O grande dia finalmente chegou. O primeiro encontro fora do ambiente de trabalho, em um motel luxuoso, onde o silêncio é garantido e ninguém pode interromper a minha serventia. A chegada foi um frisson de puro medo e excitação; o meu Mestre já havia deixado claro que eu seria punida por comportamentos inadequados. A ansiedade de ser castigada me deixava tão molhada que eu sentia o vestido de seda grudar na minha pele.
Entramos no quarto e, assim que o trinco bateu, o som do metal selando o mundo lá fora foi o meu sinal.
— A partir de agora, você deixa de existir — ele declarou, a voz de mando me fazendo vibrar. — Você é a minha submissa, minha putinha, minha vagabunda. Você realizará cada um dos meus desejos.
Ele ordenou que eu me despisse e aguardasse enquanto ele tomava banho. Fiquei ali, nua, exposta à sua vontade. Depois, fui mandada para o banho, limpando-me para o seu uso. Ao sair, o cenário estava montado: a champagne que eu adoro estava servida. Ele me mandou vestir um hobby de renda preta, transparente e imoral, e então começou a me preparar como um objeto valioso.
A Escuridão e o Chicote
Ele colocou a coleira em mim e me vendou. Perder a visão me deixou louca; o tesão explodiu porque eu não sabia de onde viria o próximo comando. Fui puxada pela coleira, caminhando devagar, cega e apreensiva, até o outro ambiente. O efeito da champagne me deixava soltinha, pronta para qualquer "judiaria".
Ele me encostou em uma parede, levantou meus braços e afastou minhas pernas com brutalidade, mas de um jeito que eu adoro. Senti as algemas prenderem meus pulsos e tornozelos à estrutura de ferro. Eu estava amarrada, vendada e totalmente entregue. O silêncio que se seguiu pareceu uma eternidade. De repente, senti o toque dele na minha bucetinha encharcada. Ele inseriu um vibrador pequeno, mas potente, e simplesmente me deixou ali, contorcendo-me enquanto ele me observava em silêncio.
Senti o pau dele roçar minha intimidade, mas ele sumia sempre que eu tentava buscar o contato. Então, veio a punição física: o chicote estalou nas minhas costas e na minha bunda. Cada batida me excitava mais; eu imaginava o prazer dele em me bater, em marcar a sua propriedade.
A Piscina e a Profanação
Depois de ser girada, beijada com força e sentir o pau dele pulsar contra mim, ele finalmente me levou para a boca e me fez chupar como se não houvesse amanhã. Mas o ápice ainda estava por vir. Fomos para a piscina.
Na água, eu fui a maior putinha que ele já viu. Ele me comia em todas as posições, segurando meu pescoço e me dando tapas no rosto que me faziam gozar repetidamente. Eu me comportava como uma verdadeira vadia, gemendo o nome do meu Mestre enquanto a água da piscina se misturava aos meus fluidos. Eu estava fora de controle, adorando cada aperto e cada palavra suja que ele despejava em mim.
A Conquista do Rabinho
De volta à cama, ele me deu uma escolha:
— Ou você chupa até eu gozar na sua boca, ou eu como o seu rabinho e gozo dentro dele.
Eu estava travada pelo medo da dor, mas o meu Dono sabe como me manipular. Com um carinho safado, ele começou a passar o pau na entradinha do meu rabinho, enquanto sua mão massageava minha bucetinha, levando-me à loucura. Devagarinho, aquele pau maravilhoso foi entrando. A dor inicial foi engolida por um tesão insuportável.
Eu rebolei naquele pau como a putinha perfeitinha que ele merece, sentindo o preenchimento total. Eu era uma vagabunda em êxtase, sentindo ele meter com força até que ele despejou tudo, gozando muito dentro do meu rabinho. Foi o melhor sexo da minha vida; ninguém me comeu até aquele dia como o meu Mestre.
Ao final, o banho me trouxe de volta. Mas ele avisou: eu ainda não fui bem-comportada e a próxima punição será maior. E o maior desafio foi lançado: ele quer outra mulher conosco. Meu coração disparou. Eu ainda não sei se quero dividir meu mestre, mas como uma submissa que vive para o prazer dele, sei que farei qualquer coisa para vê-lo satisfeito.