Olá, me chamo Victor, tenho 26 anos e sou morador da cidade do Rio de Janeiro.
Desde novo, quando ainda adolescente por volta de 15 anos, sempre fui muito curioso e interessado em coisas novas. Mas isso é normal quando, se é novo, e não se sabe muito da vida. Eu morava em um quintal que tinha muitas casas e membros de nossa família, entre tios e tias, primos e primas.
Minhas tias que moravam ali, eram casadas e tinham família, como filhos e também trabalho.
Havia uma tia minha que se chamava Cristiane Tavares de Castro, era alta, cabelos castanhos com luzes loiras, olhos castanhos escuros, pele morena e corpo atlético. Nessa época tinha uns 40 anos, se relacionava com um rapaz da idade dela, mas não era casada oficialmente, e tinha um único filho.
Essa minha tia trabalhava dia sim, dia não. O marido dela trabalhava e também visitava a família dele, que era um pouco distante dali. Ela ficava alguns dias da folga sozinha em casa, o dia todo praticamente, alguns dias que estava em casa o marido também ficava com ela, mas era 1 ou 2 dias da semana, que era pouco pra quem é comprometido e casado. Eu estudava no ensino fundamental, e pela manhã. Acordava cedo e às vezes quando saía para ir à escola, minha tia estava em casa e já no seu portão, que era de frente para o quintal, estava varrendo ou tomando café, ou até mesmo só olhando o quintal. Eu passava e ela me cumprimentava, ou dizia: “Já vai, camarada?!” em um tom apenas de falar comigo. Eu na inocência apenas dizia “sim” e já seguia para abrir o portão e chegar na escola. Eu voltava por volta de 12:30 para casa, batia no portão, pois não tinha chave porquê não tinha responsabilidade de ter e cuidar. Muitas vezes meus tios abriam o portão, até mesmo minha tia Cristiane, que eu agradecia e as vezes conversávamos um pouco, nada demais.
Quando eu estava em casa pela tarde, ou quando não tinha aula, gostava de ficar pelo quintal chutando bola e jogando sozinho muitas vezes apenas com a parede usando de gol imaginário. Ela, minha tia, ficava lavando roupa na parte de trás da casa dela, e quando estendia roupa pela corda de roupas, estava bem a vontade por estar em casa, e ficava com umas roupas confortáveis, pequenas, e modeladas no seu corpo. Muitas vezes eu reparava, mas não tinha maldade. Até que isso tudo mudou.
Eu também gostava muito de soltar pipa, mas era na laje que ficava em cima da minha casa, que só tinha acesso pela parte de trás do quintal, que passava pelo lugar onde tinha a área de serviço da minha tia Cristiane, e muitas vezes ela ficava lá lavando roupas. Eu passava para subir na laje e via ela lavando roupa, se molhando e mexendo o corpo para concluir sua atividade. Acredito que depois que, passei a ver ela com frequência com aquelas roupas que ela ficava a vontade em casa, shorts curtos, top ou sutiã, e até mesmo camisetas curtas e sem sutiã, eu comecei a notar e perceber, mais ela. Quando ela estava assim, bem a vontade, eu passei a reparar mais nela, e no seu corpo. Ela era uma tia, bonita por ser alta e bem curvilínea, não era gorda, mas também não era magrinha, ela tinha seus atributos para mulheres da sua idade, era formosa e bonita no geral. Com um tempo, procurava ver ela mais vezes propositalmente e passar por perto dela, só para observá-la e conversar, nem que fosse rápido, isso me dava uma abertura para interagir.
Começou apenas com as minhas subidas a laje para soltar pipa, mas era apenas um pretexto para observá-la da entrada da laje, que tinha um quarto com porta que passava e dava acesso ao local. Eu ficava na entrada do cômodo que ficava com a porta aberta, pois num tempo atrás um outro tio meu, morou ali. Subia a laje e ficava por muitos minutos ali observando ela, lavando suas roupas, ou vendo ela apenas passando por ali e aparecendo de vez em quando.
Quando dava a hora de voltar para casa, ou descer para outra coisa, tomava cuidado para não fazer nada errado e ter uma ação que ela desconfiasse ou me chamasse a atenção. Então voltava para casa, e ficava pensando na minha tia, como era gostosa, pra falar a verdade, era nisso que eu pensava. Meus pensamentos passaram a ficar mais intensos, e ilusórios apenas pensando nas cenas que via, da minha tia.
Minha tia era cuidadosa com seu corpo. Quando saía ela sempre estava bem arrumada e cuidada, perfumada, maquiada e tudo aquilo que mulher faz para estar mais bonita. No nosso quintal, que era uma garagem que cabia 4 carros, existia um chuveiro com água da rua que nas épocas de muito calor no verão, todos usavam e gostavam de tomar banho nele. Minha tia, não ficava de fora, ia para o chuveiro de biquíni e short curto tomar banho. Eu sempre procurava ver quem estava indo tomar banho, e algumas vezes era ela, aquela gostosa, que tinha uns peitos médios, que ficavam bem amostras e decotados com aqueles biquínis apertados que ela usava. Sua bunda era grande, mas proporcionalmente ao seu corpo, mas que ficava marcando com muitas roupas que ela usava, e eu amava ver ela, seja com mais roupa e claro, com menos roupa e seus peitos e bunda mais amostra. Quando ela tomava banho no chuveiro, eu descia a escada da minha casa, e ficava espiando ela, com muito cuidado porque ela poderia perceber e dar muito problema. Ela tomava banho e lavava o cabelo, mas também lavava seu corpo todo, como em um banho normal. Esfregava seu corpo todo, com o sabonete, passando pelos peitos, na sua bunda e na parte da vagina, esfregava sua buceta por dentro do short e embaixo do chuveiro. Minha imaginação quando via aquilo ficava a milhão. Tesão vinha, mesmo sendo bem novo, e adolescente, ficava imaginando ver ela um dia pelada, ou até mesmo pensando como seria um dia ter a oportunidade de transar com ela. Cada vez mais com essas oportunidades de vê-la se mostrar para mim, eu ficava com meu pênis duro e com tesão a flor da pele.
Minha tia, também gostava de fazer banho de lua, nos dias de verão, ela passava amônia com pincel pelo corpo, por braços e pernas, ela colocava um short curto e biquíni na parte de cima, e fazia isso na frente do seu portão, que minha janela do banheiro dava para ver, e eu claro a observava, vendo ela com aqueles peitos bem redondos e duros naquele biquíni, e via ela passar o produto pelas pernas, e dobrar o short, para passar o produto bem perto de suas partes íntimas, perto da buceta e do rabo grande que tinha, eu ficava me masturbando olhando aquela cena, e adorava ver aquilo.
Tive várias vezes experiências de poder ver minha tia Cristiane, se mostrar, se exibir indiretamente, ver ela de biquíni, com shorts apertados, com short colado em seu corpo, ver aquela bunda bonita e gostosa, ver aqueles peitos redondinhos e gostosos, muitas vezes eu tinha vontade de tirar foto dela, até fazer vídeo gravando ela, mas na época eu não tinha como fazer, pois era muito arriscado, perigoso e inaceitável.
Depois desses acontecidos com minha tia Cristiane, sempre olhei ela de outra forma, como uma tia gostosa, que tinha um corpo formoso e muito atraente. Tia Cristiane Gostosa