Olá, tenho 45 anos e o que vou contar é algo que ocorreu comigo naquela fase das curiosidades. Apesar de eu ser hetero, o fato aconteceu com um coleguinha de bairro, meu vizinho. Tínhamos a mesma idade. Ele morava na mesma rua. Era o caçula da família. Ao todos eram seis irmãos. Quatro meninos e duas meninas. Eu sempre ia na casa dele e ele na minha. Um belo dia, ele disse que tinha aprendido algo novo e que queria experimentar comigo, mas eu não podia contar para ninguém. Seria nosso segredo. A gente tinha que ficar algum momento sozinhos para fazer, ele disse. Eu concordei com ele, porém não fazia ideia o que seria.
Então falei:
- Pode falar, estamos sozinhos agora.
Ele respondeu:
- Estamos sozinhos, mas aqui na rua todo mundo vê a gente. Precisamos ficar escondidos também. Ninguém pode nos ver..
- Ahh entendi. Mas aí vai ser difícil. Sempre tem alguém nos vigiando. Respondi.
- Acho melhor ser na sua casa. Você é filho único, tem um quarto só seu. Lá em casa tem muita gente.
- Pode ser. Mas meus pais estão lá e eles não deixam eu ficar só com coleguinhas no quarto.
- Mas na sua casa tem garagem né? Lá eu acho que dá para te mostrar.
- Tem razão. Não é um lugar fechado, mas o carro do meu esconde a gente.
- Sim. Então vamos lá agora?
Quando eu ia responder, minha mãe grita do portão para entrar que já estava na hora do almoço. Então combinei com ele para ir brincar comigo mais tarde.
Enquanto descansava do almoço, fiquei imaginando o que seria esse segredo que meu vizinho queria me mostrar. Mais tarde ele aparece no portão, perguntando se eu queria brincar. Perguntei para minha mãe e ela deixou. Então, começamos a brincar de boneco, depois bola de gude e quando percebemos que meus pais estavam distraídos (meu pai vendo TV, minha mãe lá dentro na cozinha), ele cochichou no meu ouvido :
- Vamos brincar na garagem. Tem que ser rápido.
Eu disse:
- Vamos!
Entramos na garagem, fingindo estar brincando de boneco. Fomos aos poucos, entrando na garagem até ficar na frente do carro, bem agachados. Como éramos pequenos, ninguém conseguia nos ver. Então ele disse:
- O que eu fizer com você, você faz comigo. Certo?
- Certo! - respondi.
- Ele então, puxou minha bermuda para baixo e depois minha cueca. Eu fiquei sem reação. Meu pênis na hora ficou duro. Ele abriu a boca e colocou meu pênis todo dentro. E começou a chupar, com movimentos de vai e vem. Deu uma três chupadas e falou:
Agora é sua vez!
Eu todo sem jeito, baixei a bermuda dele também e vi pela primeira vez outro pênis. O pau dele estava duro também. Fino igual ao meu e pequeno. Eu abri a boca e coloquei todo. Comecei a chupar também. Ele até fechou os olhos de gostoso. Ai ele tirou da minha boca e disse:
- Agora vira que eu vou te chupar atrás. E eu disse:
- Certo.
Fiquei de quatro e senti a língua dele no meu cu. Dessa vez foi bem rápido. Quando terminou, ele ficou de quatro. Eu abaixei a bermuda dele, abri as nádegas e dei umas lambidas também no cu dele. E rapidamente ele levantou a bermuda e voltamos a brincar de boneco para disfarçar. Mais tarde ele foi para casa e nunca mais voltamos a fazer de novo, porque era muito difícil ficarmos sós e também porque a curiosidade já tinha sido satisfeita. Nessa época, nem esperma tínhamos, nem maldade, nem malícia, era apenas a descoberta do corpo. Sem saber tínhamos feito troca-troca, porém sem penetração ou masturbação. Esse foi o meu breve relato. Espero que tenham gostado.