Já escrevi sobre meu começo de vida sexual, sobre meus troca-trocas, como às vezes tinha um menino que me comia muito mais que eu comia ele, brincadeira de médicos com meninas, etc, tudo dentro do pacote de descobertas sexuais e tesão imensa causada pelos hormônios da juventude. Valia quase tudo, menino ou menina, punheta solitária, objetos.
Lembro que quando eu já vivia atrás das menininhas para namorar, pegar num peitinho, roçar o pau nas bucetinhas e até mesmo transar (o que era o mais difícil, e saía o cu primeiro na minha época, para a menina não perder a virgindade) vivi uma experiência com dois colegas de colégio que moravam na mesma rua (PEDRO e ARTUR). Era tesão demais.
Com PEDRO já tinha feito troca-troca bem antes, mas isso tinha sido superado. Na época, o auge da putaria (já tinha revista de mulher nua e de pornô) era fita de vídeo-cassete pornô. Alguém na casa de ARTUR tinha esses vídeos e virou meio que uma rotina a gente passar na casa dele e assistir a um filme ou a algumas cenas. A ciência era deixar as fitas no mesmo local em que eram guardadas. Dificilmente a gente via um filme todo, ia adiantando a fita para as cenas quentes. E era punheta demais. No começo, os três de pau duro esfregando com a mão, depois enfiava a mão por dentro e chegou na fase em que a gente se sentava com os calções abaixados e já batendo punheta. Era papel higiênico e saco plástico de supermercado para gozar dentro e limpar o chão ah ah ah
Quando menor, já tinha participado de um clube da punheta, só que ali a gente já estava maior, a gente já tinha pentelhos, a rola de PEDRO estava maior (percebi) e começamos a tirar onda um com o o outro (pau pequeno, só tem pentelho, isso não é gozo é uma lágrima e por aí vai). Essa brincadeira todo dia... vocês sabem como acaba e não foi diferente com a gente. ARTUR pegou a mão do desavisado PEDRO e colocou por cima do próprio cacete, PEDRO reclamou, todos riram, um passou a mão com um pouco de porra na boca do outro. Resultado: começou a ter sorteio para ver quem ficava no meio e batia punheta nos dois do lado, enquanto o da esquerda batia punheta no do meio. Às vezes o sorteio gerava muita discussão. Era só bater punheta, depois foi bater punheta até o agraciado gozar, e a coisa foi escalando para um boquete, rodízio de boquete, gozar na boca e dar e comer bunda.
Isso tudo, esse avanço todo não levou nem um mês, talvez bem menos. De uma brincadeira de pegar no pau do outro para troca-troca, quando a gente já estava na fase que considerava dar a bunda "coisa de viado, que só vai fazer isso, que vai andar rebolando, etc" Não é preconceito, era o que naquela época se pensava na nossa idade. Quando era troca-troca no início da adolescência, ia para a conta da descoberta; depois disso o negócio ficava sério, era "problema" quem continuava gostando de dar a bunda.
Mas não teve jeito para que a tesão não falasse mais alto. Os filmes pornôs eram demais para a gente, estimulava a nossa já fértil imaginação. Sei é que decidimos fazer um rodízio de quem dava a bunda e quem comia. Eu e PEDRO já nos conhecíamos e não seria difícil, porém não expusemos isso para ARTUR, que tinha a maior rola dos três, apesar de ter a cabecinha menor (eu digo que rola formato triangular, começa fino e vai engrossando). E foi sorteio de novo para decidir a ordem.
PEDRO começaria na frente, ARTUR meteria nele e, quando entrasse, eu iria atrás de ARTUR. Fomos tentar o trenzinho mas não funcionou, até porque ARTUR demorou muito para enfiar em PEDRO e nem conseguiu tudo. Fizemos então uma enrabada por tempo: 3 minutos e o comedor 01 ia dar a bunda ao comedor 02, que depois dava a bunda ao comedor 03, que era quem começava dando a bunda. Tentamos em pé e a ansiedade atrapalhava, então encontramos a fórmula ideal: quem ia dar a bunda ficava de quatro sobre uma poltrona de corino (imita couro), levava a rolada e se levantava. O que tinha comido ficava de quatro e levava a rola do terceiro, que depois ficava de quatro e o primeiro a dar metia.
O primeiro problema foi que ARTUR começou comendo PEDRO e rola grande era a dele, de tal modo que PEDRO chiou demais ao sentir a bilolda de ARTUR entrar toda, fez careta, reclamou muito. PEDRO se levantou massageando a bunda de dor. Apelamos para o creme rinse e ajudou muito, mesmo o cuzinho de ARTUR sendo bem apertado e meu pau cabeçudo. Quando comecei o vai-e-vem, PEDRO avisou que o tempo tinha acabado (tinha um relógio digital na parede). Fiquei de quatro e como fazia tempo que não dava a bunda, a conhecida rola de PEDRO não deslizou facilmente, mas eu fui o único que não saí com cara de choro. Vimos que 3 minutos era pouco e decidimos acabar na punheta naquele dia.
Na outra tarde, ARTUR disse que o bom era sortear alguém para dar a bunda naquela tarde, depois mudava no outro dia, pois o rabo dele estava doendo muito. Concordamos, fizemos o famoso zero-ou-um e caí como o buraco do dia. PEDRO veio me comer e já estava bem melhor que o dia passado. Por sorteio, somente o segundo gozaria dentro, então PEDRO tirou quase gozando e melou o chão de porra. Meu cu já estava abertinho e pela primeira vez ia experimentar a chibatona de ARTUR. Muito creme rinse, a cara de tarado dele rindo, olho para trás e vejo ele se posicionando. A pica toca meu cu, sinto o calor daquele membro. ARTUR enfia a cabecinha e vai metendo devagar o resto. Eu reclamei um pouco mais por medo do que pela sensação de ter o cu arrombado pela aquela tora. ARTUR adorou e me comeu bem gostoso. Eu estava com tanta tesão pelo cu que PEDRO comentou que eu "estava virando os olhos e rindo" e era verdade mesmo. ARTUR meteu forte e gozou nas minhas entranhas, senti o pulsar daquela rola e o vazio que ela deixou ao ser tirada. O leite já estava saindo e me acocorei no chão mesmo para não sair melando a casa toda.
- Foi melhor assim, disse um satisfeito ARTUR
- Muito melhor, confirmou PEDRO
- Mas eu não gozei ainda, reclamei
"Senta aí", disse PEDRO me empurrando de um jeito que por pouco não sentei na porra espalhada no chão. Sem frescura, veio me masturbar e, até esquecendo que ARTUR estava ali, fez um boquete e bebeu meu leite, quer dizer, botou na boca e depois cuspiu no chão, talvez atentando para a presença de ARTUR.
No dia seguinte, ARTUR e PEDRO disse que não podiam participar dando a bunda, porque ainda doía, ardia.
- RAMON, vai mais uma vez, foi a melhor situação para os três, os dois disseram
- Eu de novo?, reclamei
- Melhor que morrer na punheta
Começamos as nossas putarias e de novo fiquei de quatro, ARTUR vindo primeiro, porque PEDRO ia gozar dentro. Meu cu ainda não estava tão dilacerado e ARTUR demorou mais do que PEDRO, mas enfiou e, ao invés de gozar no chão, deixou PEDRO meter em mim e veio me dar o pau para eu chupar. Eu ia reclamar do cheiro, só que não tive tempo, pois ele veio se masturbando, mal encostou a pica na minha boca, enfiou um pouco e já foi leitando minha boca. Muito leite. PEDRO já me comia e foi uma loucura, bebi tudo, caiu porra dele na poltrona e ARTUR pegou com a mão e me mandou lamber (era uma cena do filme que a gente via). A pica de PEDRO continuava gostosa. E assim ficou sendo nossas "sessões de cinema pornô" na casa de ARTUR: eu muito raramente comia PEDRO e mais raramente ainda ARTUR, na maior dificuldade. PEDRO morria de vergonha de me dar a bunda na frente de ARTUR, porque ele também curtia minha rola enfiada nele.
Porém, todas as variações futuras foi eu sempre como putinha dos dois. Comecei a sentar, comecei a sentar num pau, me levantar e ir sentar no outro ao lado, eles muitas vezes os dois gozavam dentro, isto é, por exemplo, PEDRO me enchia de leite e saía; ARTUR vinha em seguida e me comia com o cu cheio de leite de PEDRO e metia mais depois. Eu achava uma delícia porque sentia o leite do anterior escorrendo enquanto a rola do outro fazia o serviço, tinha aquele barulho mais forte de "leite" sendo socado. Eu dava a bunda de ladinho, em pé, na cozinha, dava de quatro no chão enquanto chupava o outro, dava de frango assado na beira da cama aos dois, que se revezavam me comendo até gozarem, ARTUR adorava me comer de bruços na cama, enfim, os três já sabiam o papel de cada um ali. Meu cu ficou aberto e até ARTUR entrava fácil. Claro, sempre tinham os dias que os três não podiam e assim ARTUR me comia duas vezes quando PEDRO faltava e, por ser na casa de ARTUR, quando ele não podia eu e PEDRO tentávamos achar uma solução e foi aí que passamos grandes sustos, pois até no banheiro do colégio ele me comeu. Quando ARTUR não estava, PEDRO consentia mais em ser passivo e de qualquer jeito bebia meu leite.
Essa putaria quase diária durou uns bons seis ou sete meses. ARTUR começou a treinar judô, no final de ano ele mudou de colégio e tudo isso ficou no passado. Grande tempo, grandes gozadas, muito prazer.