Tenho uma casa de entretenimento adulto a mais de 20 anos e sempre trato muito bem minhas colaboradoras. A não ser que me façam perder dinheiro, como fez a Aninha. Nossa casa é tipo bar relax e começa a funcionar as 14h e vai até a madrugada, enquanto houver clientes. Mas isso não vem ao caso...
Numa quinta-feira, lá pelas 17h horas chegaram dois clientes de muito tempo, homens endinheirados que gostam de gastar e não economizam com as meninas. De cara pediram uísque e chamaram a Aninha. Ela é uma baixinha de coxas grossas, morena de lábios grossos e peitinhos acima de médios. É muito bonita e gostosa, mas trabalhava na casa faz pouco tempo e sempre foi bem solicitada.
Tudo andava normalmente até que um dos dois clientes levantou com gestos exaltados, como se pedisse para ela se afastar e logo pediram a conta. Quando o gerente foi cobrar, perguntou o motivo da insatisfação e ele disse que “Vocês têm muita puta fresca. Essa aí veio com essa de que não faz anal”. Fiz as contas e fiquei indignado com o prejuízo.
No outro dia cheguei e fui pro escritório e deixei ordem de mandar Aninha falar comigo assim que chegasse. Quando entrou no escritório estava com cara assustada. Falei que tinha tido prejuízo por causa dela, disse que isso me incomodava.
- Aninha você é bonitinha, mas não é isso tudo. Frescura aqui só atrapalha e se você quer ser uma boa puta tem que atender os clientes, disse para ela, com fala mansa.
Ela tentou argumentar que não tinha prática de anal, que não gostava, que doía.... Eu a segurei pelo braço e disse que isso não servia.
- Mas eu vou te ajudar, vou até de dar um presente.
Peguei um pacote de presente, com laço e tudo, e estendi para ela. Ela não entendeu. Abriu e tinha um body branco com a bunda aberta, desses que se compra em sexy shop, que realçava o corpo e sua buda redondinha. Mandei vestir e mostrei que ainda tinha uma tiara com orelhas de gato. Ela sorriu. Quis sair para se vestir, mas mandei tirar a roupa e vestir o presente ali mesmo.
Ficou bonita de coelhinha, mas continuou sem entender, até que eu peguei uma caixinha da gaveta.
- Essa gatinha não tem rabo? perguntei.
Ela só entendeu quando mostrei um plug tamanho G com rabo de gato branco, bem peludo e vistoso. Vi que ela ficou embaraçada e, com a voz mais firme, mandei ela se debruçar sobre a mesa. Quiz fazer beicinho, mas a peguei pelo pescoço e joguei de bruços. Passei a mão de leve na sua bunda, alisei o cuzinho com um dedo e enfiei levemente, vendo que ela quase gemia, mas disfarçava. Botei dois dedos e ela gemeu. Tirei e enfiei com força o plug fazendo ela chorar.
- Agora já pode ir trabalhar. Bota um salto alto, te maquia de gatinha e volta aqui para eu ver. E se deixar o rabo cair ou quiser tirar a coisa vai ficar feia pro teu lado. E hoje nem nunca mais quero perder dinheiro.
Quando ela chegou no salão todas as outras meninas riram, ela estava literalmente gata, mas envergonhada. Joana, a mais experiente da casa, lhe disse: “não senta que vai doer”. Mas verdade Joana me ajudava fazendo com que ela não escondesse o rabo e ficasse desfilando e exibindo o rabo enfiado no cu.
Logo chegou um homem mais velho e de cara a chamou. Botou ela no colo, acariciou a bunda e logo pediu para ir para um quarto. Adivinha o que ele queria? Algumas meninas rondavam a porta para ouvir os gemidos e saiam às gargalhadas.
Mal ela saiu do quarto, Joana a apressou a voltar para o salão que estava bem movimentado. Dois rapazes chamaram Aninha, a debruçaram na mesa e brincavam de tirar o botar o plug e logo a levaram para o abate.
Durante aquele dia de trabalho ela fez um bom dinheiro. Seu rabo foi o sucesso da casa e ela já se mostrava exausta.
Perto da uma da manhã a casa esvaziou e as meninas começaram a ir embora. Foi quando mandei Joana chamar Aninha ao escritório.
- Viu com o teu cu rende dinheiro, falei a segurando com força com uma mão na lateral do pescoço.
Ela estava quase chorando quando mandei ela se debruçar na mesa e chamei Joana.
- Joana, vê como está o cu dessa putinha.
Joana deu uma leve palmada na bunda e arrancou o plug com força, fazendo Aninha gemer.
- Olha, está bem arrombadinho, mas aguenta mais, disse rindo alto.
Joana tirou da bolsa um consolo dos grandes e enfiou no cu de Aninha, que gemeu e chorou, tentos escapar enquanto eu a segurava na mesa. Minha ajudante gastou uns minutos fazendo um entra e sai enquanto Aninha amolecia o corpo, cansada de resistir.
Quando Joana tirou o consolo e puxei Aninha pelos cabelos e disse que o serviço não estava acabado. A coloquei de joelhos, botei o pau para fora e fiz ela chupar, cobrando entusiasmo na operação. Gozei na sua bora e rosto.
- Já podes ir, mas Joana vai contigo até a casa (um apartamento que abrigava as trabalhadoras da boate a umas três quadras). Só bota um casaco por cima e vai com o rabo, sem deixar cair.
Aninha se foi de cabeça baixa. Precisava do emprego e sabia que se eu a expulsasse não conseguiria trabalho em outro lugar pelos meus contatos. Aprendeu a dar o cu e nunca mais reclamou.