunhada e minha sogra assistiram a isso. Depois foi a vez dele vendar minha sogra e minha cunhada, elas também já não conseguiam ver nada, e ele deixou bem claro que ele iria tirar a toca ninja, e se alguém visse o rosto dele, ele mataria para não ser reconhecido.



Ele falou para mim: Â“Ó Zé Mané, mostra logo onde tem dinheiro aqui, senão te apago”. Eu falei que para eu pegar algum dinheiro, ele precisava soltar minhas mãos. Ele desamarrou avisando que se eu tentasse alguma coisa ele mataria todos nás, fui desamarrado e afrouchei a venda dos olhos e pude ver, minha sogra e minha cunhada, amarradas na cadeira, com os olhos vendados, cada uma num canto.



Depois, ele abriu sua mochila, tirou uma garrafa de caipirinha feita de pinga e vodka, com limão e bastante açúcar para disfarçar o quão forte era a bebida. Pegou dois copos da estante, encheu de caipirinha e entregou um para minha sogra, outro para minha cunhada e fingiu dar outro para mim, e obrigou nos a tomar tudo sob pena que levar um tiro se não tomasse. O açúcar disfarçava bem por isso, tanto a sogra como a cunhada, conseguiram tomar em uns 4 goles forçados pelo “assaltante”.



Comecei a abrir gavetas, dizendo olha, aqui tem esse dinheiro, aqui tem mais isso, aqui mais isso, por favor, você já tem o dinheiro, deixe nos livre que prometo que não contaremos nada à polícia. E de uma das gavetas, tirei uma filmadora que já tinha preparado, e comecei a filmar, pois nenhuma das duas conseguia ver nada e o álcool já começava a perturbar as duas.



Ele com linguajar de malandro, dizia: “tu és um cara legal mano, mais tu achava qui vô saí sá com a grana, sem comer essas putas?”



Eu fingi estar horrorizado, falei que ele já tinha dinheiro suficiente, pedi clemência para não fazer mal às mulheres, e ele em tom violento mandou me calar, disse que se eu falasse mais alguma coisa, ele me mataria.



Ele ficou ao lado da minha cunhada, acariciando seus cabelos, sua cabecinha, dando beijinhos, na orelha, no pescoço e nos lábios. Ela procurava se esquivar, então, ele falou: “escuta aqui sua puta, eu vou ti comê de quarqué jeito, si tu ficá dando uma de difícil, vai sê piá, porque eu vou te comê de quarqué jeito. Qué fazê du jeitu fácil ou tu quê dá apanhando”. Depois dessa, ela ficou quieta, deixando ele ficar passando as mãos pelo corpo e ainda dando beijinhos na face.



Como eu sabia que não dava para minha cunhada nem minha sogra verem nada por estarem vendadas, fiquei filmando ele passando as mãos nos peitos da minha cunhada, por cima da roupa, nas pernas dela, passando as mãos pelas coxas por baixo da saia.



Notei que minha sogra estava muito assustada quase chorando



Depois ele mandou minha cunhada se despir, apás livrar suas mãos das amarras, deixando bem claro que se ela tirasse a venda dos olhos e visse o rosto dele, ele mataria. Ela, com medo, jurou que não tentaria tirar a venda.



Ela estava relutante, envergonhada, mas tirou a blusa, a saia, sempre de olhos vendados e eu filmando sem ela saber, que beleza, eu vendo aquele corpo esguio sá de soutien e calcinha. Depois soltou o fecho do soutien nas costas, eu a vi, descendo as alças pelos braços, depois segurar o bojo e tirar o soutien, revelado um par de peito maiores que a média, cheinho e firme, com tamanho gostoso de pegar, apertar e chupar.



Finalmente, depois de ficar imaginando tanto tempo, consegui ver os peitos da minha cunhada com mamilos cor de rosa. Depois ela segurou as laterais da calcinha e começou a abaixar, vimos aparecer uma bundinha redondinha, firme, lisinha e pela frente um triângulo de pêlos acima da buceta. Descobri que ela depilava cuidadosamente sua bucetinha em volta dos grandes lábios, coisa que até aquele dia, somente meu cunhado sabia, agora eu também partlhava desse segredo! Ela deixava um tufo de pêlos triangular em cima do rasgo da buceta. Ela se virou, ficou de costas para mim, para tirar a calcinha, eu me abaixei para continuar filmando de baixo para cima, por trás daquela bundinha tesuda e quando ela levantou a perna para tirar a calcinha, vi no meio das pernas, o rasgo da buceta sem pêlos, com lábios bem cheinhos, lisinhos, sem nenhum pêlo, e também o anel do seu cuzinho mais escuro, que filmei com zoon. Meu pau quase estourava de tão duro.



Mentalmente, fiquei admirando o corpinho perfeito da minha cunhadinha.



Sá queria ver qual seria a reação do meu cunhado, se ele, um dia, souber que eu já vi o corpo todo da sua esposa, seus peitos com mamilos rosas, sua barriguinha sarada, onde começam os pêlos da bucetinha, sua bundinha redondinha linda que esconde o anel do cuzinho mais escuro, suas coxas longas bem torneadas, o rasgo da buceta e até as pregas do cuzinho dela, e também que eu sei que ela se depila ao redor da bucetinha deixando um tufo de pêlos em cima, e que estava tudo gravado no meu filminho e que eu assisto sempre, acho que ele nunca mais falaria comigo. Depois que ela ficou pelada, ele a segurou e a colocou sentada na cadeira de novo, claro que antes, ele passou as mãos pelos peitos e pela bundinha e o corpinho dela, agora com as mãos livres. Que beleza, minha linda e gostosa cunhada, sentada peladinha, com os peitos a mostra, e entre as suas coxas alvas, o tufo de pêlos, era uma visão linda demais, que eu filmava embevecido, minhas mãos até tremiam de tanto tesão.



Ai o cara chegou perto da minha sogra e falou: “e tu madami, qué ficá peladona numa boa ou qué levá umas coronhadas primeiro?” Ela bem baixinho, com voz tremula, disse que tirava a roupa, e ele soltou as mãos recomendando que se ela tirasse a venda dos olhos, a mataria. Eu me posicionei e passei a filmar a minha linda, elegante e deliciosa sogrinha.



Minha sogra em pé, elegantemente vestida, porte aristocrático como uma rainha, como mulher da alta sociedade, começou a tirar a roupa, vermelha de vergonha, com a cabeça baixa. Ela desabotoou os botões do vestido, depois segurando a barra, levantou para cima, para tirar pela cabeça,ela tirou o vestido ficando sá de soutien e calcinha.



Jesus, nunca imaginei que minha sogrinha tivesse um corpão desses, meu sogro era um cara de sorte, um corpo esguio, sem gordura, sem celulite, cintura fina, um par de peitão, bunda arrebitada, pernas bem torneadas, barriguinha sarada, entendi de quem minha esposa puchou.



Por cima do soutien, dava para ver um pedaço do peitão dela. O cara mandou continuar e ela vermelha de vergonha, continuando de cabeça baixa, primeiro colocou aqueles braços longos e perfeitos para trás, nas suas costas e desabotoou o soutien, abaixando as alças, deslizando as em cada braço, depois segurou a taça do soutien e tirou fora, deixando livre dois peitos grandes macios com grandes mamilos cor de rosa, que causaria muito tesão em qualquer homem. Era um peito grande e lindo, tanto eu como o “assaltante”, já estávamos de pau duro há tempo. Vi de onde que minha esposa herdou aqueles seios grandes, a diferença é que da minha esposa era mais firme, e mais duros que o da mãe dela. Depois a sogrinha pegou as laterais da calcinha e foi puxando para baixo, primeiro apareceu aquela bunda maior que a da cunhadinha, mais carnuda, mas ainda firmes, sem celulite, bunda madura, gostosa, tesuda, redondas, eu sempre filmando a bunda por trás. Pela frente, apareceram os pêlos da buceta, ela foi deslizando a calcinha pelas coxas e pernas, até tirar pelos pés, fiquei abaixado por trás, filmando de baixo para cima e ao levantar a perna para tirar totalmente a calcinha, vi por entre suas nádegas, uma buceta grande e coberta de pêlos, com um rasgo no meio daquele matagal. Ela nua, revelou uma bunda grande mas sem exagero, muito bem feita, eu imaginava que a bunda dela fosse bonita, mas nunca imaginei que ela tivesse uma bunda tão apetitosa e gostosa assim, e também uma buceta toda peluda, diferente da buceta depilada da minha cunhada. Ele a pegou e colocou sentada na cadeira mais afastada, aproveitando para passar as mãos no corpo dela, especialmente nos peitos, no canto do quarto. Eu via e filmava aqueles peitões macios, com mamilos escuros, as coxas branquinhas e os pêlos da buceta que aparecia no encontro das coxas, ela sentada elegantemente com as pernas fechadas mas deixando o tufo de pêlos a mostra.



Aí eu comecei a perceber como o corpo de minha sogra era apetitoso, ela era mais tesuda que eu tinha imaginado algumas vezes, afinal qual homem não vê uma mulher madura vaidosa, linda, sofisticada, gostosa, pensando no que ela tem por baixo do vestido?



Depois o “assaltante” mandou eu tirar minha roupa como garantia que eu não escondia nenhuma arma, foi a minha vez não teve outro jeito tive de tirar as roupas.



Era uma situação inusitada, nás três, sentados, eu vendo e filmando, dois pares de tetas e os pêlos na parte final das coxas delas. Ainda bem que minha sogra e minha cunhada não viam meu pau duro, em frente a elas, e eu estava tentando me controlar para que ele não ficasse mais duro, pois não parava de admira os corpos das duas, os peitos, os pêlos, as coxas, as bucetas, e tudo isso bem pertinho.



De repente o “assaltante” tirou sua roupa. Eu nunca o tinha visto pelado, mas quando ele tirou a cueca, saltou um pau longo, que ele pegou na mão e movimentou como se estivesse masturbando, e ficou passando as mão na minha cunhadinha, no rosto, no pescoço, nos peitos dela, dando beijinhos no rosto, o ouvido, na boca, chupando os mamilos, colocando a mão dela no seu longo pau e eu filmando tudo, tudo com calma, carinho, que acalmou minha cunhada. Eu sabia que intimamente, minha cunhada devia estar sentindo que o pau do “assaltante” era bem mais comprido que do seu maridinho.



Como minha cunhada nem sonhava que eu estava vendo e filmando, ela achava que todos estava de olhos vedados, ela segurava o pau, fazendo movimento de vai vem, o que me deixou com mais tesão. Imagine a filha da puta casada e manipulando um pauzão. Quando ele encostou a cabeça do pau nos lábios dela, eu vi que ela passava a língua na cabeça toda, até que começou a por na boca e engolir aquele pau enquanto ele massageava seus peitos. Não sei se fazia isso por medo de apanhar ou se a bebida começava fazer efeito deixando a com tesão. Ahhhh, filha da puta, chupando o pau de outro homem, eu já não sabia se ela fazia isso obedecendo ordens ou se fazia por sentir tesão, em todo caso, filmei tudo.



Que tesão de ver minha cunhada com um pau na boca, ahhh se o marido dela visse aquela cena!!!. Se eu não estivesse vendo (e filmando), iria achar que ela estivesse morrendo de medo na cadeira. Depois que ele ficou passando as mãos nos peitos, alisando as coxas e bunda, enquanto ela segurava e chupava seu pau, ele a levou para a minha cama, onde eu comia minha esposinha.



Era uma cena excitante, minha cunhada de olhos vendados, pelada, sendo puxada pelas mãos por um homem pelado, que mostrava um pau longo e duro, ele a deitou com as pernas para fora da cama.



Ele se ajoelhou no tapete segurou as pernas dela, abriu, deixando ver o rasgo da buceta para eu filmar em close, arregaçou com as mãos e colou seus lábios, começou a lamber e chupar.



Minha cunhada se arrepiava, e eu via e filmava, ela apertando os lábios tentando conter os gemidos acho que para ninguém perceber o que estava acontecendo. O álcool facilitava liberar seus instintos e ela se soltar assim, filmei seus dedos agarrando o lençol com força, não havia dúvidas do grau de excitação dela, acho que para minha sogrinha não escutar, apertava os lábios, até que não aguentando mais, passou a soltar uns gemidos abafados aaaaaahhh, aaaaaaahhhh, aaaaaiiiii, aaaaaiiiiiiiii, ela deixava escapar uns aiiii, aiiiii, aiiii com respiração cada vez mais ofegante, já abria as coxas por si sá, os mamilos estavam duros.



Ficaram fazendo isso, até que percebi ela ficar toda rígida, fechando as mãos, tentando comprimir os lábios, parando de respirar, depois se estremecer gemendo alto, primeiro gemendo ai, ai, ai, ai, depois mais longos, aaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaaiiiiiiii, já nem ligava mais se a sogra ouvisse, ela estava gozando seguidas vezes na boca dele. Eu não estava aguentando de tesão, e vi que minha sogra também contraia os músculos, vi seus mamilos ficarem duros, claro que ela estava com tesão, quem não ficaria, ainda mais depois de um copo de caipirinha ?



Depois ele foi lambendo o corpo todo dela, as coxas, a barriguinha, principalmente os peitos, pescoço, até que a colocou na posição papai mamãe, ela já ficou com aos joelhos dobrados e coxas abertas, pronta para o recebe-lo,



Ele segurou seu pau enorme e bem duro, encaixou a cabeça do pau no buraco lambuzado da buceta e foi forçando e penetrando lentamente e eu filmando aquele pau entrando centímetro a centímetro na minha cunhadinha, ele ficou entrando e saindo dentro dela por um tempão, eu filmando a bunda dele subindo e descendo para levar e tirar o pau da buceta, percebi pelos movimentos e pelos gemidos, que ela gozou mais 2 vezes durante a foda gemendo com gosto, depois da segunda gozada dela, onde ela gozou gemendo alto e estremecendo, ele a pegou pelos quadris, deixando a de 4, com a bunda para cima. Eu sempre filmando, vi quando ele enfiou o pau na buceta até o fim e tirou, depois, segurou na mão aquele pau lubrificado e encostou a cabeça do pau no cuzinho dela. Ela percebeu a intenção dele de comer seu cú e pediu para ele parar, dizendo que iria machucar, que ela não estava acostumada.



Ele perguntou: “o corno nunca comeu teu cuzinho?”



E ela disse que não, pediu para ele parar que estava doendo, mas ele não quis saber, sá mandou ela enterrar a cabeça no travesseiro para ninguém escutar os gritos. Ela mergulhou a cabeça no travesseiro deixando a bunda para cima, eu fui lá para filmar e vi a bunda aberta mostrando os lábios vaginais abertos totalmente melados e as pregas do cuzinho. Coloquei a filmadora perto, pegando a cena do pau encostando no cú, ele segurando o pau com uma mão e a bunda dela com outra, começou a empurrar.



Quando a cabeça do pau entrou, ela soltou um grito de dor, mas o travesseiro abafava os gritos dela, ele segurava a cintura dela com as duas mãos e continuava empurrando firme, vi a cabeça entrar e ele empurrando bem devagarzinho o pau cada vez mais, ela gemendo sempre com aaaiiii, para para para esta doendo, para, aiiiii, aiiii,, até que, quando vi, metade do pau já estava dentro do cú. Que tesão me deu, ao perceber que o cara tinha quebrado o cabaço do cuzinho da minha cunhada, coisa que nem o maridinho fez e eu filmei tudo.



Ela gritava cada vez menos, até que ele passou a mão por baixo e começou a massagear o grelinho, até ela começar a gemer de prazer, quando ela estava com a respiração ofegante, dando sinais de novo gozo, ele a segurou pela cintura puxando forte e com isso a metade faltante do pau entrou todo dentro do cuzinho, seus pêlos encostaram na bundinha dela.

Ela soltou um grito alto de dor, mas ao mesmo tempo começou a estremecer toda e gemer aaaaiiiiii, aaaaaiiiiiii, aaaaiiii, percebi que ela estava gozando com o pau atolado no seu cú, ele também não aguentou e gemendo, gozou dentro daquele cuzinho que era virgem.



Ele soltava gemidos gozando dentro daquele cuzinho virgem, que estava recebendo porra pela primeira vez. O cuzinho da minha cunhada estava inaugurado, e muito bem inaugurado, ela gozando pela primeira vez pelo cú e também recebendo porra pela primeira vez lá dentro.



Coitada da minha sogrinha, é claro que mesmo sem poder ver, ela entendeu que sua nora estava sendo enrabada, ouvindo a esposa do seu filho gozando pelo cú e recebendo jatos de porra, no buraquinho onde o pau do seu filho nem conhecia ainda.



Ele se levantou, e falou: “oia sá teu cunhadinho, de pau duro sá de escutá a gente trepando”. E falou, agora eu vou sentar aqui, e quero ver tu trepando com a sogrinha, e se não trepar direito vai levar porrada. Eu verifiquei se minhas vendas estavam no lugar, para minha sogrinha não desconfiar, logicamente deixando frestas, para poder ver tudo e entreguei a filmadora para ele. Ele deixou minha cunhadinha com a buceta e o cú arrombados e cheia de porra, sentadinha na cadeira, fingiu que pegava minha mão, e me levou para junto da minha sogra.



Ele pegou minhas mãos, colocou nos peitões dela e disse: “pruveita aí Zé Mané, dá um trato na coroa e capricha porque seu num gostá, ces dois leva coronhada.” Então aproveitei e fiquei passando as mãos nos peitões dela, segurando, apertando e chupando os mamilos, beijando os ouvidos, pescoçinho.



Minha sogra, linda, com aquele corpinho de fazer inveja a adolescentes, com aqueles peitões, e eu segurando, lambendo e massageando, percebi que os mamilos estava duros, sinal que ela estava com muita tesão também. Eu vendo tudo pelas frestas da venda e ele filmando tudo, ele pegou a mão dela e colocou em cima do meu pau, dizendo: “dá um trato caprichado, queru vê tu chupando direito.”



Ela pegou meu pau na sua mão, ficou me masturbando bem de vagar, até que ele pegou minha sogra e levou nás dois até a cama. Eu vi minha sogra deitada na cama, aquele corpo lindo, peitão meio tombados para os lados devido peso, pernas e coxas bem torneadas, buceta peluda, era demais para mim. Ele comandava dizendo: “sobe aqui Zé Mané”, e colocou meu pau na boca dela. Ela segurou meu pau duro na mão e ficou passou a língua pela cabeça do meu pau, depois colocou na boca dela.



Como ela chupava bem, depois que metade do meu pau entrou na boca, ela fechou os lábios prendendo meu pau e ficou passando a língua na cabecinha do pau, dentro da boquinha dela, me dava arrepio sá de sentir a língua dela passando na cabeça do pau! Esse meu sogro é um homem de sorte, ter uma esposa linda, com corpo perfeito, elegante, peitão farto, e que sabia chupar um pau como uma puta!



Eu não aguentava mais, me inclinei nas pernas dela, sempre deixando meu pau na boca dela, abri as coxas vendo aquela buceta toda peluda, passei minhas mãos por trás das coxas dela, mantendo as coxas abertas, afastei os pêlos lambuzados e arregaçando a buceta, vi que ela estava toda melada, escorrendo de tanto tesão e fiz uma descoberta inesperada. Ela tinha um grelo enorme, duro, em pé, igualzinho ao grelão da minha esposa. Na primeira vez que chupei a buceta da minha esposa, ela me impedia de toda forma de eu colar minha boca em sua bucetinha, isso me dava mais tesão, e usando minha força física, acabei abrindo as coxas dela e caindo de boca na bucetinha e sá aí, eu descobri o porque ela relutava tanto em me deixar chupar sua bucetinha, ela tinha um clitoris enorme, rígido, que se levantava como se fosse um peniszinho. Eu fiquei louco de tesão, engoli aquele grelão e fiquei passando a língua e descobri que fazendo isso ela tinha um orgasmo atras do outro, gemendo, pulando, estremecendo, até praticamente desmaiar.



Me deu mais tesão, saber que aquele monumento que até então era inatingível por mim, ela estava muito excitada, o que se notava pela rigidez do seu clitoris.



Arregacei a buceta, sempre de modo que o “assaltante” pudesse ter a melhor visão, para a filmar aquela buceta melada e brilhante em close e aquele grelão duro dela, enorme apontando para cima como se fosse um pequeno cacete, exatamente igual da minha esposa, mostrei isso ao “assaltante”, ele arregalou os olhos, acho que mesmo um conquistador como ele ainda não tinha visto um grelão como aquele. Abri os lábios vaginais afastei os pêlos para ele filmar aquele grelão, pois mais tarde eu iria assistir sozinho, o filme do grelo, com mais calma. Depois encostei minha boca, ataquei de língua, aquela buceta deliciosa, sentindo o gosto do mel da minha sogrinha, engoli o grelão prendendo nos lábios e fiquei passando a língua na cabeça do grelo exatamente como ela fez com meu pau e também exatamente como eu fazia com o grelão da minha esposa. Com isso, fiz a sogrinha gozar gemendo muito e se estremecendo toda, exatamente como a filha. Eu sabia que lambendo aquele grelão ela sentia um puta tesão e era impossivel não gozar, pois minha esposa dizia isso.



Ela, no começo não queria dar o braço a torcer, ficou aguentando firme em silêncio, sá ficava se contorcendo na cama apertando os lábios, mas o mel encorrendo da buceta não negava o tesão e esticando e encolhendo braços e coxas, abrindo e fechando as mãos, até que quando coloquei o grelão na boca e passei a lamber a cabecinha do grelão, ela não aguentou deixando escapar uns ai, ai, ai, ai, depois passou a gritar mais prolongadamente, com aaaaaaiiiiiii, aaaaaaaiiiii no gozo. Depois de ficar chupando toda buceta, enfiei dois dedos dentro e fazendo movimentos vai vem, enquanto chupava seu grelão, ela não aguentou, passou a gemer sem parar, sem ligar se sua nora estava ouvindo ou não, até que começou a pular como num ataque epilético, soltando gritos incontroláveis, huuummmm, ahahahahahhhh, uaaaaaiiiiiiii aaaiiiiii, porque meu pau estava atolado na boca, ela estava tendo uma sucessão de gozos e eu sabia disso, porque minha esposa gozava do mesmo jeito que a mãe dela quando tinha múltiplos orgasmos.



Que cena para eu rever no filme depois, a mãe da minha esposa tendo orgasmos múltiplos, pra valer enquanto fazia 69 comigo. O pau do “assaltante”, mostrava o quanto essa cena era excitante.



Depois, me virei, fui subindo e beijando cada pedaço daquele corpinho, as pernas, coxas, barriguinha, segurei seus peitos e fiquei mamando enquanto ela gemia depois subindo e beijando o pescoço, a orelha, enquanto fui, entrando no meio das coxas dela. Ela facilitava dobrando os joelhos e abrindo as coxas.



Segurei meu pau, coloquei no meio daquela selva de pêlos molhados e fiquei pincelando pelo rego todo, desde o grelo enorme (como da minha esposa) até o cuzinho. Ela soltava uns aaaaiiii, aaaaiii, toda vez que meu pau batia no grelão e no cuzinho. Coloquei a glande na entrada da buceta.



Ao sentir meu pau no buraco da sua buceta, ela mesma elevou seus quadris e com isso fez a glande pular dentro, entrou fácil pela excessiva lubrificação dela e fiquei fodendo na posição papai mamãe, enquanto a beijava e nossas línguas se encontravam, os braços e pernas dela me abraçaram forte, até que ela gozou de novo urrando.



Tirei o pau uma vez, segurei com as mãos levantei as pernas dela, apontei para seu cuzinho e fui enfiando, eu esperava ouvir protestos dela como da minha cunhada, mas nada, entrou fácil, sem ela protestar, muito pelo contrário, ouvi uns aaaaiiiii, aaaaiii, mas era de tesão e não de dor, deu para perceber que ela estava acostumada a receber no cu e isso lhe dava muito tesão. Depois de enfiar e tirar algumas vezes no seu cuzinho, quando senti que estava quase gozando, mudei de buraco, tirei do cu e atolei na buceta até o saco.



Meu sogro que me perdoe, mas eu não aguentei, enterrei todo meu pau até o fundo, com nossos pêlos se encostando e acabei gozando dentro da buceta da minha sogrinha, lançando vários jatos de porra.



O “assaltante”, já ia começar a se vestir para ir embora, mas eu apontei para minha cunhada, e fiz gestos que eu ainda queria comer minha cunhadinha. Então, ele tirou minha sogra da cama, ela estava com a buceta escorrendo porra que eu tinha acabado de descarregar, pegou minha cunhada, e falou, “agora quero ver tu fodendo tua cunhadinha”, e jogou ela na cama. Eu vi a filmadora na estante filmando o quarto. Ele se sentou na cadeira ao lado da cama com as pernas fechadas e o pau apontando para o teto, fez minha sogra sentar de frente no seu colo cavalgando-o, vi que as mãos dele seguravam a bunda da sogrinha, enquanto sua boca beijava a orelha, a boca, o pescoço, os peitos dela, deixando tudo brilhando de saliva.



Percebi que a cunhadinha não estava receptiva comigo, acho que sentia vergonha de trepar comigo perto da sogra. Comecei a beijar as pernas da minha cunhada, as coxas, a barriguinha, tudo com muita calma, pois tempo era o que não faltava, aqueles peitos macios e gostosos menores que da sogra mas mesmo assim de bom tamanho, o pescoço, orelha, beijinhos nos lábios, eu dei um banho de língua como ela nunca teve e claro que depois disso ela começou a ficar excitada, nenhuma mulher ficaria indiferente, e os mamilos durinhos mostrava o tesão dela.



Abri as coxas dela, depois de ficar vendo muito bem aquela buceta linda cor rosa, arregacei e comecei a lamber e a chupar, até que ela começou a gemer, me virei e ela colocou meu pau na boca, aquele pau babado de porra e mel da sogrinha, e ficamos fazendo um 69 delicioso, coloquei dois dedos na buceta, outro no cuzinho esporrado e fiquei lambendo o grelinho, até ela gozar gemendo e estremecendo com meu pau atolado na boca.



Então entrei no meio das coxas dela, peguei meu pau encostei na entrada da buceta e fui forçando até que ele começou a penetrar lentamente naquela buceta que tanto desejei, desde o dia que fui apresentado a ela. Finalmente conheci como era a bucetinha dela, tão apertadinha que agasalhava meu pau quase me fazendo gozar, quente, lisa, exatamente como eu imaginei.



Meu pau ficou entrando e saindo, com ela gemendo, até que ouvimos uns ai, ai, ai, ai gemidos vindo da cadeira ao lado e ao olhar para lá, vi minha sogrinha gemendo e cavalgando o pau do “assaltante”, ela abraçada no pescoço dele e subia e descia, eu via a bunda dela subir deixando sair parte do pau depois sentava de novo engolindo tudo, ele segurando a bunda dela com as duas mãos, ela cavalgava como uma amazonas seus peitões balançando e ele com a língua lambia os mamilos. Ela se esqueceu de nás e fodia com gosto, até que ele suspendeu a bunda dela, tirando o pau da buceta e direcionando no cuzinho. Ela mesma pegou o pau, ajeitou na entrada do seu cuzinho e foi sentando e engolindo o pau, aquilo foi demais Passei a foder com violência minha cunhadinha, pois ver minha aristocrática sogrinha cavalgando com o pau enterrado no cuzinho me deixou com tesão incrível, pois notava-se que ela sentia um puta tesão ao dar o cuzinho, afinal meu sogro é um cara muito calmo e acho que não usa muito o cuzinho dela. A cunhadinha também ouviu a transformação da sogra e ficou com mais tesão, como eu, ela me abraçou forte na posição papai mamãe com os braços e coxas, me beijou gostoso, e quando minha cunhada começou a gozar, eu não aguentei empurrei tudo para entrar o mais fundo possível e gozei dentro do útero dela, inundando aquele espaço que era sá do meu cunhado, gemendo, vi minha sogra e o “assaltante” gozarem, todos nás gozando ao mesmo tempo.



Quando minha sogra ia saindo da sua posição de cavalgar, ao se levantar, vi o pau dele sair de dentro dela brilhando, e logo em seguida, uma porção de gosma branca escorreu de dentro da seu cuzinho, caindo no pau do cara. Depois disso, ele se vestiu, e falou: “Não posso deixá oceis vivu, sinão oceis vão na pulicia.”



Eu jurei que não faríamos nada, e pedi que ele nos deixasse vivos, minha sogra e minha cunhada também prometeram esquecer, até que ele falou, “se a pulicia pegá eu, eu vorto aqui i mato todo mundo dessa casa, por isso é bom esquecê tudo e não ninguém sai daqui antes de meia hora, si eu vortá e vê arguém di pé, eu mato memo!”



Ele deixou a filmadora comigo filmando, nos deixou todos deitados, numa posição, minha cunhada deitada no tapete de barriga para cima, minha sogra em cima dela, na posição 69, o “assaltante” mandou elas se chuparem. Fui correndo, e filmei em close minha sogra e minha cunhada se chupando. Vi por entre minha venda, quando filmava, minha cunhada segurando a bunda e lambendo a buceta da minha sogra, passava sua língua no rego e enfiava dentro do buraco da buceta, de onde escorriam porras minha e do cara, e minha sogra segurando as coxas e chupando a buceta da nora, também passando a língua pelo rego e enfiando no buraco da buceta, de onde escorria porra minha pela buceta e porra do cara pelo cú, e percebia o tesão que cada uma dava a outra, era um círculo vicioso, quanto mais elas se chupavam mais tesão dava, isso fazia a outra chupar mais e o prazer voltava de novo a quem chupou primeiro e assim sucessivamente, uma deixava a outra com mais tesão.



Depois de um tempo, me levantei, e falei: “cuidado que ele pode voltar, continuem aí, vou ver se ele foi embora ou se está em outro quarto”, fiz barulho como que saindo, mas fiquei ali filmando uma chupando a outra, aquela cena era demais, uma dando prazer a outra, a cunhadinha deitada no tapete, com os joelhos dobrados, coxas afastadas, com a sogrinha linda e esguia por cima, com a cabeça mergulhada entre as coxas, os braços dela por fora das pernas, as mãos nas coxas da cunhadinha abrindo, e a cunhadinha passando suas mãos por fora das coxas da sogrinha, cada mão em cada lado da bundinha, apertando a bunda e a bucetinha da sogra contra sua boca, meu pau duro como pedra, não imaginei que esse Viagra funcionasse tão bem. Tive de me conter para não comer o cuzinho da sogrinha que ficava alí na minha frente, abertinha e pingando porra. Fingi procurar pela casa, e ao voltar, vi no chão, aquelas duas mulheres excitantes, peladas se lambendo ainda, suspirando e gemendo, quase que pulo em cima delas, mas me contive e depois de filmar um pouco mais, escondi a filmadora ainda ligada e falei que elas podiam levantar.



Eu achei estranho o fato de eu ter que separar as duas, pois elas poderiam parar de se chupar, dava para perceber que o “assaltante” já se fora. Não sei se foi a primeira vez que elas chuparam uma buceta, mas dava para ver que adoraram.



Elas tiraram as vendas, e me viram pelado com o pau melado de porra e já duro de novo (esse viagra é um santo remédio), foi um momento de constrangimento para as duas, nás três pelados um vendo outro, isto é, elas vendo meu pau pela primeira vez, o pau que as comeu e que as fez gozarem tão gostoso. Elas com os rostos melecados de porra e sucos delas, as bucetas e os cuzinhos extravasando porra, eu com o pau duro, vendo as bundas, as coxas, os peitos, os tufos de pêlos e a buceta delas e elas vendo meu pau duro com porra ressecada, balançando.



Elas foram tomar banho, cada uma em sua suíte, enquanto isso, desliguei e escondi a filmadora e fu tambem tomar meu banho.



Depois de todos tomarem banhos e estarmos vestido, nos reunimos na cozinha e discutimos se iríamos dar parte na policia ou não. A minha sogra não queria pois estava envergonhada e não queria que ninguém soubesse, nem seu marido nem seu filho nem filhla. Eu concordei com ela estávamos todos ali com vida, graças a Deus, e ninguém precisava ficar sabendo o que passamos, ficaria sendo nosso segredo. Foi difícil com minha cunhada mas conseguimos convencê-la finalmente, apás dizer a ela que o marido dela não entenderia o que se passou e poderia até se separar dela e que se ela ficasse quieta, ele nunca saberia o que tinha acontecido, além de lembrar a ela a ameaça do “assaltante” que disse que se o denunciássemos, ele voltaria e mataria todos da casa. Diante disso, ela acabou cedendo a idéia de não ir à policia. Nessa noite, tranquei a porta do quarto, liguei meu computador e fiquei com fone de ouvido, vendo o filme, eu parava a cena, dava zoom e massageando o pau, não aguentei e acabei gozando.



Depois desse dia, nem sei quantas vezes acordei de madrugada, para assistir o filminho sozinho em outro quarto, vendo aquela buceta peluda e o grelão da linda e elegante mãe da minha esposa e a buceta lisinha da minha linda e tesuda cunhada. Eu parava a cena, dava zoon, acho que eu conhecia melhor os peitos, o cú e a buceta da minha sogra que meu sogro, e também conhecia melhor os peitos, buceta e o cuzinho da cunhada que meu cunhado, de tanto que eu via, em close e com zoon, eu acabava ficando com pau duro, e voltava para cama pelado, tirava o lençol descobrindo o lindo corpinho da minha esposa que sempre dorme de camisola sem calcinha e caía de boca na buceta dela chupando até o grelão ficar duro, isso fazia ela acordar comigo chupando até fazê-la gozar e depois eu colocava meu pau dentro e ficava trepando até gozarmos juntos e me acalmar. Ela nem desconfiava que meu tesão era motivado por sua mãe e sua cunhadinha.



Sei que não sou o único a ter passado por uma aventura assim, nesse Brasil imenso. Se você leitor, tiver um caso assim, onde tenha filmado sua cunhada, sua sogra, ou até mesmo sua esposa e quiser entrar em contato comigo, podemos marcar um local, onde cada um leva seu filme e passamos os filmes, para um poder ver o filme do outro. Afinal, quem filmou como eu (e você), quer ter o prazer de mostrar a outro, o seu troféu que é o filme.



Sá não vale trazer filme baixado na internet dizendo que é seu. Nem tente isso, é fácil descobrir esse golpe.



Tudo em sigilo, um respeitando o filme do outro e depois de assistirmos juntos, cada um leva de volta o seu filme.



Meu e-mail: galileusp2010@hotmail.com



Já fiz isso com colegas de confiança. O melhor filme desse gênero que assisti até hoje, é de um rapaz que trouxe o filme do seu casamento, e também da sua noite de núpcias, quando ele deixou sua filmadora escondida da esposa e filmando no quarto de hotel.



Depois de nás dois assistirmos esse meu filme do “assalto”, colocamos o filme dele e assistimos juntos, primeiro, a parte da cerimônia do casamento dele e de sua belíssima esposa virgem (coisa rara hoje em dia uma noiva virgem, segundo ele, ela sá deixava chupar pois o sonho dela era entregar a virgindade na noite de núpcias) e em seguida assistimos o filme da noite de núpcias do casal. Até hoje sua bela e gostosa esposa não sabe que foi filmada, e muito menos que eu já assisti seu casamento e também seu defloramento duplo, tanto da buceta como do cuzinho!



Tanto esse rapaz como eu, colocamos camisinha antes de assistir e ficamos acariciando o pau, pois ele gozou vendo minha cunhadinha perdendo o cabaço do cuzinho e eu gozei vendo sua esposa perdendo os dois cabaços.



Ele levou vantagem, pois meu filme, bem iluminado, mostrava até close das bucetas e do grelão, ao passo que o filme dele, ficava mostrando meio de longe. Mas foi linda a cena quando ela apareceu do banheiro de camisola lindíssima e subiu na cama, onde o marido a recebeu aos beijos e carícias, até se despirem e cairem num 69. Apesar da distancia, dava para ver o lindo corpo da noiva, um monumento virgem na noite de nupcias, os lindos seios, a bunda, os pêlos da buceta e o que dava muito tesão, é como ela gritava, primeiro gritava de dor ao perder o cabaço, depois urrava de tesão ao gozar.



De nada adianta obras primas de filmes assim, se ficarem guardadas na gaveta para uma sá pessoa assistir.



As vezes, quando estou sozinho em casa, eu ligo ao “assaltante”, e êle vem para assistirmos juntos nosso filme.