AS TIAS MIJONAS
CATEGORIA: INCESTO
AUTOR: ASA DELAROCHELLE
Não sei bem a época, mas certa vez me contaram uma história, que procurei reescrever com fidelidade de como a ouvir. Não sou escritor. Apenas um contista que apanha conversas alheias e transforma-as em relatos literários.
João morava numa vila qualquer interiorana no início dos anos setenta, numa casa que ainda tinha aqueles quintais extensos, com matos, arbustos, árvores e pés de jaca, laranja, pitanga e bananeiras,
A casa era estilo colonial, que ficava defronte para uma praça, e quem passasse na calçada dificilmente veria a parte de trás. João contava nesta época uns dezesseis anos, estudava, jogava futebol nos campinhos de várzeas e gostava de ficar enfurnado num quartinho nos fundos do quintal, entre algumas árvores e canteiros de plantas diversas.
Neste quartinho estudava e lias os livros que colecionava. Tinha praticamente de tudo nas suas estantes. Mas se distraia com as revistinhas chamadas “Catecismo” de um desenhista erótico chamado Carlos Zéfiro. Eram desenhos feitos à tinta nanquim, a bico de pena sobre diversos temas sacanas, que provocavam na garotada da época fantasias sexuais e muitas bronhas.
João era um masturbador viciado. Adquiria as revistinhas das mãos de um amigo de mais idade que comprava nas bancas de jornais.
Foi por essa época que suas tias vieram do Nordeste para a casa dos seus pais.
Às vezes arranjavam trabalhos no comércio, em casa de família e outras, apenas passavam uma temporada e retornavam para o Nordeste. Eram irmãs e irmãos, sobrinhos e primos que gostavam de passar um tempo com eles.
Dessa vez vieram as três irmãs do pai; Silvana, Mariana e Juliana. Todas as três bem ajeitadas de idades diferenciadas, alegres e divertidas. E pode se dizer que não eram tão “santinhas” como procuravam aparecer.
Silvana era a mais velha, que há anos abandonara o marido. Mariana, a segunda, também fora casada e se separara, e a caçula Juliana, que já morara com um conterrâneo no nordeste.
João observava-as com discrição, comparando-as com as personagens dos quadrinhos de Carlos Zéfiro e masturbava com cada história pornográfica e excitante.
Numa manhã ensolarada estava sentado na cadeira diante de sua escrivaninha, com a porta encostada, quando ouviu passo no chão do quintal. Levantou-se e sem abrir a porta, olhou pela fresta superior e viu a tia Silvana, que caminhava por entre o mato, como se procurasse alguma coisa.
Ficou quieto e em silêncio absoluto, observando-a. Ela parou atrás de um largo pé de jaqueira, olhar para os lados, afastar as pernas e começar a urinar.
Estarrecido João viu o jato varar a terra e deduziu logo que a tia não usava calçola já que urinava em pé e de pernas afastadas. As pressas tirou a rola de dentro do calção e iniciou uma acelerada punheta. Ela soltou o jato rápido, mas foi tempo suficiente para que ele enchesse os dedos de porra. Gozou com o coração batendo acelerado.
Acabando, ela olhou pelos lados da árvore e para a porta do seu quartinho. Rápido ele tirou os olhos da fresta. Ouviu-a caminhando de volta para a frente da casa.
Para que ela não desconfiasse que ele estava o tempo todo dentro do quartinho, só apareceu bem mais tarde dentro de casa.
Desse dia em diante João ficou na expectativa de voltar a fraguar a tia mijando no quintal.
É lógico que essas expectativas se estenderam por dias e dias, fazendo uma espécie de espionagem atenta e calculada como um verdadeiro James Bond, e ficou sabendo de todos os hábitos não só da tia Silvana, mas delas três.
A tia Silvana agia exatamente como se estivesse morando na roça, embora tivesse mictório dentro de casa. E mijava no quintal, quando tinha certeza que ninguém da casa se apercebia disso.
João passou a ficar o tempo todo espiando pelo vão de cima da porta, e toda vez que estava lendo ou vendo suas revistinhas de sacanagens, mantinha um silêncio sepulcral para que elas não soubessem que ele se encontrava dentro do quartinho.
Calculou que se a tia Silvana tinha esse costume de fazer suas necessidades fora de casa, no mato, como se estivesse no interior, as outras, Mariana e Juliana também usariam o quintal para urinarem.
E foi o que ocorreu nos dias seguintes.
E era sempre pela manhã ou a tardinha que elas iam fazer isso.
Num outro dia, ouviu passos e rápido se posicionou na fresta, de olhos fixos no vão, e viu a tia Mariana, que em passadas cuidadosas se acercou do tronco da jaqueira, olhou ao redor, ergueu o vestido e se acocorou.
João arregalou os olhos, estupefato. O que via era enlouquecedor. Ela estava bem defronte para o vão da porta, e tão visível quanto uma esmeralda num sol intenso.
A tia era branca dos cabelos castanhos e bem-feita de corpo.
O entre pernas aparecia nítido, com uma cabelama escura no fundo de umas coxas compridas e grossas. Usava sandálias de couro.
João estarrecido tratou de tirar a rola para fora e bater uma punheta.
Porém antes que a tia Mariana começasse a urinar, a irmã Juliana apareceu e vendo-a agachada disse:
— Estou com vontade de urinar também mana!
Juliana era baixa, encorpada, de pele trigueira e cabelos escuros. Vestia saia e blusa, e do mesmo jeito da irmã, calçava sandálias trazidas do nordeste.
Bonita e sorridente olhou para frente, para os lados e até principalmente para a porta do meu quartinho, enquanto Mariana despejava os jatos de urina, ela perguntou:
— E Joãozinho? Onde anda?
Mariana fez um muxoxo, respondendo:
— Sei não Julinha. Deve estar em algum campinho por aí!
......A tia Juliana, então levantou, ou melhor, arregaçou a saia e prendendo a barra na cintura, se agachou ao lado da irmã deixou vê que estava sem calçola.
Com o coração saltando, João não acreditava. As duas tias urinando ao mesmo tempo, mostrando seus púbis peludos e de diferentes aspectos. Era algo que não esqueceria jamais.
......As coxas de Juliana eram curtas, porém roliças e morenas, deixavam a mostra uma maçaroca de pelos escuros, que parecia mais uma manga de tão inchada, coberta de cabelos. Não demorou muito para esguichar um jato amarelado contra o chão arenoso.
Olhando para o xixi da irmã que ia demorando aos poucos, a caçula disse:
— Aninha, você nem imagina como ando com uma vontade dos diabos, de dá uma boa bimbada!
Mariana deu uma risada descarada e respondeu:
— Não é só você não irmã. Eu também estou precisando de um pinto! Aliás, nós três estamos necessitadas de um. Silvana está criando teias de aranhas na priquita. Ra! Ra! Ra!
Juliana caiu na risada, também.
— Há! Há! Há! Há! As três com os xibius pegando fogo e cheios de poeiras e teias de aranhas. É o fim do Mundo!
Ouvindo-as e vendo aquelas apetitosas pudendas pingando urina, João depenava a sabiá com uma velocidade impressionante, e quando as tias terminaram de urinar, esguichou sua porra contra a porta, mordendo os lábios para não grunhir alto.
Felizmente a porta era baixa e dava até para ficar meio encurvado, enquanto se masturbava. Apertou e balançou o seu não tão pequeno pau. Limpou-se com pedaço de pano, enquanto seus olhos grudados na fresta da porta viam as tias se levantarem, abaixar as roupas e deixarem o local.
Desse dia em diante João marcou uma acirrada vigilância na fresta da porta e nas tias.
Sabendo que elas não usavam o mictório da casa, preferindo o quintal, como faziam na roça, não arredou mais pé do seu quartinho.
Viu-as diversas vezes acocoradas urinando e até Adelina, sua prima, filha da tia Silvana, que parentes maldosos, diziam que ganhava a vida na Zona de Santos. João não tinha certeza disso nesta época, mas a moça, sempre que aparecia para visitar seus pais, era dentro de um luxo caro e arretado.
Sua atenção, no entanto, estava voltada inteiramente para as três tias mijonas.
Por mais de dias, espionou-as religiosamente.
Quase não saia e até as peladas nos campinhos diminuiu, sempre ligado na espionagem pela fresta da porta.
Um dia em que seus pais haviam saído para uma compra, se refugiou no quartinho e ficou na espreita de que uma das tias aparecesse para esguichar seus mijos.
Ficou de cedo até as oito ou nove horas, atento.
Um pouco antes de bater oito e meia, ouviu vozes perto das árvores, e imediatamente se colocou no seu posto de observação.
Eram Silvana e Juliana que pararam ao lado de uma jaqueira. Ambas estavam de saias e por uns dez segundos conversaram. Ouviu a caçula perguntar:
— Você acha que é isso Silva?
A mais velha deu uma gargalhada, retrucando:
— Se acho mana? Tenho é certeza absoluta! É só confirmar!
A caçula riu achando graça de não se sabia do que, e cochichou no ouvido dela alguma coisa que João não dava pra ouvir. Silvana então, levantou a roupa e se agachou para mijar. Juliana ficou em pé por alguns instantes e a mais velha olhando de baixo para cima indagou:
— Não vais urinar mana?
Ao que a caçula sorrindo, retrucou:
— Acho que não irmã. Perdi a vontade. Vou é tomar um pouco de café!
João de olhos grudados na brecha, viu quando Juliana caminhou em direção a casa e saiu do seu campo de visão.
Sozinha a tia mais velha começou a soltar os jatos de urina por entre os pelos escuros de sua vagina. João já se encontrava de cacete de fora, castigando cinco contra um, sem dó nem piedade.
Não estava nem na metade de um gozo, quando de repente, com um supetão a porta se escancarou e a tia caçula se mostrou a sua frente, olhando para ele com uma cara amarrada.
Surpreendido, flagrado, descoberto, nosso pobre espião, viu-se completamente sem ação. Não esperava tamanha surpresa.
A tia Juliana viu-o com a rola na mão, se masturbando. Ficou completamente desconcertado e envergonhado.
A mais velha, Silvana, ainda acocorada, expelindo as ultimas gotas de urina, rindo a valer, exclamou:
— Não falei Juli! Está vendo ele se punhetando nos espiando urinar!
Bem em cima de João, a tia Juliana esbravejou:
Safado! Batendo punheta enquanto nos olhava, eh?
João não sabia o que dizer, mas viu a tia mais velha se levantar, ajeitar a saia e dizer a irmã.
— Se arrume aí com ele mana. Vou pra dentro. Zequinha e Rosalinda só voltam lá pra depois da merenda!
Juliana replicou:
Tá certa irmã. Vou conversar com este safado!
A tia mais velha sumiu pelo canto da casa e Juliana então o empurrou para dentro do quartinho, fechou a porta, passou a tranca e disse:
— Ah! Que dizer que se masturba o tempo todo vendo a gente mijando. Éh?
Ela olhou para seu membro, que apesar do susto não amoleceu nem um tiquinho. Continuava empinado como uma espada numa mão. De olhos fixos nele, a tia disse:
— Caramba! Ainda está assim!? É um taradinho e tanto, hem? Acho que vou falar pra Zequinha dessas suas safadezas.
Aí João ficou em pânico. Se o pai soubesse destas presepadas dele, podia preparar o lombo, porque seria uma surra de arrancar o couro, e seu Zequinha não era de brincar e principalmente a mãe: Seriam duas sovas de lascar.
Estremeceu diante da ameaça. Já ia implorar e até se ajoelhar diante da tia para que não o entregasse, quando ela disse:
— Só não falo pro meu irmão ... se você me prometer uma coisa!
João então gaguejou, indagando:
— O ... quê ... titia? Pode ... dizer! Faço ... o ... a... senhora ... quiser!
Balbuciando isso, fez menção de subir o calção, mas a tia o impediu, segurando-lhe as mãos. Segurou seu pinto, declarando:
— É isso que quero garoto! Se me dê não falo pro seu pai. E prometer que não fala pra ninguém!
João entende de imediato qual era a intenção e a proposta da tia caçula. Ela queria meter com ele, e isso era uma chance que ele não poderia deixar passar de jeito nenhum. Até aquela data só tinha batido punheta e comido as mulheres de tintas de Carlos Zéfiro, nos Catecismos de Sacanagens. Nunca tinha visto ou tocado numa boceta de verdade. Era virgem e ainda trazia o chamado cabresto na chapeleta do prepúcio. Por isso não titubeou.
Jurou que nunca falaria daquilo a pessoa alguma. Fez juras pra tudo que foi santo.
A tia Juliana abriu-se em sorrisos, dizendo:
— Não ponha os santos no meio disso! Então, estamos combinados? Se faltar com sua palavra pode crê que quem vai lhe dá de pau sou eu.
Ele esboçou um sorriso, balançando a cabeça.
Juliana não largou seu caralho. Apertava-o com força, como se quisesse esmagá-lo ou como estivesse com uma saudade doida de segurar um.
Na parede do quartinho tinha um velho colchão encostado. Estava al há tempos. Seu pai tinha comprado camas de casal, justamente para acolher as visitas dos parentes que chegavam do Nordeste. E servia para o irmão Geraldo, dormir na sala ao vir visita-los de quando em quando.
Foi esse colchão que a tia arriou no chão de cimento, declarando:
—Vem garoto! Me fode. Não podemos demorar!
Às pressas se deitou. Suspendeu a saia, dobrou os joelhos e abrindo as coxas, puxou-o para cima dela.
Agora, mil vezes mais surpreso, com o peito batendo como um tambor, João se encaixou entre as roliças coxas, e de calção arriado até os tornozelos, com a mão dela acertando , dirigindo-lhe o pinto para a brecha da boceta, penetrou-a num instante.
Juliana estava molhadinha, e só gemeu quando o pau entrou com tudo.
Como foder é um dom natural da Providência, João iniciou os vais e vens com todo o vigor de sua jovem e sedenta adolescência. Era a sua primeira fornicação e não poupou fôlego para satisfazer a luxuria reprimida dele e da tia.
A mulher há tempos e tempos distantes de uma boa foda, grunhiu e rosnou ao sabor da rola do sobrinho. Gozou feito cascata, descobrindo que o garoto era um potro indomável. Fez-a até peidar e transpirar de tanto que bateu seus pentelhos contra o púbis dela.
A caçula nem se importou com o momento dele despejar sua porra no fundo do seu útero. Não tinha receio de uma gravidez, apesar de ainda não estar na menopausa. Tanto ela quanto as irmãs haviam trazidos ervas que evitavam prenhes nas bagagens.
Por isso deixou o garoto gozar a valer.
Foi um colóquio de uma meia hora e assim que acabaram se desligando, ela se levantou. Ajeitou a roupa e destrancando a porta, antes de pôr um pé fora, disse a João:
— Nada de falar disso a quem quer que seja, viu!
O rapazinho assentiu. Juliana o beijou e se foi.
João ficou ainda no quartinho por um espaço de tempo, pensando no que tinha acontecido, e só então foi que se apercebeu que seu prepúcio doía pra caramba.
Tinha machucado a cabeça do pau e foi por isso que na hora que a penetrou sentiu que ela estava fechada demais. Foi o próprio João que contou que era virgem e sangrou na primeira vez em que fez sexo.
“E como sou um contador de histórias eróticas, não custa nada dá uma bisbilhotada na nossa querida Juliana. Néh? Saber de pertinho sua opinião em ter seduzido o filho do irmão mais velho.”
Saindo do quartinho, ele foi para o quarto da casa, onde encontrou as irmãs, Silvana e Mariana.
Logo que entrou, Silvana curiosa, indagou:
— E aí mana. Como foi?
Sentando-se na beirada da cama, a caçula respondeu:
—— Manas! O garoto é uma fera. Fiquei todinha cheia e doida pra burro!
Pegou um pedaço de pano, abriu as coxas e se limpou.
Olhou o pano e viu que estava sujo, com manchas de sangue.
As irmãs, que observavam, olhando-se, rindo. Silvana, disse num ar de gozação:
— Ih irmã. Parece que tua menarca desceu!
Mariana riu divertida, emendando:
— Ou então perdeu o cabaço pela segunda vez! Ra! Ra! Ra!
Mas, Julinha, olhando ainda o lenço tinto de sangue, exclamou:
— Espera aí suas tontas. Minha regra está longe de descer. E se não sou nenhuma mocinha inocente, este sangue não é meu! Estava há tempos sem vê uma rola, mas não sou tão apertada para verter sangue desse jeito.
Foi Silvana quem exclamou:
— Caramba! Pelas barbas do Profeta do Sertão. Então fostes tu que tirastes o cabaço do garoto!
Mariana pegando o pano das mão da caçula, olhou-o sentenciando:
— Por Padim Cícero. Irmã! Joãozinho era virgem. Isto é sangue do cabresto dele!
A caçula e a mais velha acabaram concordando, e mal sabiam que nessas alturas, o sobrinho se encontrava dentro do mictório, lavando o calção que viu manchado de sangue, e não queria que a mãe visse, quando o lavasse.
Olhava o pinto. Arregaçou-o a pele que envolve a cabeça, e verificou que o cordãozinho que descia pela divisão do seu prepúcio, estava rompido e em carne viva.
Ardia e doía ao mesmo tempo.
Quem ficou na saudade foi Silvana. Que havia instigado a irmã caçula a dá para o sobrinho, pois sabia que como a moça perde a virgindade num dia, somente dentro de uma semana é que estaria apta a uma segunda relação sexual. E apesar dos seus quarenta anos, achava que com os homens não tinha muita diferença.
O hímen era dentro das moças, porém o cabresto dos homens se localizava entre a cabeça e o corpo do membro. De qualquer forma, ela e Mariana teriam que esperar alguns dias.
As mijadas continuaram. Agora as três tinham certeza de que João a espionava, e safadas como eram, faziam questão de se demorarem agachadas, urinando e mostrando suas variadas cabelamas.
É lógico que João as via e passado os dias de sua recuperação, elas aguardavam que o irmão e a cunhada se ausentassem de casa, para darem em cima do filho adolescente.
A bola da vez seria a segunda irmã, Mariana.
A oportunidade apareceu quando os pais de Joãozinho foram para a capital e só retornariam na segunda-feira. As três tias ficaram responsáveis por ele e pela casa, e foi tudo que elas queriam.
Juliana, a caçula já andava seca depois de tê-lo descabaçado. Mariana e Silvana. Então. Subiam as paredes, ouvindo-a relatar que o rapazola tinha uma herança de assustar até égua.
Elas só não partiam juntas para cima do sobrinho, porque mesmo sendo safadas, ainda mantinham uma pontinha de escrúpulo e não eram propícias a bacanais.
Nesse dia em que os pais dele foram para a capital, Mariana disse as outras duas:
Manas. Hoje é a minha vez! Vou lá fora urinar. Fiquem aí, viu!
E foi.
João já se encontrava no quartinho e viu quando ela se acocorou nos pés das jaqueiras. Enrolou a saia propositalmente, sabendo que ele a olhava, e naturalmente, ficaria excitado.
Assim que terminou o mijo, se ergueu e marchou para a porta do quartinho. Abriu-a de supetão e entrou, ficando colada a João, que do mesmo modo de Juliana, tinha o pau na mão.
Encarando-o a mulher disse:
— Não precisa se masturbar Joãozinho! Estire esse colchão e vamos ao que interessa!
Sem pestanejar o rapaz fez o que a tia pediu.
Mariana se deitou, arregaçando a saia e pediu quase chorosa:
—Vem. Mete em mim!
O rapazola só fez abaixar o calção, se ajoelhar entre as coxas dela, acertar o membro na brecha vaginal e a penetrar.
Por uns vinte minutos fuderam com vontade, e a nordestina matou a sua secura de sexo, prazer e gozo. Nunca teve tantos orgasmos na sua vida como nesse dia.
Quando acabaram e ela satisfeita entrou na sala da casa, encontrando Silvana e Juliana, sentadas vendo televisão, a mais velha, logo perguntou:
— E aí mana. Como foi?
Ela rindo cinicamente, respondeu:
— Maravilhoso! O garoto é realmente admirável!
— Não falei! — Exclamou Juliana.
Silvana interpôs-se, decretando:
— Amanhã logo cedo é minha a vez!
O dia seguinte era um sábado. João como de costume levantou cedinho, se dirigiu para o quartinho, ansioso.
Estava diante a escrivaninha, vendo um dos “Catecismos” de Carlos Zéfiro, a Tia Laura, quando a porta se abriu.
Nem se deu ao trabalho de esconder a revistinha de sacanagem. Era a tia Silvana, que com seu corpão ocupou todo o vão da porta. Sem dizer uma palavra, entrou e foi puxando o batido colchão para o chão.
João deixou a revistinha sobre a mesa, e em silêncio abaixou a roupa, ao mesmo tempo que a mulherona enrolava o vestido na dobra da barriga, expondo seu vasto púbis coberto de pelos escuros. Não usava calçola.
Silvana era a mais bonita e a mais bem-feita das tias.
Tinha um par de pernas admiráveis e uns peitos redondos e rígidos. Só teve um filho, aliás, uma filha por nome de Antonieta.
Deitada, abriu a blusa em instantes, deixando os mamões expostos, e como João, já estivesse ajoelhado no meio de suas pernas, abraçou-o pelo pescoço. Puxou-o para cima dela, implorando:
— Chupa meus peitos querido! Chupa-os!
João nunca tinha feito tal coisa, mas com caiu de boca naquelas tetas como um menino esfomeado.
Ao mesmo tempo em que o segurava pela nuca, apertando sua boca contra os seios, com a outra mão Silvana agarrou-lhe o pênis e o guiou para sua boceta.
Ele a penetrou com vontade, chupando os redondos e duros seios. Sentindo sensações jamais experimentadas.
A tia se sacudia, grunhindo com voz rouca:
— Mete! Mete querido! Sacode... esta ... porca ... velha! Vamos filho! Chupa ... esses ... peitos ... com ... força! Bate essa pica no meu xibiu ... com ... vontade!
Elevou tanto a voz, que as irmãs, fora, bateram à porta e Mariana, reclamou:
— Ei silva! Não grita, não!
— tá dando pra ouvir lá na rua! — Emendou Juliana.
A tia grunhindo na rola, respondeu com um — Vá pra merda! Mas, diminuiu o escândalo que fazia, apertando o sobrinho com fúria indescritível. Mesmo assim, as irmãs ouviram seus grunhidos lamuriantes:
— Ohhhhohhh! Ooooooo! Foooddda-se! Ahhhahhhahhh!
A caçula e a do meio se entreolharam e Mariana disse:
— Vixe! A velha endoidou!
Juliana riu, retrucando:
— Também poderá, né? Há anos sem dá uma bimbada, não é mole não!
Elas se afastaram, mas antes a caçula disse na porta:
— Manera aí, viu!
Dentro, Silvana se esbaldava a cada entocada que recebia. Estava toda peguenta, assim como o sobrinho, suado de cima a baixo.
Quando se sentiu saciada, a tia gemeu:
— Chega ... de ... peleja ... Joãozinho!
Ele parou. Tinha ejaculado aos montes. Saiu de cima dela e sentou-se na cadeira.
A mulher levantou-se, ajeitou a saia. Beijou-o e abrindo a porta se foi. O rapaz voltou a suas revistinhas de sacanagens, abrindo bem numa página em que um padre metia na bunda de uma beata de igreja.
Olhando o desenho em preto e branco, não deixou de pensar nas bundas das tias, e se perguntou. — Será que elas dão os tobas?
Ficou pensando nisso um bocado de tempo. Matutou “Não custava nada tentar.”
Juliana e Mariana estavam na cozinha preparando o almoço, quando a mais velha entrou. Foram logo indagando:
— Como foi à peleja?
Silvana apertou a virilha por cima da roupa e respondeu, fazendo uma moganga:
— Xi! Tô com o xibiu num verdadeiro mulambo!
A caçula e a do meio caíram na risada e Silvana concluiu:
— Eita cabra arretado! Me deu uma pêîa da peste! Tô toda afolozada.
Respondendo isso, correu para o mictório fazer sua higiene.
Ainda era domingo. Seu Zequinha e a mãe só retornavam na segunda a tardinha. Tinha bastante tempo para fazer o que quisessem.
Elas se revezaram nesta putaria incestuosa, que era algo extremamente irreal, emocionante e profundamente gostoso.
As tias sabiam disso, e sabiam que não durariam por muito tempo. teriam que retornar a roça no Nordeste. E o negócio era aproveitar ao máximo.
Elas poderiam muito bem fornicarem com o garoto dentro de casa, porém não seria certo fazer da residência do irmão uma casa de tolerância, embora nenhuma delas fosse quenga. Eram apenas mulheres que queriam ter prazer enquanto fossem vivas e desejáveis.
“Não posso afirmar que fosse esse o pensamento das três. Sou apenas um contista e logicamente faço minhas deduções, se acertadas ou não. E seguindo os relatos do próprio João, as ditosas tias preferiam o quartinho, que o interior da casa do irmão, numa clara evidência de respeito ao mano mais velho, senhor sério e estritamente honesto. Se soubesse do que ocorria, as consequências não seriam nadas boa, nem para o sobrinho e nem tão pouco para elas.”
Assim, na manhã de domingo, quem saiu para mijar no quintal, foi Mariana, a segunda naquela estranha hierarquia estabelecida por elas mesmos.
A mulher se agachou e arregaçou o vestido de chita, deixando vê os pelos crespos, escuros.
Sabia que ele se encontrava na porta e jogou o xixi com vontade. Parecia que as três tinham torneiras instaladas nas uretras, ou então abarrotavam as bexigas d’água antes de irem dormir.
Derramando o líquido amarelado, Mariana não despregou os olhos da porta do quartinho. Olhando-a, Joãozinho se preparou, pois assim que acabasse, ela correria a procurá-lo ali dentro.
Terminando o xixi, Mariana se ergueu e caminhou para a porta, que se abria para fora.
João já tinha deitado o colchão e assim que a tia puxou a porta, encontrou-o sem calção, de membro ereto. Ele a arrastou para seus braços, beijando-a e arregaçando a saia, desnundando-lhe a bunda, e passando os dedos entre as roliças bandas.
A segunda surpreendeu-se. Pela primeira vez o rapaz tomava a iniciativa. Abraçava-a e a beijava com um fulgor que ainda não conhecia.
Ela correspondeu do mesmo modo, segurando-lhe o pênis, e retribuindo os beijo, chapando-lhe os lábios quentes e grossos. Ela estranhou foi os dedos no rabo, bolinando no seu cu.
Estremeceu. Os pelinhos de todo seu corpo se arrepiaram. Achou excitante, mas se perguntou se o rapazote estava com a intenção de seu toba.
Ela já tinha uma experiência dessas quando morava com Mané. Um cabra muito safado, que andava com outras mulheres, comia jumenta, cabritas e galinhas. Foi por isso que o largou há tempos. Mesmo assim, por mais de uma vez, ele comeu seu fiofó. E ela não achou ruim, não.
Sentindo os beijos e as carícias de Joãozinho, a tia lembrava-se de seu passado, com a convicta certeza, que o sobrinho queria enrabá-la.
As mãos foram ligeiras e exatas, demonstrando que o garoto era bem escolado na putaria. Por um momento, desgrudou a boca da dela, cuspiu numa e com a rapidez impressionante encheu a regada de sua bunda de cuspe, melando densamente as beiradas do seu toba.
Mariana completamente envolvida pela iniciativa inesperada do sobrinho, deixou-se curvar, ficando de quatro sobre o colchão, com a bunda inteiramente voltada para ele.
João, vendo que ela se deixava dirigir, não perdeu tempo, fazendo exatamente como os personagens das historinhas safadas de Carlos Zéfiro: ajoelhou-se atrás daquela bunda larga, redonda e fofa: passou a chapeleta da rola pela encharcada buceta: enfiou uma dúzia de vezes e logo em seguida, acertando-a entre as pregas, começou a sonorizá-la.
Quando Mariana se deu conta, o peru já estrava no seu toba.
Mulher da roça, habituada a sacanagens, se viu segura pelas cadeiras por umas potentes mãos de moleque, enquanto o pênis lhe percorria a veia de cagar.
O pau entrou meio seco, apertado e dolorido, mas entrou, fazendo-a gemer, grunhir e sentir todo tipo de sensações até então esquecidas. Ela gemeu baixinho:
— Aaaaiii ... aaaaiiii .... de-va-gar ... uuuuiii!
O certo é que Joãozinho a enrabou durante uma meia hora. Mariana deu socos no colchão, se lamuriou, mas não fez nenhum movimento para fugir da situação. Aguentou a rola entre ais e uis.
João só parou os vais e vens quando soltou toda a sua porra dentro do cu dela.
Assim que ele puxou o cacete, ela se levantou, abaixou a roupa e tratou de se arribar meio descabreada. Nem sequer tinha gozado. Não se despediu dele. Saiu parecendo que estava com a bexiga.
João não se importou, mas pegou um pedaço de pano para se limpar. A tia tinha um toba quente e gostoso, que o fez se lembrar dos personagens das revistinhas que estavam em cima da sua mesa de trabalho. e uma delas era com o título de João Cavalo.
Um sitiante que comia éguas e mulheres com uma benga que não tinha tamanho. Comeu até a dona da fazenda, enrabando-a de tal maneira que a mulher ficou toda arrombada.
Pensando nesta história, limpou-se e acabou olhando para o pano, ficando surpreso, que tinha nódoas de merda e resíduos de sangue. Balbuciou:
— Arre! Que égua! É por isso que saiu destrambelhada.
A segunda entrou na casa e deu de cara com as irmãs, que curiosas como eram, queriam saber como fora o “embate” com o sobrinho.
Silvana e Juliana só ouviram ela exclamar:
— Estou “só o buraco e a catinga”
E entrou no WC, trancando a porta. As duas se entreolharam e a mais velha vaticinou.
— Parece arretada!
Elas ainda ouviram Mariana dando uma ruidosa cagada.
Juliana comentou com um riso:
— Rararara! Tá com cara que deu foi o toba.
Silvana retrucou com o mesmo cinismo.
— É! Será que nosso garoto é chegado num fiofó?
A segunda riu outra vez, deu de ombro, dizendo:
— Sei lá! Amanhã vou descobrir isso!
Mas, a mais velha bateu no ombro da segunda e disse:
— Mana. É melhor fazer isso ainda hoje. Lembre que Zequinha volta amanhã depois do almoço, e logo cedinho e minha vez. Esqueceu?
A caçula dirigindo-se a cozinha, retrucou:
— Como Silva? Joãozinho não já deu uma bimbada. Acha que ele vai está acesso o tempo todo?
A mais velha se aproximou da irmã, deu-lhe um tapinha na fronte, dizendo:
— Deixa de ser tonta Juli! João não é como aqueles “mundiças” a quem damos nossos xibius. É moço! Arretado. Não nega fogo. Lá pra tardinha o moleque tá novinho em folha!
Mexendo a panela com a colher de pau, Juliana disse:
— Êh mesmo! Vixe! Vosmecê tem razão.
João se alimentou convenientemente bem e lá pelas 13 ou 16 horas já estava no velho quartinho, quando a tia Juliana se acercou da privilegiada jaqueira para urinar, que as três sabiam que era uma forma garantida de provocá-lo e excitá-lo.
Não demorou nem vinte minutos para que a porta se abrisse e Juliana entrasse, sem dizer uma palavra sequer. O sobrinho já se encontrava de chibata erguida.
“Ouvindo João contando essas aventuras, interrompi-o e indaguei:”
“— Espera aí amigo. Com todas essas intimidades entre vocês, como era o dia a dia com elas?”
Sorrindo João respondeu:
— Era normal Antony. Fora do clima das urinadas, minhas tias agiam como se nada estivesse acontecido. Conversavam comigo sérias, como boas senhoras e honestas mulheres. Como parentes, sobrinho e tias e até com restrito respeito. Acho que elas gostavam da sacanagem em torno do ato de micção. Talvez fosse isso que as excitassem e provocasse tanto tesão em mim. Sei lá! Só sei que foi maravilhoso e divino enquanto durou naquela época.
“Concordei com João e ele continuou.
Assim que entrou, fechou a porta e foi logo agarrando minha chibata com mão ávidas.
Beijou-me sedenta, com sua boca quente e de hálito gostoso.
A tia Juliana era a mais pitéu delas três. Tinha uns peitos ainda durinhos e uma bunda que fazia inveja até numa tanajura.
“Do mesmo jeito que fiz com Mariana agi com Juliana.”
João levantou-lhe a saia e como calçola era coisa que nenhuma delas usava, abraçou-a, levando a mão arrebitada bunda. Enfiou os dedos entre as nádegas buscando o fiofó.
A terceira estremeceu.
“Aí arriei o calção”. Virei-a de costas e acertei o pinto no meio de sua xereca. E curvei-a e enfiei a chapeleta na racha. Fui fundo somente para lambuzar a bimba e fazer minha tia experimentar os gozos que queria e procurava. Isso tudo de pé. Fodi-a por algum tempo até que ela gemendo gozou.”
Com a pretensão ou intenção de sodomizá-la, João ainda indo e vindo na boceta dela, jogou o colchão no piso, e a fez ficar de gatinhas. Do mesmo modo de Mariana, cuspiu umas duas vezes na mão e com saliva e gosma, melou a regada da bundona, deixando uma boa quantidade no botico. Em seguida, lambuzou a rola, acertou a glande no ânus e começou a empurrar.
A mulher cantarolou como um cururu, de testa enterrada no colchão. João aproveitou para lhe escancarar as bandas das nádegas e passou a dá seguidos vai e vens. A cada entocada ela gemia, sacudida pelas sucessivas empurradas que o garoto dava.
Quando João chegou ao auge, descarregou toda a sua gala dentro do toba dela.
Mariana só grunhia, e só parou, quando ele puxou o membro, se sentindo plenamente satisfeito. O pinto saiu melado dos mucos anais.
Ao se ver livre das mãos do sobrinho, a mulher se levantou numa pressa danada.
A tia Mariana saiu correndo, com a saia presa na cintura, e se agachando atrás dos pês de bananas, obrou feito uma mula. Cagou a despejou, merda e porra., olhando para mim, imóvel no vão da porta, pelado da barriga para baixo e ainda com a chibata dura, respingando gala.
“Fiquei rindo vendo-a daquele jeito, evacuando. Ao terminar, ela arrastou alguns matos secos e se limpou igualzinho como fazia na roça.”
Logo se levantou, abaixou a sai e se mandou para dentro de casa.
“Esse dia foi muito auspicioso para mim. Tinha comido minhas duas tias e seus apetitosos buticos. Até hoje não sei se a segunda era cabaço no furico. Aliás, nenhuma delas, já que me contavam nada sobre suas vidas no Nordeste.”
“Algum tempo depois, já pertinho da noite, ela voltou ao quintal e com um pedaço de madeira enterrou os excrementos pra não ficar fedendo. Observei tudo pela fresta da porta.”
Depois do jantar, as três conversavam no quarto, e mais velha indagou a segunda:
— E aí Mari! Como foi a carimbada?
Mariana olhou para Juliana, e voltando as vistas para Silvana disse:
— O moleque gosta de um chicote!
Tornou a olhar para Juliana, fez um muxuxu e exclamou:
Arriégua! E como! Parece birô por um toba!
Silvana arrematou:
Também, abirobado por essas putarias nas revistinhas, não é pra menos!
A segunda junto com a terceira riram e Mariana declarou:
— Te prepara mana ... que Joãozinho vai papar teu toba!
Silvana deu de ombros, dizendo pra si mesma:
“— Tô nem aí. Já dei o carritel pra mais de uma vez!
Por sua cabeça passou relapsos de sua vida na roça, quando ainda moça se envolveu com um “coroné” de uma fazenda vizinha. Homem poderoso, cheio de “raparigas”, que montado num cavalo baio, aparecia vez ou outra nas grotas para lhe enrabar.
Nesta época ainda não era casada, e o coronel Serqueira sabendo que estava noiva, respeitou-lhe a virgindade, mas a descabaçou-a pela porta detrás. Não foi só uma vez, não. Foram muitas. E o velho dono do engenho tinha uma bimba arretada. Arrancou-lhe todas as pregas.
O velho (que não era tão velho) recompensava-a com generosos cruzeiros. Acabou até gostando de dar o toba.
Seus pais e irmãos nunca ficaram sabendo disso.
Essa história com o coroné fazendeiro só acabou quando perto de se casar, Sirqueira foi picado por uma cobra venenosa e acabou morrendo.
Se não fosse isso, teria continuado dando o fiofó por muito tempo.
Dormiu pensando em suas aventuras nordestinas, e na manhã, logo pela manhãzinha estaria acocoradinha urinando só para o sobrinho vê.
Ainda matutou em procurá-lo no quarto onde dormia, mas desistiu. Preferia o conhecido quartinho dele.
A segunda-feira amanheceu ensolarada. Silvana levantou primeiro. Coou café, fez beju e deixou tudo pronto para as manas e o sobrinho.
Joãozinho fez o desjejum e logo se refugiou no quartinho. Silvana observou-o discretamente e viu quando ele deixou a casa.
Ficou atento.
Logo a tia apareceu. Eram umas oito e meia mais ou menos.
Vestia uma das saias de chita e olhou para a portinha. Sorriu, ergueu a vestimenta e se agachou, mostrando a cabelama tipo sapo-cururu, que em instantes começou a soltar esguichos meio amarelados.
Dentro do quartinha, instantaneamente João ficou de rola ereta.
Assim que Silvana acabou, se levantou rápido e de alpercatas caminhou na direção da porta. De benga de fora e calção arriado até nos pés, antes dela puxar a porta, ele a abriu e a puxou para dentro.
Agarrou-a, beijou-a pelo pescoço, e abrindo-lhe a blusa caiu de boca nos pontudos e rugosos bicos.
A primeira se surpreendeu. O sobrinho estava se manifestando de um jeito bem diferente das outras vezes. Como as outras irmãs, também adorou que ele tomasse atitude. Ficava mais excitante, e dava um ar de inteira cumplicidade da parte dele. A saia era de elástico, no mesmo instante tirou-lhe a blusa, que caiu junto à saia.
Silvana ficou completamente despida. Seu corpo quase sessentão ainda mantinha uma certa beleza. Sentiu-se um tanto desconcertada. Acanhada, talvez, pelo sobrinho vê como realmente ela era despida.
Porém, Joãozinho não estava nem ligando para isso. A tia até que possuía um corpo bem ajeitado. O que lhe importava era o que pretendia fazer, e nem sequer a achava feia ou desengonçada. Não se tratava de um pitéu, mas ainda tinha carnes duras e lisas nos lugares certos.
O moleque se livrou de suas roupas.
Os dois nus, não perderam tempo. a boca do sobrinho chupou os turgidos seios da tia, a barriga e foi parar na montanheira de pelos do púbis dela.
A mais velha, quando se deu conta, estava de pernas abertas, com Joãozinho agachado, forcejando-lhe priquita feito um louco, ou feito um porco quando ataca um cocho cheio de lavagem.
Joãozinho olhava a bocetona aberta diante de seus olhos. Tal e quais animais do campo, não deixou de aspirou o odor intimo que emanava daquelas carnes expostas, e ao tocar a língua no talho escondido entre os pelos, o característico gosto, ligeiramente salobro, invadiu lhe o paladar. Isso não pode evitar e nem tão pouco lhe causava qualquer nojo.
Silvana titilou de tesão. Estremeceu da cabeça aos pés, não acreditando no que estava acontecendo. Arrepiou-se até nos pelos em volta do fiofó.
Era algo que nunca lhe tinham feito.
Achou que o garoto tinha endoidado, mas adorou esse desconhecido jeito de procurar prazer. Até aquela idade, homem nenhum tinha posto a boca nas sias partes íntimas.
O coroné só sabia comer sua bunda e o marido a sua xereca. Agora aquele menino ainda cheirando a leite, vinha com tão desconhecida e estrambólica novidade.
Adorou quando arreganhou as coxas, e o sobrinho, acocorado, enfiou nariz, boca e língua nos beiços de sua boceta, pegando suas carnes e seus pelos com os dentes.
Urrou alto, que teve a impressão que foi ouvida pelas irmãs dentro de casa.
Para não caí teve que se sentar na cadeira, e de pernas escancaradas, o rapazola deitou e rolou com a boca no xibiu dela. Achou que gozou mais de uma vez, e nunca uma putaria foi tão deliciosa e prazerosa.
Só que a primeira não sabia é que o sobrinho seguia a risca as historinhas de sacanagem que costumava folhear, e que ia lhe cobrar o mesmo tratamento, assim que ela se fartasse de gozos.
E não deu outra. De repente, Joãozinho se levantou, e de pé jogou-lhe a chibata bem nas fuças.
A primeira pela primeira vez se viu diante de tal situação.
Joãozinho bateu-lhe a rola pelo rosto, pelo queixo e pela boca, pedido:
— Chupa tia!
Relutando e até com certo nojo, Silvana pegou na bimba, de olhos bem abertos.
Balbuciou:
— Nunca ... fiz ... isso ... não!
Joãozinho quase esbraveja, retrucando:
— Também nunca chupei xibiu! Mas, pus a boca na sua sem nenhum nojo! Não foi?
A primeira sentiu-se persuadida. Ele tinha razão e não queria decepcioná-lo. Se o sobrinho não sentiu nenhum asco, ela deveria proceder do mesmo jeito.
Do mesmo jeito que o garoto sentiu o odor das partes ocultas dela, Silvana inalou o cheiro do redondo prepúcio, azedo, como peixe seco. Mesmo assim levou a boca, admitindo que nunca tinha cheirado um pau.
Cerrou os olhos e como se estivesse tocando em algo gelado ou pegando fogo, ensaiou, primeiro, leves toques na cabeça avermelhada, depois, abrindo os carnudos lábios, vacilante, começam a introduzi-la na boca.
Por instantes, a tia engou como se estivesse grávida. Tossiu, engasgou, fez caras feias, mas aos poucos foi engolindo a redonda chapeleta.
Aos engous, a primeira começou a chupa, relutante. Como uma bezerra mamou o quente e roliço pau. Em poucos instantes, Joãozinho sentiu a vontade de derramar seu caldo dentro da boca da tia.
Mas nosso incestuoso rapazinho queria é comer o fiofó. dela como tinha feito com a segunda e a terceira. Por isso, momentos depois, tirou-lhe o pinto da boca e a fez se virar de costas. Silvana entendeu logo o que ele queria. Sentiu os dedos do sobrinho abolinarem seu toba, e a quantidade quente de saliva que passou no meio do seu butico.
Quando as mão fortes pressionou-lhe o corpo para que se agachasse e ficasse de quatro sobre o colchão, que as pressas, derrubou sobre o piso, ela não se opôs nem por um momento.
Acocorou-se e curvando a espinha, ficou na mesmíssima posição que tantas vezes deu o chicote pro coroné Cerqueira.
João se ajoelhou entre as alpercatas dela, encheu outra vez a mão de cuspe, melecou o pinto, acertou a chapeleta no seu fiofó, abriu-lhe as bandas da bunda e mandou rola.
A primeira quase berrou quando a cabeça passou pelos beiços do seu carritel e se embarafustou veia a dentro do seu toba. Teve a impressão que estava com bezerro, que é aquelas contrações involuntária ou voluntária que se tem no interior da vagina, que é semelhante um garote mamando na vaca.
Estremeceu até as pontas das unhas dos pés, descobrindo que apesar da pouca idade, o moleque não ficava devendo nadinha ao coroné que lhe tirou o cabaço do butico. A chibata dele era coisa de doido.
Silvana gemeu doído, e por um quarto de hora Joãozinho pelejou no seu às de copa.
Lagrimas escapuliram dos graúdos olhos dela, assim como baba escorreu por entre seus lábios abertos. Sentiu-o todo dentro de si e quando ele despejou a porra abundante e quente. Joãozinho soltou grunhidos de prazer e satisfação. Apertou sua bunda contra as virilhas, e saciado soltou-a puxando a pitoca para fora.
No mesmo instante peidou, esparramando gala pelo ar. O esperma escapuliu por suas pregas e deslizou pelas coxas. O odor da bufa alcançou suas ventas e certamente as dele.
João se levantou e a tia também se pôs de pé.
Se vestiram em silêncio e a terceira abrindo a portinhola se dirigiu para a casa. Encontrou de plantão a segunda e a caçula sentadas a mesa da cozinha conversando.
Com aquele velho cinismo estampado nos rostos, as duas quiseram logo de cara saber como tinha sido a peleja.
Silvana não poupou papas na língua, dizendo:
Oxente! Vosmicê o conhece muito bem. Tô com o oi de goiaba em pandareco! Escorre gala até pelas pernas!
Mariana e Juliana riram a valer, enquanto Silvana passava para o mictório. No wc defecou e mijou à vontade. Quando se limpou com papel higiênico viu que estava manchado de sangue.
Essa foi a última aventura das tias mijonas com Joãozinho.
Pela tardinha os pais do garoto chegaram da capital e tanto tias como sobrinho viraram “santinhos”. Nenhuma das três se arriscava em ir ao quarto dele.
O medo e receio de serem flagradas pelo senhor Zequinha desencorajava-as.
Mas, os relatos incestuosos de Joãozinho não acabam por aqui.
Contou-me outras histórias de sua vida. Selecionarei algumas e a s relatarei em forma de conto. Espero que todos que leu As Tias Mijonas tenham gostado e me perdoe os erros e até as repetições. Já falei que não sou escritor, mas apenas um relator de bobagens que ouço e me contam. E essas foram relatadas há anos, quando os tempos eram diferentes e nem se sonhava com Internet e a moral era bem mais rígida, mas que não impedia que incesto e todo tipo de depravação acontecesse debaixo de sete chaves. E sou testemunha viva destes tempos.
Até a próxima caros leitores.
Escrita por: Asa Delarochelle
THE END (O FIM)