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Encontro de Almas

Me chamo William, morava na Barra da Tijuca e, em 2013, me mudei para a Tijuca. E, a partir de então, uma feliz coincidência colocou frente a frente duas pessoas que, apesar de terem vidas comprometidas, se encontraram no que mais faltava em suas vidas: o sexo!
O que irei passar a relatar agora é uma série de acontecimentos reais ocorridos entre mim e Juliana, uma camaleoa loira, morena, ruiva — todos os tons que uma mulher pode ser para seus homens.
Eu trabalhava em uma empresa de telecomunicação na área de TI; meu colega Ricardo, que também morava na Tijuca, costumava me dar caronas do Leblon para casa — afinal, morávamos a menos de um quilômetro um do outro. Ricardo gostava de cervejas artesanais e, um dia, me convidou para um evento em um bar próximo à Praça Afonso Pena, onde uma galera que fazia cervejas artesanais se reunia semanalmente para provar novidades. Cerveja vai e cerveja vem, e lá para umas 8 e pouco da noite, chega uma loira de cabelos um pouco abaixo dos ombros, olhos azuis, medindo em torno de 1,70 m, rosto lindo, pernas longas, cobertas por uma calça justíssima e que revelava um bumbum perfeito: não muito grande, mas em um tamanho perfeito, redondinho, e ela tinha uma cintura não muito fina, mas bem demarcada, além de seios médios e duros, pois claramente ela não usava sutiã e seus mamilos faziam como se quisessem perfurar aquele tecido que ousava encobri-los. Ela se aproximou de Ricardo e lhe deu um beijo na boca, o chamando de meu amor. Ricardo, então, me apresentou Juliana, que com um olhar penetrante me encarava nos olhos e, com um sorrisinho sensual e até mesmo malicioso, me beijou duas vezes o rosto. E não foi aquele beijo de bochecha com bochecha; senti e jamais esqueci daqueles lábios tocando em cada lado da minha face. Juliana era super enturmada, conhecia todo mundo ali naquele bar, abraçava os homens, que não se intimidavam com a presença de Ricardo e davam uns apertos em Juliana, puxando-a pela cintura, passando a mão em sua nuca, batendo papo mais afastado do grupo, e observei que Ricardo não ligava a mínima: o lance dele era falar sobre as cervejas, pedir explicações dos estilos, anotar tudo no seu celular e jogar conversa fora sobre futebol. Eu já estava hipnotizado por Juliana, que percebeu meus olhares e começou a corresponder, me encarando por momentos até me deixar constrangido, fazendo-me desviar meu olhar, quando ela, então, soltava um sorrisinho sacana e baixava o olhar, como forma de provocação. Ali, claramente percebi que aquela mulher era puro fogo, e que eu iria tê-la pra mim. Bem, tê-la pra mim é algo não muito preciso, pois eu já era casado com Milena, uma morena de 1,65 m, bailarina, coxas grossas, bumbum grande e arrebitado, seios pequenos e, apesar de ser uma delícia de mulher, muito fraca de cama, cheia de limitações, horários, regras, e que tornava a nossa vida sexual um tédio. Eu era o combustível a ser inflamado e acabara de encontrar o fogo para iniciar a combustão em nossas vidas.
Neste dia, por volta das 10 da noite, me despedi de todos, inclusive de Juliana, que mais uma vez me deu os dois beijos com seus lábios úmidos tocando minha face. Me olhando nos olhos, disse que adorou ter me conhecido, porque Ricardo falava muito de mim, e que qualquer dia, quando nos encontrássemos novamente, queria conversar mais comigo para me conhecer e ter suas próprias impressões — que ela concluiu dizendo já serem as melhores pelo pouco que pôde presenciar hoje, neste momento me olhando de baixo a cima com um olhar bem malicioso, que confesso ter me deixado de pau muito duro. Chegando em casa, fui direto para o banheiro, tranquei a porta e me masturbei loucamente, imaginando aquela mulher, o toque dos seus lábios no meu rosto, seus olhares, os sorrisos, aquele corpo, os seios, e tive dois orgasmos muito intensos de forma seguida, jorrando esporra como jamais havia jorrado em toda a minha vida. Saindo do banho, Milena já estava na cama. Decidi dar uma chegada junto e acabei conseguindo um boquete bem gostoso e comer o cuzinho de Milena, que é bastante apertado, e meti até as bolas com uma ferocidade que fez minha mulher chorar de dor, pois atolei meus 18 cm de rola até as bolas em estocadas fortes e sem parar por mais de 40 minutos, chegando a um terceiro gozo em que inundei o intestino da minha esposa de esperma. Minha esposa ficou desmaiada na cama, exausta e com o seu lindo cuzinho rosa escorrendo minha esporra, enquanto eu voltei ao banho e soltei mais um gozo.
No dia seguinte, ao chegar ao trabalho, Ricardo me encontrou na sala do café e perguntou o que eu havia achado da sua esposa. Francamente, minha vontade era dizer que ela era uma gata, muito gostosa e que me deixou tarado, mas fui socialmente educado, me bastando a dizer que era bastante simpática e sociável. Ele, então, disparou: “Sociável?! Kkkkk… Até demais, não é? Não parou um segundo ao meu lado, fica se agarrando em todo mundo, parece um corrimão, onde todo mundo passa a mão. Mas não me importo, porque sei que ela é assim mesmo e não faz nada; as pessoas pensam que eu não percebo, mas tá cheio de urubu de olho grande pra cima dela.” Neste momento, até gelei… Aí ele disse: “Você não reparou no carinha da cervejaria que não largava ela, toda hora ficava abraçando, de risinho, pelos cantos? Ela me disse que ele fica cheio de graça e que ela pede para ele a respeitar, porque é casada, e que eu posso ficar puto. Eu ficar puto?! Fala sério! Confio nela cegamente, e não dou a mínima para estes punheteiros que ficam como moscas, mas que nunca comem o filé!” E, em seguida, soltou uma gargalhada. Eu apenas dei com a cabeça, como que concordando entre meus goles de café, mas por dentro pensava: tem cara que nasceu pra ser corno mesmo!
Passados alguns dias, Ricardo convidou eu e Milena para jantarmos em sua casa. Ele disse que Juliana estava chateada porque havia sido indelicada durante o evento da cerveja em não ter me dado atenção, e que iria cozinhar algo especial para jantarmos na casa deles. Eu confirmei com Milena, que topou. Levamos duas garrafas de vinho tinto e nos dirigimos ao apartamento deles. Chegando lá, Juliana nos recebeu à porta — que visão! Uau… Uma sainha micro, um top decotado que permitia ver boa parte dos seus lindos seios e com a barriguinha de fora, em um salto alto que realçava o seu bumbum redondinho. Tal como anteriormente, me cumprimentou com o mesmo sorrisinho malicioso e dois beijos úmidos tocando cada lado do meu rosto. Milena me deu uma olhada séria, como se me advertisse, percebendo algo — afinal, mulher tem um sexto sentido. Eu apenas dei de ombros e balancei a cabeça como se não estivesse entendendo, mas sabia muito bem que minha esposa havia sentido que tinha outra fêmea pronta pro sexo me seduzindo. O jantar transcorreu normalmente, ficamos batendo papo, a comida estava deliciosa — um peito de pato confitado com arroz de amêndoas e um aioli de gruyère que estavam perfeitos. Conforme bebíamos o vinho, Ricardo ia ficando mais sonolento e Juliana mais solta e ousada. Ela e Milena estavam se dando bem, conversando, até que Juliana a chamou no seu quarto para mostrar algo que conversavam sobre cremes para pele. Neste momento, fui ao banheiro e, ao sair, percebi que Juliana estava com os seios de fora e pedindo para que Milena os tocasse para ver como eram firmes, e falava: “Amiga, este creme é milagroso! Além de deixar a pele um veludo, ele firma a pele e, por isso que, mesmo aos 41 anos, eles (seios) seguem firmes, que não seguram nem lápis!” E riu alto. Elas não perceberam, mas, pela fresta, pude pela primeira vez testemunhar a beleza daqueles seios nus, e a imagem não saiu da minha cabeça. Então, empurrei a porta, e Milena se jogou para a frente de Juliana e esta, por sua vez, subiu o top rápido e ficou se ajeitando. As duas riram, e Milena disse que iria ao banheiro. Foi quando pedi para Juliana pela outra garrafa de vinho, pois havíamos tomado dois vinhos deles e um dos que eu trouxe, mas queria abrir o terceiro. Juliana respondeu: “Tá ali na cozinha, vamos lá que entrego pra você.”
Quando chegamos na cozinha, Juliana se esticou toda para pegar a garrafa que Ricardo havia colocado em uma prateleira mais alta do armário. Neste momento, não tive como desviar o olhar e pude ver boa parte do bumbum de Juliana, que devorava uma microcalcinha que insistia em tapar o que descobriria ser o que havia de mais delicioso neste mundo. Juliana sabia o que estava fazendo, me provocando e, sem pressa, se contorcia como para alcançar a garrafa, mas olhando para trás e claramente vendo minha cara de bocó sem esconder minha excitação. Ela então agarra a garrafa, se vira pra mim entregando a mesma e sussurra no meu ouvido: “Gostou do que você viu?” — eu, embaraçado, mas gostando daquela brincadeira, respondi: “Do que exatamente você está falando?” — e ela respondeu: “Não se finja de ingênuo, eu tô vendo a sua cara e outras coisas que estão se destacando em você!” E deu um sorriso malicioso que me excitava mais ainda. Então, disse: “Você diz o que vi no seu quarto ou agora aqui?” E ela então olhou para os lados para ver se tinha alguém por perto e soltou: “Quer dizer que você viu os meus peitos quando eu mostrava para a sua mulher? Além de ficar olhando pro meu bumbum aqui enquanto eu pegava a garrafa sem sequer me ajudar? Você é safado como todos os homens!” E ela deu mais um sorrisinho e saiu da cozinha na minha frente puxando a minissaia pra baixo, como se ajeitasse, para logo em seguida encontrarmos minha esposa saindo do banheiro e Ricardo, que praticamente cochilava na sala.
A partir deste momento, Juliana ficou mais sexy, sensualizando descaradamente para mim, tirando proveito de que Ricardo cochilava no sofá e Milena, já altinha pelo vinho, não percebia mais nada. Eram sorrisos, piscadinhas, mordiscar de lábios, mexidas no cabelo e até o roçar dos seus pés pela minha perna. Eu já estava explodindo de excitação, quase gozando de tanto tesão. E ao chegar em casa, mais uma vez, Milena pagou a conta do meu tesão por Juliana. Aproveitei que ela estava já bem altinha e, no elevador do nosso prédio, fui arrancando sua roupa, e já no corredor do nosso andar, meti em sua buceta, gozando quase que instantaneamente. Então fomos para o quarto, coloquei Milena de quatro, comecei a lamber seu cuzinho, intercalando com sua bucetona arregaçada e melada, enquanto ela gemia baixinho de excitação, e enquanto eu intercalava tapas na sua bunda grande de quatro e estocadas com meus dois dedos em sua buceta. Quando ela já estava a ponto de bala, enfiei com tudo minha rola em sua buceta plenamente lubrificada e, agora de uma forma intensa, a fodi por intermináveis 4 minutos, de forma intensa demais, sem parar numa meteção frenética, a fazendo urrar de tesão e dor, mas pedindo para eu gozar rápido porque estava doendo, mas ao mesmo tempo dizendo que estava gostoso. Então, arranquei meu pau da sua buceta e jorrei meu leite na sua bunda e costas, a virando com força e me jogando contra seu rosto, ainda despejando parte do meu leite em seu rosto e boca. Estávamos exaustos, meu coração parecia que iria saltar do meu corpo pela boca, e ambos caímos desfalecidos, suados e lambuzados por nossas secreções sexuais, o que deixou nosso quarto com um cheiro delicioso de sexo, que na manhã de sábado, ao acordar, ainda me estimulou a meter mais uma vez. Mas desta vez Milena se recusou a dar a buceta, porque disse que eu havia quebrado o brinquedinho, que estava toda esfolada de dor e que, se eu quisesse, era só na porta dos fundos. Apesar de não ser um apreciador contumaz de cu, o de Milena sempre foi perfeito e delicioso. Fudemos por uns 15 minutos, intercalando penetrações e estimulando seu clitóris até fazê-la gozar de verdade, quando então me permiti gozar em seu cuzinho.
O sábado foi de borestia, ambos arrastando corrente pela casa, exaustos, de ressaca, e Milena estava com um ar entre o misterioso e o desconfiado. Quando foi no início da noite, ela vira pra mim e fala: “Engraçado, faz tempo que a gente não faz sexo do jeito que rolou nesta madrugada e hoje pela manhã. O que de tão especial aconteceu para você me foder de maneira tão animal como você meteu em mim esta noite? Eu tô destruída, você não me comeu como sua esposa, como sempre transamos; me senti uma puta, me senti como se você estivesse comendo uma puta, uma outra mulher. O que tá rolando, William?” — eu então respondi: “Ué, não estou te entendendo. Quer dizer que você não gostou? Tá reclamando?” — e Milena então respondeu: “Olha só, não foge do que tô te perguntando, realmente estou intrigada. Acho que aquela mulher de ontem mexeu com você, eu tô me sentindo mal. Você me machucou, você literalmente me fudeu, eu tô sangrando na buceta. Dizer que não gostei estaria mentindo, pois desde a minha adolescência eu não era comida deste jeito, mas você não estava normal, você não estava trepando comigo, você tava trepando com ela!” — eu então disparei: “Milena, você tá maluca? Que papo é esse? Que coisa é essa? Como assim? O que a Juliana tem a ver com o que rolou entre a gente? Você sabe que eu vivo atrás de você para meter sempre, mas toda hora você foge, inventa uma desculpa. Ontem apenas tirei proveito de você estar mais altinha pelos vinhos que bebeu e resolvi te atacar com todo o tesão que venho acumulando por estes 11 anos de casado, com esta vida sexual feijão com arroz que temos. Aí você me vem com papo de que eu estava trepando com outra mulher, e que, além disso, é esposa de um colega de trabalho e amigo? Tu tá louca?!?!” — Milena então disse: “Bem, eu posso até estar enganada, mas aquela mulher não me engana. Tu sabe aquela hora que você chegou no quarto deles? Pois bem, ela estava me mostrando uns cremes que uma amiga vende pra ela, que deixam os seios dela durinhos, aí simplesmente abaixou o top que estava vestindo, agarrou minhas mãos e as colocou em seus peitos pedindo para eu sentir como eram macios e duros. Realmente os peitos dela são bonitos e firmes, mas fiquei incomodada com a atitude dela, que nunca tinha me visto, ficar me mostrando os seios, me forçando a pegar neles. Sei lá, pra mim aquela mulher é da pá virada, deve topar tudo e aquele marido dela é um trouxa. E o senhor, abra seu olho, não quero você andando com essa gente, não vou aceitar você colado nesta mulher!” — Eu só olhei, dei aquele sorrisinho amarelo e desconversei, mas era fato que minha esposa já havia pescado tudo: o quão safada Juliana era e o quanto ela havia mexido com meus instintos.