Home
Dei para o explorador dos sete mares

Dei para o explorador dos sete mares

Por Professor_Mariano_Rocha

Segurei nos apoios do barco e as ondas sacudiam de leve, as ilhas e a serra na costa a umas centenas de metros, e as gaivotas grasnavam a voar. Estávamos só nós dois lá – eu e Seu Alfredo, dois homens nus no meio do mar. No caso, homens grisalhos – até os pelos em volta do meu pau e do dele eram brancos, para não falar dos cabelos da cabeça. Segurei, arrebitei, Seu Alfredo veio por trás e senti a rola do cara, muito maior do que eu pensava, me deu até medo mas já era tarde.
Já tinha ouvido falar desse Sr. Alfredo Ferreira uns meses antes, era um desses exploradores solitários a fazer viagem de barco – no caso um pequeno iate a motor. A diferença era que ele era um “Explorador da Terceira idade”, um exemplo, como diziam os Podcasts, com 75 anos se metia a essa aventura. Acabara de voltar da Costa da África na angra turística em que eu estava, a TV fora lá e lhe entupira de perguntas idiotas, etc.
Que fique bem claro: meu nome é Geraldo, tenho 64 anos e meu negócio é buceta. Depois do segundo divórcio e da aposentadoria vendi tudo e comprei um motorhome e sem porra nenhuma que fazer passei a zanzar pela costa brasileira, a estacionar em campings, ir para a praia, tomar cerveja em barracas de beira de mar e meter em xerecas de garotas de programa.
Por não ter nada que fazer fui para a praia onde o tal barco do grande explorador devia ter chegado. Para minha surpresa estava lá mesmo, barco branco, lindão, no pequeno cais, abandonado naquela segunda-feira. Não tinha TV, banda de música, nada. Subi devagar – achava que não tinha ninguém lá. Gritei Ó de Barco, dei uns passos lá dentro e já ia cair fora quando apareceu o tal Seu Ferreira, mais alto que na TV, bronzeado, sem barriga e quase pelado – só com uma sunga bem colada.
Expliquei que só queria ver o barco, que ele era um exemplo para os veteranos como eu e ele sorriu e quando eu esperava um aperto de mão veio um abraço, um pouco mais longo e mais apertado do que eu pensava. Imaginei que depois de meses sozinho no mar o cara sentia falta de um pouco de calor humano. Senti a sua barba no meu rosto e o cheiro de sal. Como sou um cara legal apertei-o também contra meu peito. Nossos pelos grisalhos no peito se roçaram pois eu estava um pouco mais vestido do que ele, mas não muito, eu estava sé de bermuda.
Seu Alfredo me mostrou o barco e talvez pensando que eu não estava acostumado ao balanço do mar de vez em quando ele pegava na minha mão. Eu nem precisa muito mas gostei de andar de mãos dadas com outro cara, como namoradinho e namoradinha – no caso, namoradinho e namoradinho.
Seu Alfredo perguntou se eu não queria dar um passeio de barco pela angra, só nós dois, e eu disse que achava boa ideia mas não tinha roupa – minha bermuda era de tecido e iria encharcar. Ele disse que não tinha problema, me levou a uma arca com roupa não usada, inclusive algumas coisas da terceira ex-mulher dele. Enquanto ele desatracava e navegava o barco em meio às ondinhas para o centro da angra eu procurava algo para usar.
Às vezes sou escroto, confesso, e, em vez de uma das muitas roupas de banho que havia lá, eu quis chocar o cara e peguei uma tanga cor de rosa da ex-mulher dele, toda transparente e de fio-dental, coisa de quenga sex-shop mesmo. Eu ia rir muito quando ele ficasse horrorizado – talvez pensando que eu fosse algum tarado perigoso.
Enfiei aquilo metendo bem na bunda e apareci quando ele ancorava o barco, com o porto já distante e a paisagem das ilhas e das casas de veraneio em volta. Começou a rir.
- Cara, ficou superlegal! Nem gosto dessa tanga por causa da bandida da minha ex-mulher mas ficou ótima em você!
Ri também e me pareceu que o volume na sunga dele ficou um pouco maior – mas preferi achar que era impressão, pois era um pouco grande demais. Mas nunca fui um cara medroso. Sentamos ao sol, num lugar apertado mas que cabíamos os dois, as pernas a roçar, mas cabia. Ele trouxe caipirinhas. Talvez pelo efeito da caipirinha ou da proximidade das pernas dele, foi o meu volume na calcinha que começou a crescer.
Para não falar do que estava a pensar, perguntei da entrevista no jornal.
- Mudaram tudo. Eles perguntaram O que Eu mais senti falta na travessia do Mar. Eu disse: De Priquito! E eles apagaram!
Caímos na gargalhada e eu disse que três meses sem xereca era realmente um sacrifício. Eu em uma semana já subo pelas paredes!
- O jeito era bater uma punheta! Sempre que o mar estava calmo eu batia uma.
- 0nde?
- Aqui mesmo, nesse banquinho. As gaivotas ficavam espantadas. A gala caia no mar!!
- Os golfinhos engoliam tua porra, cara! Ahaha! Acho que eles queriam chupar teu pau!
Minha rola levantava o tecido como uma barraca. Fechei os olhos por causa da claridade e...
..tive o maior susto quando senti aquela conhecida sensação de umidade quente na cabeça da rola – Seu Alfredo enterrou a boca no meu pau. Gritei.
- E aí, Seu Geraldo, tá gostando?
- Tá uma delícia, Seu Alfredo... ohhh...
E Seu Alfredo chupava bem mesmo, dava lambidas rápidas na cabeça e chupava os ovos um depois do outro. Chupava melhor que qualquer garota.
- Um cara que chupa uma piroca tão bem merece uma recompensa.
Segurei nos apoios do barco e as ondas sacudiam de leve, as ilhas e a serra na costa a umas centenas de metros, e as gaivotas grasnavam a voar. Estávamos só nós dois lá – eu e Seu Alfredo, dois homens nus no meio do mar.
Arrebitei o bumbum o mais que pude e as mãos me deslizaram a calcinha pelas pernas, e me permitiram afastá-las mais. Seu Alfredo me acariciou os bicos do peito.
- Delícia os teus seios – ele disse. Não tinha dúvidas. Eu era a mulherzinha dele ali. E isso ficou muito claro quando senti aquele troço a me subir pelas coxas e a procurar espaço.
- Caralho, seu Alfredo! É muito grande porra! Aiii!! Aaaaiiii! Tira, escroto, não aguento!!
- Cala a boca, cachorra!! Queria pau, não queria?? Agora aguenta, vagabunda!!!
E gritei como uma mocinha, até afinei a voz, mas seu Alfredo não me tapou a boca, afinal não havia ninguém lá para me socorrer. Só podia aguentar.
Seu Alfredo me agarrou pela cintura e socava firme e com ritmo, cada vez mais fundo, como a querer enfiar as bolas, que sentia a bater em mim.
Virei a cara e nos beijamos, de língua. Sentia aquela coisa entrar bem fundo e firme no meu corpo, como que a querer sair pela garganta. Éramos dois homens maduros e nus transando. Meu pau e meus ovos balançavam como loucos.
- Mete, gostoso! Tesudo, meu macho, meu homem!! Mete tudo, ohhh!!...
- Toma, vagabunda! Putinha, cadela!
Meu pau duríssimo não aguentou e esguichei. Seu Alfredo botou a mão e aparrou o esperma, levou para a minha boca e a boca dele. Nós nos beijamos um beijo de porra.
Acho que foi o gosto do meu esperma que fez o seu Alfredo se tremer todo, e me virei bem a tempo de poder engolir o primeiro esguicho com a boca. Consegui engolir a cabeça do grande cacete e a semente dele me inundou a garganta em jatos sucessivos. E nos beijamos uma terceira vez.
O jornal informou na semana seguinte que o intrépido explorador Alfredo partia para mais uma aventura, no Caribe ou parecida coisa. Quanto a mim, já estava em outra praia e me deitava sobre uma safada de cabelos encaracolados. A buceta era bem competente, nada de se queixar, mas eu lembrava do pau do Seu Alfredo.

Comentários

Seja o primeiro a comentar.

Respondendo a · cancelar

0/5000

Entre na sua conta para comentar e votar.