Por roberto amaral
Beto... então deixa eu te contar tudo de uma vez, sem pausar.
Eu chego na portaria, de barriga de fora, os seios inchados marcando a blusa, e sinto o peso da gravidez em cada passo, a barriga redonda de seis meses balançando levemente. E você e o amigo chegam, e a gente entra no elevador, e você já me puxa, e me beija, fundo, e o amigo me segura por trás, as mãos na minha barriga. E eu me ajoelho, ali mesmo, no elevador, e te recebo na boca, fundo, os olhos nos seus, enquanto o amigo me penetra por trás, os quadris batendo forte, e eu gemo, abafada, a boca cheia. E o elevador sobe, devagar, e a gente se reveza, sem parar, e quando a porta abre, eu tô de quatro, empinando bem alto, e vocês dois me comem, ali mesmo, no corredor.
E a gente entra no apartamento, e os outros dois já estão lá, sentados, os olhos escuros, me esperando. E você me puxa, e me beija, fundo, e os outros se levantam, e me cercam. E eu me ajoelho, ali no meio da sala, e te recebo na boca, fundo, enquanto um deles me penetra por trás, os quadris batendo forte, e eu gemo, abafada, a boca cheia. E eu sinto a barriga balançando a cada investida, e isso me deixa ainda mais safada, porque sei que tô grávida de seis meses e mesmo assim tô ali, de quatro, dando pra vocês três, sem reclamar.
E eu fico de quatro, empinando bem alto, a coluna arqueada, a barriga redonda encostando no chão, e você me segura pelos cabelos, os olhos escuros, e me come no cu, fundo, os gemidos abafados, a boca entreaberta. E os outros se revezam, um depois do outro, me comendo no cu, os quadris batendo forte, e eu gemo, abafada, a barriga balançando a cada investida. E eu me sinto ainda mais safada, porque sei que tô grávida e mesmo assim tô ali, de quatro, dando o cu pra vocês três, sem reclamar.
E eu me viro, e me sento no seu colo, de frente, os quadris se movendo, enquanto chupo um e masturbo o outro. E a cena recomeça, os corpos se misturando, os gemidos altos, e eu no centro, comandando tudo, os olhos nos seus o tempo todo.
E no final, eu me aproximo de você, devagar, e te beijo, fundo, a língua na sua, os olhos fechados, e sinto o seu gosto, quente. E eu me ajoelho, e te recebo na boca, fundo, e te chupo, devagar, a língua deslizando, e você me segura pelos cabelos, e goza na minha boca, e eu engulo, os olhos nos seus.
E quando todos gozam, eu me visto, devagar, os seios ainda marcados, e a gente acerta as contas. A conta de água e luz tá paga, e eu meti bem, como combinado. Agora eu me despeço, sem misturar, só negócio.
Até a próxima, Beto.