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Propriedade do Mestre: O Diário de uma Putinha Safada Capítulo 3: Entre Prazos e Algemas – A Reunião de Rendição

O dia amanheceu chuvoso naquele dia. Eu sentia a tensão no ar antes mesmo de cruzar a porta do trabalho. O meu Mestre estava no centro de um furacão, resolvendo problemas críticos que exigiriam cada gota de sua autoridade invencível. Durante horas, mantive meu Comportamento de Seda, sendo a funcionária impecável, mas por dentro, o meu "Uniforme do Desejo" oculto sob a roupa social latejava em sincronia com o meu nervosismo.
Ele me convocou para uma reunião de alinhamento. Foram duas horas de uma intensidade profissional exaustiva. Ele estava ali, a poucos metros de mim, sério, gélido, focando apenas em metas e urgências. Não houve um olhar atravessado, nem um toque acidental. Ele era o mestre do trabalho, e eu era apenas sua ferramenta de produtividade. Até que o último item da pauta foi riscado.
O Estalo do Chicote Verbal
Ele fechou a pasta, recostou-se na cadeira e o ar na sala mudou instantaneamente. A aura de executivo se dissolveu para dar lugar ao meu Dono sexual.
— Agora que terminamos o trabalho — ele disse, com aquela voz de comando que me faz perder o chão —, você volta a ser minha submissa, minha putinha safada. Venha até aqui como uma vadia comportada, ajoelhe-se e chupe este pau gostoso.
Um arrepio violento percorreu minha espinha, e minha bucetinha, já sensível pelo dia longo, respondeu com uma onda de umidade. Fiquei paralisada por um segundo, atordoada pela mudança brusca, mas o seu olhar não admitia hesitação.
— Obedeça. Venha, ajoelhe e chupe bem gostoso.
Privação Sensorial e Posse
Levantei-me como se estivesse em transe. Tranquei a porta, sentindo o clique do metal como o início da minha sessão de Escala de Correção. Antes que eu pudesse tocá-lo, veio a ordem: "Tire a blusa e o sutiã". Obedeci com a Resposta Instantânea que o contrato exige, expondo meus seios para o seu julgamento.
Ele não parou por ali. Virou-me de costas e, com um estalo metálico que me fez arfar, prendeu meus pulsos com as algemas. Senti o peso da minha vulnerabilidade aumentar. Então, ele me ajoelhou e colocou a venda. O escuro era absoluto. Eu não podia ver sua cara de safado, mas podia sentir seu perfume e o calor do seu pau maravilhoso sendo guiado até a minha boca.
Sem as mãos para me apoiar e sem a visão, meus outros sentidos explodiram. Eu o chupava com uma fúria devota, sentindo cada pulsação do seu desejo, enquanto ele segurava meu pescoço e me dava tapinhas firmes no rosto, o Nível 1 de admoestação que eu tanto adoro. Eu era apenas uma boca, uma vadia submissa servindo ao seu prazer sob o sigilo absoluto daquela sala.
O Ápice sobre a Mesa
A tensão acumulada em duas horas de reunião profissional explodiu quando ele me levantou. Senti minhas calças e calcinha serem arrancadas com pressa. Ele me penetrou ali mesmo, em pé, seu pau rasgando minha bucetinha encharcada de tesão. Eu gemia abafado, sentindo o metal das algemas nas minhas costas.
Ele me libertou das correntes apenas para me jogar contra a mesa. Fiquei de quatro entre os relatórios e o computador, a posição perfeita para que ele me possuísse com força bruta. Cada estocada me fazia lembrar quem mandava naquele local. Ele puxava meu cabelo, segurava meu pescoço e me chamava pelos nomes que o contrato me reserva: putinha safada, submissa.
Gozei de forma violenta, as pernas tremendo sobre a madeira da mesa, enquanto ele despejava seu prazer mais safado dentro de mim. O Mestre não apenas resolveu os problemas do trabalho; ele reafirmou sua posse absoluta sobre sua propriedade mais valiosa.
Após, recompus minha máscara de profissional. Mas enquanto retocava o batom, o latejar entre minhas pernas me lembrava que, não importa o quão séria seja a reunião, eu serei sempre a sua vadiazinha particular.