Por The_Icon
Era noite de sábado e estávamos eu e minha amada na casa de sua amiga Ana. Era pizza o que comÃÂamos e nos divertÃÂamos batendo papo sobre os mais variados assuntos. Não tardou até que sexo se tornasse o foco de toda a conversa e a Ana reclamava de não transar já havia algum tempo.
Olhamos assustados para ela. Ana é uma moça bela, morena de pele e cabelos, olhos muito expressivos e temperamento um tanto estourado, enfim muito simpática. Seus fartos seios combinam perfeitamente com seu grande bumbum e grossas coxas arredondadas. Fartos quadris completam a combinação perfeita de elementos, uma mulher para quem gosta de um pouco de volume e não de excessos.
Minha namorada foi rápida em lembrá-la que estava assim porque assim queria. Logo ali estava um metro e noventa e três de homem magro de bom porte, pele branca e olhos charmosos. Coxas espessas, braços idem. Rosto belo e sorriso cativante. Um homem com o raro prazer em dar prazer a ela, quase uma obsessão. E inteiramente disponÃÂvel para que ela pudesse ‘dar uma voltinha’.
Ana fechou a cara, começando imediatamente a esbravejar. Dizia que queria o dela e não de outras e que aquilo era um absurdo, entre outras coisas mais. Cansei-me daquilo e tapei-lhe a boca com um sêbito beijo.
Meti a lÃÂngua entre seus lábios, procurando a sua e ela resistia, socando meus braços. Não tardou a amolecer. Seu desejo era grande e crescia cada vez mais àmedida que eu explorava sua face, percorrendo-a com beijos de norte a sul, leste a oeste. Fui girando seu corpo e mordiscando cada orelha, beijando toda a nuca.
Arranquei-lhe a blusa e o sutiã, mas não encarei os belos seios de imediato. Contive-me, pois queria apreciar as costas. Ah! Os gemidos que o simples percorrer de uma lÃÂngua pela espinha dorsal podem causar! É magnÃÂfico o jeito desta moça gemer.
Resisti àtentação de descer às suas nádegas e tornei a girar-lhe o corpo, percorrendo cÃÂrculos ao redor do umbigo subindo lentamente até o centro entre os seios. Afastei-me para contemplá-los com gosto. Passei a acariciar o direito com a mão enquanto corria a lÃÂngua pelo esquerdo. Sugava-lhe o bico com força, leves mordidas completavam o necessário aos seus gemidos.
Gemidos? A essa altura ela já gritava enquanto eu alternava entre seus seios até que me falou pela primeira vez: queria minha lÃÂngua entre suas pernas.
Baixei suas calças com rapidez e girei-a um par de vezes contemplando cada detalhe de sua bunda. Suas coxas. Seus quadris. Que mulher! Joguei-a na cama e comecei a chupá-la com força. Ela gritava e eu a girei, levantando seus quadris para explorar-lhe o rego. Isso a fez pirar completamente.
“Enfia! Enterra! Me come, porra!†Ah... A loucura do prazer. Fui obrigado a me interromper para satisfazê-la. Entrei com tudo sem mudá-la de posição. Estocadas fortes, fortÃÂssimas. Num ritmo tal que ela se sentia rasgando e pedia mais. Estava encharcada e aquilo tudo já havia molhado uma parte da cama de tanto que vazava.
Virei-a, apoiei suas pernas em meu ombro, forçando para frente de modo a permitir um encaixe perfeito e profundo. Apoiei-me em suas coxas, me aproximando para beijá-la e ela o fazia intensamente.
Joguei-a sobre mim, num rápido movimento. Sentado, ela me cavalgava com muita força. Estava muito ofegante, pois eu já a cansara bem. Levantei suas pernas. Com elas apoiadas em meus ombros, e minhas mãos controlando seu ritmo em estocadas, ora rápidas, ora fortes. Ela gritou e eu a levantei toda, desencaixando.
Enterrei com toda força, aproveitando-me da lubrificação dela, no rabinho. Ela ficou pálida, muda. Uma expressão de surpresa intensa e paralisada. Estava perdendo a outra virgindade. E estava gostando.
Eu poderia seguir adiante, narrando às várias posições que se seguiram. Ou o prazer nos olhos de minha amada ao ver sua amiga possuÃÂda por quem ela tanto ama. Mas não.
Prefiro fazer-lhe um convite. Venha descobrir esse prazer. Envie uma foto sua de corpo e rosto para nós. Não precisa estar nua. Mulheres de 19 a 30 anos (talvez mais velha se sentir-se tão bela e ardente quanto necessário) de Campinas, preferencialmente da região da UNICAMP. Temos local, mas apreciaremos se possuir um local maior e melhor. Discrição é nosso lema e fazemos questão. O e-mail é: ironicicon@hotmail.com