Propriedade do Mestre: O Diário de uma Putinha Safada
Capítulo 2: A Posse Real
Eu contei cada minuto dessas férias por esse dia. Minha bucetinha latejava e ficava encharcada só de imaginar o momento em que a tela do celular seria substituída pela carne. Eu ansiava por sentir o gosto dele, por ter aquele pau que eu tanto visualizei finalmente preenchendo a minha boca e silenciando qualquer vestígio de autonomia que ainda restasse em mim.
Quando ele chegou, o mundo ao redor pareceu perder o foco. Ele estava radiante, com aquele ar de invencível que só um homem com mais de 1,80m e um charme devastador consegue sustentar. Ele entrou na nossa sala para o "bom dia" de praxe, mas quando seus olhos encontraram os meus, a mensagem foi clara: o JOGO havia começado. Ele me olhou com uma seriedade gélida que escondia o mestre implacável, e eu, seguindo a Regra da Devoção Visual, busquei o comando em seu olhar de forma discreta em sinal de respeito, como nosso contrato determina, como uma submissa deve ser.
O Chamado do Dono
Dez minutos se passaram. Para os outros, era apenas o início de mais um dia de trabalho; para mim, era a eternidade antes da minha rendição. Levantei-me e caminhei até a sala dele, seguindo o protocolo de discrição total. Ao entrar e fechar a porta, o som do trinco foi o sinal de que o Eu real havia ficado do lado de fora.
Ele estava sentado em sua cadeira, com aquele sorriso de quem aguarda sua vadiazinha, sua putinha. Como uma submissa que vive para a Resposta Instantânea, não esperei ordens verbais. Ajoelhei-me entre suas pernas e abri o zíper da sua calça. Quando ele surgiu, pulsando de tesão, percebi que a tela do celular não fazia justiça à realidade: era maior, mais imponente e estava ali, pronto para ser adorado por mim.
A Disciplina do Prazer
Comecei a chupá-lo, sentindo cada veia, o calor liso daquela cabecinha maravilhosa preenchendo a minha boca. Eu me deliciava com o pulsar do seu desejo contra a minha língua. Mas, em um momento de hesitação, eu tentei parar. Foi o meu primeiro erro.
— Quem mandou você parar, sua putinha? — a voz dele ecoou, autoritária e ríspida.
Senti o estalo seco: um tapinha de punição de Nível 1 no rosto que me fez arfar. Ele segurou o meu pescoço com aquela pegada lateral que me tira o fôlego e me mantém focada. Minha bucetinha, que já estava molhada, tornou-se um pântano de desejo.
— Quem manda aqui? — ele perguntou, apertando meu pescoço daquele jeito que só ele vai saber fazer como eu gosto.
— É o meu Senhor, o meu Mestre — respondi, com a voz embargada pela submissão.
— E quem é você?
— Sou sua putinha vagabunda, sua vadiazinha, Mestre.
O Ápice sobre a Mesa
Ele me levantou com uma força que me deixou tonta e me prensou contra a parede. O beijo era ardente, possessivo, enquanto suas mãos apertavam meu pescoço, reafirmando a Posse Declarada. Quando ele ordenou que eu tirasse toda a roupa, houve um milésimo de segundo de paralisia — o medo da exposição no trabalho lutando com o dever de obedecer. Mais um tapinha firme no rosto foi o suficiente para me lembrar de quem eu era.
Fiquei nua diante dele, expondo meus seios médios e meu corpo de loira alta à sua inspeção. Ele me jogou em cima da mesa de trabalho, entre papéis e pastas que não significavam nada perto do que estava prestes a acontecer. Ele me penetrou com fúria, seu pau delicioso rasgando a minha bucetinha encharcada.
O medo de alguém abrir a porta ou ouvir meus gemidos abafados era o combustível que faltava para o meu êxtase. Ele me comia com gosto, dando tapinhas na minha bunda e sussurrando que eu só tinha que obedecê-lo. Gozei de uma forma que nunca experimentei na vida, sentindo cada estocada dele dentro de mim, mostrando quem mandava, quem era a autoridade ali naquele momento.
O Retorno à Ordem
Após o ato, um beijo carregado de submissão e degradação. Recompus-me, retoquei a maquiagem e saí daquela sala como se nada tivesse acontecido. Mas por dentro, eu sabia. O contrato assinado digitalmente agora estava selado com fluidos e marcas invisíveis.
O meu chefe é o meu Dono. E eu mal posso esperar para descobrir como ele vai abusar de mim no próximo encontro. Ele prometeu o maior sexo da minha vida. E eu? Eu apenas vivo para dizer: "Sim, Mestre".