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Luka, a putinha que nasceu pra dá prazer


1

Cheguei em casa depois de um treino pesado na academia. Eu só queria tomar meu banho e curtir uma série antes de dormir. Mas naquela noite meus pais estavam recebendo um grupo de amigos de longa data, homens e mulheres bonitas e bem-sucedidas. Alguns já me conheciam, como Ricardo, um homem de sucesso no auge dos seus 50 anos, casado há mais de 30 com a mesma mulher. Charmoso e elegante, sempre cumprimentava as pessoas com um enorme sorriso, e comigo não foi diferente. Apertou minha mão com força e me deu uns tapinhas no meu ombro esquerdo. Mantive a postura e o encarei nos olhos, que realmente eram encantadores. Não queria mostrar que eu sempre ficava nervoso na sua presença. Por diversas vezes nos encontramos e sempre ficamos conversando, muitas vezes assuntos bem picantes. Ricardo sabia encantar qualquer pessoa e comigo não foi diferente.

Deixa eu me apresentar, meu nome é Luka, moro com meus pais e meu maior prazer é ir a praia e treinar. Na academia tenho alguns flertes, mas nenhum deles teve coragem de se aproximar. Principalmente o meu personal, que passa todo o treino me elogiando, dizendo que meu corpo está cada vez mais perfeito. Confesso que muitas vezes fico excitado a ponto do meu p~enis enrijecer dentro do short, me dando bastante trabalho para esconder minha excitação.

Perdi minha virgindade em uma viagem para a Disney. Fomos em um grupo de 85 pessoas, e lá, tive que dormir no quarto com um amigo e dois professores. Um deles, o Paulo, era solteiro, bonito e jovem, o outro era mais velho e sempre dormia antes das 22 horas, roncando a sono solto. Meu amigo tinha uma namoradinha e sempre arrumava um jeito de se encontrar com ela, e não retornava antes das 3 horas da madrugada. Sabendo disso, Paulo arrumou um esquema em que pudesse ficar sozinho comigo. Acho que ele já tinha sacado minha preferência, e não ia perder a oportunidade de dar em cima de mim. Eu, por minha vez, estava pronto para o que desse e viesse. E em uma das noites na Disney, ele me convidou para ver um vídeo com ele em seu tablet. Sugeriu que eu me deitasse ao lado dele na cama, assim ficaria mais fácil assistirmos o vídeo.

Deitei ao seu lado e ele colocou o vídeo, que na verdade era um filme meio safadinho, de uma turma de amigos em uma festa, onde homem ficava com homem e mulher com mulher. Meu coração começou a acelerar quando vi a cena de dois homens se beijando com vontade, depois um deles se agachou a frente do outro e começou a chupá-lo. A cena não era explícita, mas dava para entender o que estava acontecendo. Meu pau ficou duro e o do Paulo com certeza estava também, mas eu não tinha como ver, pois ele estava embaixo de um lençol e eu em outro. Foi quando senti sua perna encostar na minha, eu não recuei, me mantive firme aguardando o próximo passo.

- Tá gostando do filme? – perguntou ele com uma voz rouca.
- Hum Hum – respondi sem tirar os olhos da tela
- Na vida real é bem melhor
- É? – perguntei mostrando curiosidade
- Você já fez alguma vez? – ele se virou para o meu lado
- Não. Quer dizer… - parei de falar porque eu não poderia dizer o nome da pessoa, pois ele o conhecia.
- Fala. Eu sei guardar segredos.
- Não vou dizer o nome.
- Tá bom. Me diga só o que aconteceu. Pode ser?
- Pode – respondi sorrindo.
Eu respirei fundo e comecei.
- Foi depois da escola, hás uns 3 meses. Fui na casa de um amigo estudar matemática, mas ele não estava, tinha ido com a mãe ao dentista, pois estava com muita dor de dente. Quem me recebeu foi o irmão dele, e quando cheguei eu notei que ele estava fazendo alguma coisa, porque ele estava (fiz um gesto com o braço)… Entende?
- De pau duro?
Eu dei uma risada.
- De pau duro.
- E você?
- Eu? Eu fiquei olhando pra ele sem saber o que fazer.
- E ele?
- Ele sorriu e perguntou se eu queria entrar.
- Ele notou que você achou curioso ou interessante ele estar daquele jeito?
Sorri timidamente.
- Acho que sim.
- E você entrou?
- Entrei. E ele foi logo dizendo que estava sozinho, que o irmão dele ia demorar e perguntou se eu queria beber alguma coisa. Depois me sentei no sofá e ele trouxe pra mim um copo com suco de laranja. Quando ele parou a minha frente para me entregar o copo eu não pude deixar de notar o volume embaixo do seu short.
- Era grande?
- Era – sorri pensativo
- E o que você fez? – Paulo tirou o lençol de cima dele e se virou ainda mais para o meu lado, chegando a encostar o pau duro na minha perna. Senti vontade de segurá-lo, mas resisti e continuei.
- Eu só fiquei olhando. Quando ele notou que eu não tirava os olhos, perguntou se tinha algum problema ele estar daquele jeito. Eu disse que não, que a casa era dele e ele podia fazer o que bem quisesse. Aí ele disse, nesse caso eu posso até tirar meu short, eu estou na minha casa…
- E você? – Paulo alisava minhas pernas suavemente.
- Eu disse que por mim tudo bem.
- Ele tirou?
- Tirou. O pau dele pulou na minha frente. Fiquei assustado e nervoso ao mesmo tempo. Ele estava pelado na minha frente e se masturbando lentamente, sem tirar os olhos de mim, e eu dele.
- Ele era grande?
- Acho que sim. Nunca tinha visto outro pau além do meu.
- E o que você fez depois? – Paulo alisava minhas coxas na parte de trás, indo em direção a minha bunda.
- Nada, só fiquei olhando ele se masturbar e gemer.
- Você não segurou?
Eu ri.
- Ele estava quase gozando e me pediu para chupar. Eu levei um susto, e não sabia o que fazer. Foi quando ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele. Lá, ele pediu para eu me sentar ao seu lado. Pegou minha mão e colocou no seu pau, que estava duro, grosso e quente, fiquei absorvido por ele, e comecei a masturbá-lo. Ele tentou me fazer chupar, mas não tive coragem. Ele dizia que estava quase gozando e ficou em pé a minha frente. Apontou seu pau para minha boca e pediu para eu dar um beijinho.

Nesse instante o professor Paulo brincava com meu cuzinho, entrando e saindo com seu dedo do meio. Eu contava minha história e gemia nos intervalos. Eu já não aguentava mais.

- Você deu?
- Dei, vários.
- Caramba! Que safadinho!
- O irmão do meu amigo além de lindo era um cara muito maneiro, e isso me deixava ainda com mais prazer. E quando ele segurou minha cabeça com as duas mãos e levou até sua piroca, eu não resisti e abri a boca. Pela primeira vez eu sentia um pau na minha boca.
- Você gostou?
Eu dei uma risada
- Adorei. Até que…
A piroca do professor Paulo tentava entrar na minha bunda. Eu era virgem ali, e seria difícil, porém eu relaxei e deixei ele fazer o trabalho.

- Até que o quê? O que aconteceu?
- Ele goz… ai, ai, tá doendo.
Paulo tirou e lubrificou bem, depois voltou a brincar com os dedos. Agora eram dois entrando e saindo do meu cuzinho que já estava pegando fogo.
- Ele gozou?
- Hum hum… Gozou. Gozou muito
- E você fez o quê? Bebeu o leitinho dele?
- Um poquinho...
- Gostou?
- Gostei – a cabeça da piroca de Paulo entrou me rasgando. Parei de respirar, fiquei sem saber o que fazer, então, relaxei. Depois o restante foi entrando lentamente, até que senti seu saco bater na minha bunda. O professor na outra cama se mexeu, mas virou para o outro lado e voltou a roncar.

Paulo estava me comendo lentamente, bem devagar e dizendo coisas gostosas em meus ouvidos. Minha respiração ia voltando ao normal e eu comecei a sentir um prazer indescritível. Ele me virou de bruço puxando meu quadril para cima, sem tirar de dentro. Meu bumbum ficou empinado e ele voltou a bombar, só que desta vez mais rápido e mais firme. Meu corpo estava entregue em suas mãos, eu me tornava uma verdadeira putinha. Ele não aguentou muito tempo, e tirou de dentro de mim pedindo para eu abrir a boca.

- Abre bem

Eu abri o máximo que pude e recebi seu leite quentinho garganta abaixo. Eu já estava acostumado a beber o leite do irmão do meu amigo quase toda semana, e com o professor Paulo não foi diferente. Saboreei cada gota e abri um enorme sorriso pra ele. Paulo me beijou e pediu para eu ir para minha cama. Antes, dei um beijinho em sua boca e fui me deitar como ele pediu, mostrando ser uma cadelinha obediente.

Depois que voltamos para o Brasil, eu fui me encontrar com o irmão do meu amigo. Mas nesta tarde, não ficamos apenas na pegação, rolou algo a mais, o que nos deixou muito felizes. Depois de algumas experiências nos EUA com meu professor, eu estava pronto para receber outro homem dentro de mim. Eu contei, e foram 9 trepadas gostosas e de tudo que é jeito com o Paulo. Recebi muito leite na boca e no cuzinho. Me acabei de foder. E voltei com tesão, paquerando os rapazes no avião, e quase que rolou com um paulista de Sorocaba, mas não deu, infelizmente.

- Quer vir aqui em casa? Tô com saudades – perguntou o irmão do meu amigo.
- Eu também.

Alguns minutos depois eu já estava na porta de sua casa. Ele já foi me puxando e me beijando, segurando firme minha bunda. Entramos no seu quarto e uma música suave tocava na caixa de som. De repente me virou de costas e começou a beijar meu pescoço, minha orelha, me apertando contra o seu corpo. Senti seu pau e o apertei com força. Como era de costume, me sentei no sofá e desci seu short, abocanhando com vontade aquela piroca grossa, que até então era só minha. Nunca chupei com tanta vontade, ele sentiu que eu estava diferente e perguntou o que eu tinha feito na viagem. Eu apenas sorri com o pau dele entalado na boca, depois tirei e disse.
- Hoje tenho uma surpresa pra você.

Me levantei e tirei toda a minha roupa, menos uma calcinha vermelha que eu comprei especialmente para aquele momento. Ele pulou em cima de mim me fazendo soltar um grito de alegria. Apreciou minha bunda por uns instantes, dando apertões e beijos, até que desceu a calcinha e enfiou a língua no meu cuzinho. Me lambeu bastante e enfiou um dedo, normalmente eu retesava e fugia, mas desta vez eu empinei mais a bunda. Ele gostou muito porque soltou o ar dos pulmões como se estivesse realizando um sonho. Enfiou novamente a língua e depois dois dedos, carinhosamente.
- Tá gostando? – perguntei
- Ele está relaxadinho
- Gostou, né? É todo seu, gostoso.

Ele pulou sobre mim, arrancando o resto da roupa e começou a bater seu pau na minha bunda. Eu peguei um travesseiro e coloquei sob meu corpo, minha bunda empinou ainda mais e meu cuzinho ficou a sua disposição. Foi quando eu senti sua piroca tentando me invadir, finalmente nos realizávamos. Ela deslizou para dentro e eu soltei um grito de prazer, ao sentir sua piroca grossa me rasgando.
- Seu cuzinho é delicioso
- Me come, vai
- Que delícia
- Delícia é essa sua piroca gostosa, que eu estava doido pra sentir dentro de mim… Isso, vai, me come, mete com força.
- Você é uma delícia
- E você é muito gostoso! Lindo! Tesudo!
- Aaaahhhh, que delícia!

Ele não resistiu por muito tempo e gozou dentro de mim, eu sentia os jatos de leite me invadindo e confesso que nem com o meu professor, que foi o meu primeiro homem, eu senti tanto prazer. Notei que eu estava gozando também, meu leite estava ainda saindo quando comecei a gemer alto. Ele ficou me fazendo carinho até eu terminar. Nos abraçamos e nos beijamos por longos minutos.

Estávamos apaixonados, eu sentia isso da parte dele, principalmente. E aos poucos fomos ajustando nossas vidas, e quando vimos, já namorávamos há 2 meses. Eu me tornei a mulherzinha dele e eu adorava aquilo. Ele me comprava perfumes, calcinhas, vestidinhos, roupinhas sexy que ele adorava. Meu corpo sempre foi muito bem feito, e na academia eu ganhei mais coxa e bumbum, fiquei uma delícia, sempre mantendo minha postura de homem, porque meus pais ainda não sabiam. Mas com o meu amor, eu me tornava uma mulherzinha quase completa. Kkk

Mas, e na vida sempre esse “mas” aparece, ele conheceu uma garota e começaram a sair. Ele quis me deixar como plano b, mas eu disse pra ele: tomá no cu, né! E segui minha vida.

2

Eu fui tomar um banho e trocar de roupa. Entrei no meu quarto e escolhi um short e uma camisa de malha. Entrei na minha suíte e tirei minha roupa me olhando no espelho apaixonado pelo meu corpo moreno e sensual. Me virei e apreciei minha bundinha, que não tinha sido mais tocada desde que terminei meu namoro. Meu peitinho estava bem saliente, mas ainda não no ponto que eu queria. Minha mãe estava me ajudando nesse processo.

Me senti excitado e meu pau subiu, ficou apontado pro teto enquanto eu me tocava os peitinhos e minha barriga chapada. Apreciei novamente minha bundinha e sorri satisfeito com o que via. Meu esforço estava sendo recompensado. Com pau duro e apreciando meu bumbum dei de cara com Ricardo no reflexo do espelho.
- Me desculpe! – disse ele desconcertado, mas eu me mantive na mesma posição.
- Procurando alguma coisa? – perguntei com um leve sorriso
- Banheiro, eu estava procurando… Desculpe – ele estava visivelmente nervoso.
- Não precisa se desculpar – peguei uma toalha e cobri meu corpo. Saí do banheiro passando bem pertinho dele – Pode usar a vontade. Eu espero.

Ricardo entrou no banheiro e fechou a porta. Eu me joguei na cama e comecei a mexer no celular. Logo depois a aporta do banheiro abriu e ele saiu já refeito.

- Caramba, fiquei constrangido. Peço novamente desculpas.
- Não precisa, a culpa foi minha. Eu deixei a porta do quarto aberta, mas se eu realmente quisesse privacidade eu a trancaria, não é mesmo?
- Claro
- Mas eu sou assim mesmo, já é costume. Eu deixo a porta do meu quarto sempre aberta.
- Você está em casa, normal. Mas… Você estava bem à vontade também,
- É assim que eu fico normalmente. E quando volto da academia fico me olhando no espelho para ver se está tudo ok, ou se preciso melhorar em algo.
- É, notei.
- O que você achou? – o rosto de Ricardo ficou vermelho, totalmente desconcertado.
- Que você está bem.
- Poxa, pensei que você tinha gostado mais.
- Eu gostei, e senti até um pouco de inveja. Meu corpo já não é mais o mesmo.
- Que nada! Você está super bem. Olha esse braço! – apertei seu braço com vontade, era musculoso e bonito - Quero chegar na sua idade assim, bonito e forte.
- Vindo de você é um grande elogio – Ele se virou para a porta – Bem, deixa eu ir. E obrigado
- Não há de quê, minha porta está sempre aberta, quando quiser é só vir.
- É um convite tentador.
Eu sorri e ele em silêncio me encarou por uns instantes. Novamente meu pau começou a dar sinal de vida e começou levantar a toalha. Acho que ele notou, pois deu uma olhada firme e depois sorriu dizendo, tchau, te vejo lá embaixo.

Tomei meu banho, passei meus cremes, coloquei uma calcinha matadora, um short de algodão e uma blusa azul bebê. Calcei minha sandália e desci para me encontrar com o restante da turma. Quem me via pela primeira vez via um rapaz bonito e charmoso (que óbvio, vinha do meu lado feminino), mas quem me via mais à fundo, via uma mulher bonita e doida para dar prazer. E eu tinha quase certeza que Ricardo estava me vendo assim, principalmente depois que me viu nu apreciando meu bumbum.

- Você gosta de praia? – Ricardo chegou sorrateiramente ao meu lado na varanda, parecíamos dois amigos falando de futebol, mas na verdade eu estava doido para beijar aquele homem e ele, bem, naquele momento eu não sabia ainda o que ele queria.
- Gosto. Porque?
- Amanhã eu irei a Cabo Frio, ver a obra da minha casa e depois eu vou dar uns mergulhos. Quer ir comigo?
- Pode ser. Quem vai?
- Só eu, caso você não queira ir.
- E sua mulher?
- Ela só irá quando a casa estiver terminada. Ela só gosta de curtir, trabalho não é com ela.
Eu ri
- Entendo.
- Posso passar aqui por volta das 9 horas, tá bom pra você?
- Tá ótimo. Eu vou dormir mais cedo, não quero te atrasar.
Ele sorriu.
- Você é uma cara maneiro.
Eu falei sem me virar para ele, não queria chamar a atenção dos presentes.
- Você também. Gosto muito quando você vem aqui.
- Jura? Porque?
- Sua presença me faz bem. Acho você elegante, divertido, inteligente.
- Caramba, assim você me deixa sem graça.
- Não fique. Estou sendo sincero.
- Também gosto muito de vir aqui – ele ficou em silêncio por alguns instantes – Principalmente quando você está em casa.
- Você gosta? – perguntei
- Sim, sua presença ilumina o ambiente.
- Você acha?
- Tenho certeza.
- Fico feliz em saber.
- Quando você não está – continuou ele – O ambiente fica sem graça.
- Ricardo, você está me deixando desconcertado.
Ele riu.
- Quem me deixou desconcertado foi você, quando entrei no seu quarto.
- É, sinto muito. Como eu disse, fico assim quando volto da academia, me analisando.
- Todas as vezes?
- Todas as vezes – sorri – É quase um código, né?
- Um código? – Ricardo não entendeu.
- Sim. Como se eu dissesse: cheguei da academia, agora vou para o meu quarto tirar a roupa e me olhar no espelho, apreciar meu corpo e me sentir excitado. Como se fosse um convite.
- Entendi. Um momento único, excitante para você e para quem ver.
Olhei pra ele.
- Você se sentiu excitado?
- Querido, vem aqui rapidinho. Diga para…

Ricardo saiu do meu lado exatamente quando estávamos prontos pára entrarmos em um outro nível. Mas eu não me aborreci, sabia que seria uma questão de tempo. Ele seria todinho meu.

Os amigos estavam envolvidos em uma conversa profunda quando decidi subir para dormir. Queria estar inteiro no dia seguinte quando Ricardo viesse me buscar. Entrei no meu quarto, fui para o banheiro tomar um banho refrescante. Depois saí pelado e cheiroso, e fui para o meu armário pegar um short para dormir. Coloquei o telefone para carregar, e fui separar o que eu levar para Cabo Frio. Coloquei na mochila calcinhas, sunga, roupas leves e um biquíni bem safado que eu só usava em casa quando estava sozinho. Fui pra cama e me deitei de bruços.

Tentei pegar no sono mas senti alguém no quarto, me virei assustado e dei de cara com Ricardo. Ele me olhava com um leve sorriso no rosto, caminhou em minha direção e mexeu nos meus cabelos, debruçou sobre mim e beijou minha cabeça carinhosamente. Como ele estava com a mão apoiada sobre a cama eu a segurei apertado como se não quisesse que ele fosse embora. Mas Ricardo se levantou e partiu, me deixando com uma enorme vontade de dormir com ele.

Sábado de manhã cedo me levantei, tomei meu banho, coloquei uma roupa leve e desci para tomar café. Avisei aos meus pais que ia viajar com uns amigos para a Região dos Lagos e quando deu exatamente 8:45, eu saí em direção ao elevador. Já na portaria eu fiquei atento a chegada de Ricardo, e pontualmente às 9 horas ele chegou. Corri pro seu carro e me ajeitei no banco do carona.

- Bom dia! Tudo bem?
- Tudo ótimo – respondi agitado.
- Pronto pra partirmos? – perguntou ele ajeitando o ar condicionado
- Pronto pra tudo. Sempre.

Pegamos a estrada conversando sobre diversos assuntos, paramos para um caldo de cana, e seguimos até Cabo Frio. A casa de Ricardo era enorme e faltavam apenas poucos detalhes para terminar, e na obra tinham apenas duas pessoas, pai e filho, engenheiros responsáveis pela finalização. O pai veio nos cumprimentar e dar detalhes finais sobre a obra para Ricardo, enquanto o filho ficou mais afastado nos observando de longe. Devo confessar que a vida é muito engraçada, e quando sái para conhecer o restante da casa bati o olho no filho do engenheiro, me deparei com um rapaz de 1,70 de altura, cabelos cacheados e loiros, e um par de olhos azuis. Ele usava botas, calça jeans e estava sem camisa mostrando um físico lindíssimo. Fiquei atordoado com tamanha beleza e fui até perto dele. Dei um bom dia tímido e ele me respondeu mais tímido ainda. Voltei para dentro da casa e deparei com Ricardo e o pai do rapaz.

- Luka, terei que ir ao Centro comprar umas coisinhas. Vou ao mercado também, quer alguma coisa?
- Frutas, se puder.
- Claro. Já volto – disse ele carinhosamente.

Me sentei em uma espreguiçadeira próxima a piscina quando Ricardo saiu com o engenheiro. Fiquei olhando a água azul com uma vontade imensa de dar um mergulho. Foi nesse momento que o rapaz falou:
- Pode entrar, se quiser. Tá calor, seria ótimo dar um mergulho.
- Pode?
- Claro. A piscina já está liberada.
- Vou lá trocar de roupa.

O menino me deu um lindo sorriso e entrei na casa em busca da minha mochila, foi quando lembrei que ela tinha ficado no carro do Ricardo. E agora? O jeito era esperar.

- Ué, desistiu? – perguntou ele quando me viu voltar desanimado.
- A minha mochila está no carro do Ricardo.
- Hum, que chato.

Me sentei na espreguiçadeira novamente e ele se aproximou.

- Olha, se quiser pode entrar do jeito que você quiser. Não vou contar a ninguém – ele riu e depois apontou para um espaço ao lado da área gourmet. Era uma espécie de local para relaxar e fazer sauna. Lá tinham toalhas e roupões, e eu poderia usar sem problemas.

- Você acha que posso usar?
- Claro
- Mas como vou entrar na piscina de roupa?
- Entra sem roupa! – ele deu uma risada gostosa e se aproximou estendendo a mão – Meu nome é Daniel, prazer.
- Luka. Prazer – fiquei assustado tamanho era sua beleza.

Tirei a roupa e fiquei só de calcinha. Daniel me olhou com os olhos arregalados e maravilhados com o que via.

- Posso entrar assim?
- Nossa. Claro, claro – ele parecia nervoso
Tomei uma ducha e passei em frente antes de mergulhar.

- Está uma delícia!
- Aproveite

Nadei um pouco e depois saí da piscina em direção a espreguiçadeira e me deitei de bruços. O sol estava forte mas a minha intenção era ficar ali por um bom tempo, mas Daniel parou ao meu lado.

- Tá gostando?
Eu cobri os olhos com a mão para poder enxergá-lo
- Você é o meu salvador.
- Essa casa vai ficar a maior parte do tempo vazia. Eles vêm muito pouco aqui.
- É uma pena.
- Você é sobrinho dele? – perguntou curioso
- Quase isso. Meu pai é amigo dele faz muitos anos. Nossas famílias estão sempre juntas.
- Legal

Eu me levantei e fui em direção a área de descanso. Senti os olhos de Daniel me devorando, minha calcinha estava toda enterrada na minha bunda e se eu fosse mulher seria chamada de gostosa.

Peguei uma toalha e comecei a me enxugar, passei o tecido pelos meus peitinhos e depois na barriga. Daniel estava vidrado em mim.

- Você tem namorada? – perguntei, ele ficou um pouco ruborizado
- Não
- Nossa, jura?
- Sim – ele deu uma risadinha tímida
- Você é tão bonito, como assim não tem namorada?
- Não tenho – ele me encarou – E você?
Eu sorri
- Não.
- Então estamos disponíveis
- Estamos
Demos uma boa risada. Ele notou que meu pau crescia dentro da calcinha.
- Acho que ele tá querendo sair – disse o safadinho
- Pois é, esses assuntos me deixam assim
- Se eu falar mais coisa ele vai cresça mais?
- Você quer que ele cresça mais?

Ele não respondeu só ficou olhando. Tirei minha calcinha e meu pau estava grande e duro, bem atrativo para pessoas interessadas, e me pareceu que Daniel estava bem interessado mesmo. Mas só para provocar, coloquei o short em seguida e fui saindo em direção a espreguiçadeira. Lá fiquei olhando o celular, até que Ricardo chegou. Estava sozinho, o engenheiro tinha ido pra casa.

- Não falei com você – disse Ricardo indo em direção ao Daniel. Ele o abraçou com vontade dando vários tapinhas nas costas, ficaram assim por alguns instantes, trocaram palavras e depois Ricardo segurou seu rosto e o alisou com carinho.
- Vem que eu vou te mostrar tudo – disse Ricardo me levando para o interior da casa. Rodamos por todos os cômodos, ele me mostrou em detalhes, os banheiros, os quartos, uma cama enorme que caberiam tranquilamente 4 pessoas.

- Quero domir aqui – disse eu me jogando na cama
- Mas aqui é a minha cama.
- Ué, melhor ainda
- Vem cá

Eu fui de joelhos até ele. Ricardo tirou a camisa mostrando um físico bonito. Eu fiquei vidrado.

- Posso tirar o restante?
- Quer ajuda?
- Quero. Tira minha bermuda.

Tirei a bermuda dele e notei um volume descomunal sob a cueca branca.

- Pronto – disse eu o olhando
- Mas não acabou.

Peguei a cueca pelas laterais e fui descendo, mas tive que chegar o corpo pra frente ficando a poucos centímetros do seu pau. Quando seu pau surgiu a minha frente olhei para os seus olhos, ele sorria com cara de safado. Eu peguei naquele pau e comecei a dar lambidas longas em toda sua extensão, parando na glande e chupando de leve. Fiquei assim por alguns minutos tirando gemidos do homem, então aproveitei para abocanhar seu pau inteiro. Engolia e chupava com vontade, estava realizando um sonho e não poderia desperdiçar nenhum momento.

Depois de estar já com dor no maxilar, me joguei na cama dengosa. Ele arrancou meu short e me botou de quatro. Sua língua áspera me dava um prazer maravilhoso. Ricardo era carinhoso e conhecedor das coisas, quase que eu gozei só com suas lambidas.

- Sempre quis você assim, peladinha na minha cama.
- Peladinha? Eu sou menino.
- Pra mim você é uma menina, uma menina gostosa e tesuda.
- Então tá bom, se você quer assim.
- Quero que você seja minha namoradinha.
- Quer mesmo? Então eu sou, serei sua namoradinha, putinha, mulherzinha.

Ele começou a lubrificar meu cu e em seguida a colocar sua piroca que entrou feito manteiga. Eu dei um gemido prazeroso e pedi para ele meter com vontade. Ricardo entrava e saia feito um louco, seu pau grosso me rasgava, me partia ao meio. Fiquei de ladinho enquanto ele vinha por cima. Que foda maravilhosa aquele homem estava me proporcionando! Eu estava nas nuvens e gozei gostoso, berrando feito uma cadela. Logo em seguida ele inundou meu rabo com seu leite. Quando ele tirou a piroca eu tranquei meu cu, queria aquele leite todo dentro de mim.

Ficamos agarradinhos por pelo menos duas horas. Depois me levantei e fui dar uma volta pela casa. Ricardo dormia pesado e eu, peladinha, fui procurar Daniel. O encontrei tomando banho no chuveiro da sauna. Fiquei assustada ao ver tamanha beleza. Ele estava peladinho e lindo, me olhou como se me convidasse para tomar banho com ele. Me aproximei e me pendurei em seu pescoço o beijando com vontade. Ficamos assim até ele me virar de costas e apontar seu pau para o meu cu ainda encharcado pelo leite de Ricardo. Daniel deslizou para dentro de mim e começou a me comer gostosamente.
- Você é uma delícia! – gritei – Me come gostoso. Desde a hora que eu te vi imaginei você me comendo. Que piroca gostosa.
- Vou gozar!
- Goza… Me enche com seu leite. Isso.
Daniel gritava enquanto gozava.
- Ah, que delícia de cu!
- Ai, que leitinho delicioso. Goza, goza muito dentro da sua putinha. Isso, goza.

Tomamos banho entre risadas e eu disse antes de sair.
- Quero mais.
- Você terá.

FIM