Ah, gente, deixa eu falar: só comigo que acontece umas coisas tão inusitadas que, sério, parece roteiro de filme. Esse caso que vou contar é mais recente, mas já aviso: quem acompanha meus contos sabe que eu não sigo uma ordem certinha de acontecimentos, tá? Então, bora lá pro relato!
O que vou contar aconteceu faz uns três anos. Nessa época, eu já estava morando aqui no meu apartamento novo. Hoje vivo numa cobertura maravilhosa, bem no centro de uma grande cidade. Trabalho 100% com internet, em home office, então praticamente respiro esse lugar. É uma cobertura super agradável, com uma varanda incrível, uma sala aconchegante e uma cozinha que, olha, é meu xodó. Passo tanto tempo nela que até já virou extensão da minha personalidade. Café e um cigarrinho na varanda? Meu ritual diário. Nada melhor! rs
Mas vamos ao que interessa: o tal ocorrido.
Tenho um vizinho aqui no prédio chamado Guilherme (sim, nome fictício, porque né, privacidade é tudo). Ele é aquele tipo clássico de nerd: zero vibes de academia, completamente apaixonado por tecnologia e computação. O cara é crânio demais, super fera no que faz, e além disso, é gente boa. Só que ele não é muito de turminha, sabe? Mais na dele.
Conheci o Guilherme logo que me mudei pra cá. Resolvi descer pra explorar a área de lazer, meio na curiosidade, e lá estava ele: sozinho, na frente da piscina, mas na área coberta, sem estar curtindo a piscina nem nada. Fiquei sabendo depois que ele ficava ali porque a mãe dele, com quem ele mora no primeiro andar, não deixava ele fumar dentro de casa. Então ele se instalava nesse cantinho, com o laptop no colo, trabalhando enquanto aproveitava o wifi, que pegava muito bem por ali. Ele tava tão focado que parecia que o mundo podia acabar e ele nem ia notar. E foi aí que nossa história começou…
Ele é meio apaixonadinho por mim, sabe? rs Não tô aqui querendo pagar de fodona ou coisa do tipo, mas, gente, dá pra notar de longe. Ele tá sempre disposto a me ajudar com qualquer coisa, vive jogando uns elogios do tipo “você é maravilhosa” e até solta uns “eu casaria com você” no meio das conversas. Ele fala meio no tom de brincadeira, mas, sinceramente, eu sei que tem um fundinho bem real ali.
Ele costuma dizer que a mulherada não dá muita bola pra ele, e olha, quando troquei ideia com o Guilherme pela primeira vez, eu já me amarrei no moleque. Ele é muito gente boa, sabe? Um cara leve, inteligente, com aquele humor meio despretensioso que te faz rir sem esforço.
Falo "moleque", mas no bom sentido, tá? É que, na época, eu tinha 29 e ele só 19. A diferença de idade até me fazia brincar com ele, mas ao mesmo tempo, dava pra ver que ele era um garoto maduro pra idade dele, mesmo com todo o jeitão de nerd meio deslocado. E olha, vou confessar: por mais que ele achasse que a mulherada não notava ele, tinha algo ali que era bem cativante.
nfim, eu sempre conversava muito com o Gui. Assim que a gente se conheceu, trocamos WhatsApp, e foi aí que o papo começou a fluir. Lembro que ele ficou doido quando comentei que queria montar um PC gamer. Foi a primeira vez que ouvi ele soltar: “Porra, mulher gata que gosta de jogar? Apaixonei!” Gente, eu ri tanto desse comentário que fiquei pensando: Esse menino não tem filtro, não?
Depois disso, a gente começou a se falar direto. Ele mandava prints, listas e informações sobre o PC que eu queria montar, todo animado. Era nítido que ele adorava o assunto, e a energia dele era contagiante. A verdade é que acabamos criando uma amizade bem leve e gostosa.
Às vezes, ele ia lá em casa pra tomar café. Gostava muito de conversar com ele sobre internet, tecnologia e todos esses assuntos que me fascinavam. Eu, claro, sempre recebia ele à vontade, com aquelas roupas de ficar em casa, sabe? Shortinho, blusão, calça de moletom, short de lycra, legging... o básico pra conforto total. E, claro, sempre descalça ou de chinelo de dedo. Essa era minha vibe com ele: sem frescura, sem formalidades, só boas conversas e risadas.
Naquela época, eu usava um laptop bem antigo, um MacBook Pro de 2011. Era ótimo pra navegar e resolver umas coisinhas simples, mas, convenhamos, não rodava nada. Eu tava sonhando com um PCzão porreta fazia tempo. Depois de toda a ajuda do Gui, finalmente comprei meu tão desejado PC gamer. A ideia principal era usar pra trabalhar, mas, claro, não dava pra ignorar umas boas partidas de vez em quando, né? rs
No dia que o PC chegou, chamei ele pra ir lá em casa. Como sempre, ele veio correndo, todo animado. Eu tava de shortinho de lycra amarelo, uma camisa preta bem larguinha, e descalça — meu uniforme oficial de conforto em casa. Abri a porta, ele entrou com aquele jeitão de sempre e já foi pedindo café. Não tinha erro, era nosso ritual.
O PC tava ali, na sala, num espaço que ficava entre a cozinha e a varanda. Era tudo integrado, bem próximo, e já tinha decidido que aquele ia ser meu novo escritório. Ele se jogou no chão, começou a ligar tudo e configurar, enquanto eu preparava o café.
“Isso aqui é uma puta máquina,” ele disse, com um sorrisão no rosto, enquanto mexia nos cabos e no sistema. “Você vai ficar bons anos sem precisar se preocupar com upgrades.” Ele tava tão empolgado que até me contagiou. E, enquanto ele arrumava tudo, fiquei pensando: Esse moleque realmente é incrível. Não dava pra negar que ele sabia o que fazia, e vê-lo assim, tão focado, era até cativante.
Nessa hora, enquanto o Gui tava ali todo focado no meu novo PC, me veio à cabeça uma história que a vizinha do meu andar tinha me contado. Ela era meio desconfiada dele, sabe? Disse que uma vez o flagrou na janela do apartamento dele, atrás da cortina, tocando punheta enquanto observava as mulheres na piscina do prédio. Como ele mora no primeiro andar, tem uma visão bem privilegiada daquele espaço.
Ela parecia bem irritada quando me contou, mas, vou ser sincera, eu meio que entendi ele. Poxa, se ele ficou ali escondidinho, na dele, sem incomodar ninguém... Sei lá, não achei tão absurdo. Afinal, o Gui já tinha me confessado que era virgem. Ele disse que preferia focar nos estudos e no aprendizado dele. Com 19 anos, nunca teve namorada e, segundo ele, não tem paciência pra essas “garotinhas de hoje em dia.” Palavras dele, tá?
Acho que, de certa forma, dava pra perceber que ele tava num momento de vida meio diferente do que a maioria dos caras da idade dele. Não parecia maldade, mas mais uma curiosidade reprimida, uma busca por entender coisas que ele ainda não tinha vivido. Enfim, a história ficou na minha cabeça, mas naquele momento só dei risada por dentro, pensando: O Gui é um caso único mesmo.
Fui até ele com a xícara de café e entreguei, meio brincando: “E aí, Gui, como anda a mulherada?”
Ele riu daquele jeito descontraído que só ele tem e soltou: “Que mulherada? Ah, as dos sites adultos? Estão ótimas, não perco um dia!” A gente caiu na risada, porque só o Gui mesmo pra soltar uma dessas sem cerimônia.
Ficamos ali papeando enquanto ele trabalhava no computador. Eu sentei no braço do sofá ao lado dele, com as pernas cruzadas, e ele na cadeira, totalmente concentrado. Aproveitei a deixa e soltei a pergunta, mais curiosa do que provocativa: “Gui, mas, cara, tu lida de boa com essa parada de ser virgem? Tipo, não que isso seja um problema, tá? Só tô curiosa, até porque, né... homem geralmente tem mais esse fogo do que a gente, ou pelo menos é o que dizem.”
Ele continuou mexendo com aquela rapidez absurda na BIOS do computador, sem nem me olhar, e respondeu direto, como sempre: “Mylena, eu não tenho paciência pra namoro, não. Desculpa ser direto, mas eu só preciso gozar pra ficar tranquilo. Mas, sim, confesso que fazer isso sozinho sempre acaba sendo frustrante, às vezes...” Ele parou por uns segundos, como se estivesse organizando os pensamentos, e completou: “Mas também, eu não sei como é sem ser sozinho, então eu só imagino. Não tem como sentir falta de algo que eu nem sei como é.”
Aquilo me pegou de surpresa. Foi tão verdadeiro, tão sincero, que eu fiquei alguns segundos em silêncio. Nunca tinha pensado nessa perspectiva. Sempre imaginei que a falta fosse algo gritante, mas ele via a coisa de um jeito tão racional, tão lógico, que me fez pensar. Tinha algo na simplicidade daquela resposta que era quase tocante. Gui, com toda a sua nerdice e jeito peculiar, tinha me mostrado um lado que eu nunca tinha considerado.
Do nada, ele parou de digitar no PC, virou a cabeça de lado e me perguntou, sem rodeios: “E você, também se masturba?”
Fui pega totalmente de surpresa, mas, como sempre, levei na boa, porque a gente tinha uma liberdade de papo incrível. Respondi: “Ah, Gui, sim.”
Ele continuou, com aquele tom curioso que só ele tem: “Mas você tem uma vida sexual ativa, certo?”
Eu, sem dar muita importância, disse: “Ah, diria que sim.”
Aí ele mandou de volta, como se estivesse construindo um argumento: “Então, tá vendo? É bom fazer sozinho também. Tanto que quem faz junto também faz sozinho.”
Ri um pouco e concordei: “Sim, faz sentido, mas é diferente.” Ele não perdeu a oportunidade e emendou: “Treino é treino e jogo é jogo, não é?” A gente caiu na risada, mas tinha que concordar que ele tava certo.
Depois de rir um pouco, falei meio brincando, meio séria: “Gui, tu precisa arrumar uma amizade colorida, já que não pensa em namoro. Alguém só pra brincar às vezes, ué.”
Ele me olhou de novo, dessa vez com uma cara que tentou ser sedutora, mas era cheia de ironia, e soltou: “Bebê, eu só tenho você de amiga... E aí, topas?” Antes que eu pudesse processar a pergunta, ele voltou a mexer no PC, como se nada tivesse acontecido.
Na hora, vi aquilo como uma brincadeira, mas tinha certeza que vinha com um fundo de verdade bem grande do lado dele. E, quer saber? Aquilo mexeu comigo. Por um instante, minha mente deu uma viajada: Poxa, o menino é gente boa pra caramba, virgem... ual, poderia ser divertido. Mas logo me recompus, balançando a cabeça pra mim mesma: Para com isso, Mylena. Tá doida!
Mas, ainda assim, a provocação dele ficou no ar. Era o tipo de coisa que te faz pensar, mesmo que você tente não levar a sério.
Ele terminou de configurar tudo no meu PC, se levantou, ajeitou a cadeira e disse: “Está tudo perfeito, Mylena. Prontinho, aí está a sua bela máquina.”
Olhei pra ele com aquele sorrisinho de gratidão e aproveitei pra perguntar: “Gui, qual é mesmo aquele jogo que você sempre fala, que você joga?”
Ele respondeu com um brilho no olhar: “Ready or Not, um game onde você é um oficial da SWAT.” Eu anotei o nome num papel e disse: “Beleza, vou comprar pra gente jogar junto qualquer dia.” Ele deu aquele sorrisinho tímido, devolveu a xícara de café vazia e disse: “Mylena, sempre um prazer ajudar você. Qualquer coisa, é só me gritar no WhatsApp.”
Levantei, dei um abraço nele e brinquei: “Valeeeeu, meu mestre das tecnologias. Mais uma vez, obrigada!”
Fomos até a porta, e ele foi embora. Era sexta-feira, por volta das 4 da tarde, com o sol ainda forte batendo na varanda. Assim que ele saiu, fiquei olhando pro meu novo PC, já imaginando as possibilidades. Fui correndo pra futucar tudo e deixar ele com a minha cara. Tava animada demais pra finalmente começar a usar aquela máquina incrível que o Gui tinha me ajudado a conquistar. Mais um café, um cigarrinho, e lá fui eu explorar o meu novo universo digital.
Não demorou nem uma hora depois que ele foi embora, meu celular vibrou com uma mensagem do Gui no WhatsApp. Lá estava ele, com aquele jeitinho todo dele:
“Mylena, desculpa se falei alguma coisa que não devia, tá?”
Revirei os olhos e ri sozinha, porque sabia que ele tava sendo exagerado. Respondi logo, sem pensar muito:
“Ahhh, para de besteira, Guilherme!!! Sabe que não temos essas frescuras entre nós.”
Ele não demorou a responder:
“É que fiquei pensando que poderia ter falado besteira e perder a única amiga que eu tenho.”
Aquilo me deu um misto de carinho e vontade de sacudi-lo pra parar de ser tão inseguro. Então, fui direta:
“Ei, sem essa porra, hein. Sabe que gosto de você exatamente como você é. Não entra nessa de se desculpar por nada, não. Você não fez nada, Gui. E mais, eu que falei o que não devia, me intrometendo na sua vida.”
Depois disso, vi que ele ficou um tempão naquela clássica cena do “digitando...”. Escrevia, apagava, escrevia de novo... e nada de enviar. O “digitando...” sumia, voltava, sumia outra vez.
Fiquei ali, olhando pra tela, quase sentindo a hesitação dele. Era nítido que ele queria falar algo, mas estava com medo de mandar. O que será que ele tava pensando? Essa dúvida me fez ficar ainda mais atenta, esperando pra ver se ele finalmente teria coragem de dizer o que tava passando pela cabeça dele.
Depois de tanto suspense, ele finalmente mandou a mensagem. E quando li, foi impossível não sentir aquele mix de carinho e empatia:
"Mylena, sobre o que você falou, sim, me incomoda um pouco sim... não me incomoda o que você falou, mas sim o que acontece comigo. Na verdade, adorei ter falado sobre o assunto pela primeira vez com alguém de verdade. E, pô, claro que é muito foda pra mim viver apenas no virtual, saca? Então, se você tiver alguma amiga sua que queira se colorir comigo, me apresenta. rs"
Na hora, soltei um “KKKKKKKKKKK Seu figura!!!” porque, sério, só o Gui pra ser tão direto e, ao mesmo tempo, engraçado.
Mas, enquanto ria, fiquei pensando naquilo. É complicado, sabe? Por mais que eu admire o Gui, conheça as qualidades dele e veja como ele é um cara incrível, minhas amigas não o enxergariam do mesmo jeito. Infelizmente, elas têm outro tipo de gosto, outra visão, e eu sabia que dificilmente elas veriam no Gui o que eu via.
Não que eu tivesse qualquer ligação amorosa com ele, longe disso. Mas eu o admirava muito como pessoa. E, de certa forma, me senti mal por ele, porque sabia que o mundo às vezes não facilita pra quem foge do padrão. Ele era especial, único, mas nem todo mundo tinha olhos pra perceber isso. Aquela mensagem dele mexeu comigo, de um jeito que eu nem sabia explicar direito.
Naquele momento, decidi que a situação pedia um acompanhamento à altura. Peguei uma garrafa de vinho, abri e, sem pensar muito, escrevi pro Gui: “Bom, papo cabeça, tô abrindo uma garrafa de vinho. rs”
Ele, como sempre, foi bem ele: Gui não bebe, gosta mesmo é de refrigerante, então provavelmente nem se importou muito com o meu brinde solo. Mas eu? Tava ali, me servindo uma taça atrás da outra, enquanto a conversa fluía.
Conectei o WhatsApp Web no meu PC pra facilitar o papo. Deixei a janela de conversa com ele aberta na segunda tela, enquanto mexia em outras coisas no meu novo computador, já explorando o potencial da máquina incrível que ele tinha acabado de configurar.
E aí, entre uma mensagem e outra, com o vinho começando a aquecer meu corpo e minha mente, começaram a surgir uns pensamentos... diferentes. Meio estranhos, mas ao mesmo tempo, curiosamente interessantes. Não sei se era o efeito do vinho ou a leveza da conversa com o Gui, mas minha cabeça começou a viajar em ideias que, em outra situação, talvez eu nem deixasse fluir.
Era como se cada gole soltasse uma nova pontinha de curiosidade, e eu ficava ali, teclando com ele, me distraindo com outras coisas, mas sentindo um certo calor interno que parecia crescer aos poucos. Algo me dizia que aquela noite ia render... de um jeito ou de outro.
Enquanto teclava com o Gui, a ideia me atingiu como um flash: Cara, o Gui já é um cara muito maneiro. Só falta um empurrão pra ele ficar ainda mais incrível. Ele sempre me ajudava tanto, sempre tão disposto... Por que não retribuir ajudando ele com algo que ele realmente precisa agora? Foi aí que veio a viagem mais ousada: E se eu for a amizade colorida dele? E se eu ensinar pra ele como ser mais esperto nesse sentido?
Naquele momento, já estava rindo sozinha, meio boba, meio chocada com meus próprios pensamentos. Mas o pior — ou talvez o melhor? — é que esses pensamentos começaram a mexer comigo de verdade. Era como se só de imaginar a situação eu já estivesse entrando no clima. Um calor diferente, uma excitação que nem vinha só do vinho, mas da possibilidade de fazer algo tão fora da curva.
Uau, Mylena... que doideira. Eu pensava, quase argumentando comigo mesma. Mas ao mesmo tempo, uma voz lá no fundo dizia: Pode ser bem legal. A ideia de ser a responsável por transformar o Gui, de abrir uma nova porta pra ele, me deixava curiosa, intrigada... e, sinceramente, bem meladinha.
A coragem veio, e o vinho certamente ajudou. Peguei o teclado e escrevi direto: "Gui, posso te fazer uma pergunta?"
Ele respondeu rápido, como sempre: "Claro, pode fazer."
Então fui mais fundo: "Eu posso confiar em você? Digo, confiar de verdade, saca?"
A resposta dele veio no ato, sem nem hesitar: "Porra, Mylena, claro que pode! Eu me amarro de verdade em tu, tu é minha amiga mesmo!"
Respirei fundo, porque agora vinha a parte mais difícil. Comecei a digitar a real, mas logo apaguei. Não dava pra mandar algo como: "Posso ser a sua amizade colorida." Não, né, Mylena? Calma, chega de outra forma... Foi o que pensei enquanto reestruturava minha abordagem.
Escrevi então: "O que você observa numa mulher que te dá tesão? Tipo, você me olha e sente alguma atração ou vontade de fazer alguma coisa específica?"
A mensagem foi, e a tela logo exibiu aquele bendito "Digitando...". Ele tava pensando, isso era claro, mas não mandava nada. Ficava só no vai-e-volta. Eu já tava quase rindo de nervoso quando resolvi dar uma empurradinha pra ele se soltar.
Mandei: "Gui, tô falando em relação a qualquer coisa, inclusive sexo." Agora era esperar pra ver se ele ia criar coragem pra me responder de verdade. Meu coração já tava acelerado, e confesso: o nervosismo era tanto quanto a empolgação.
Então ele finalmente respondeu, com a sinceridade desconcertante que só ele tinha: "Mylena, sendo bem sincero, acho você toda perfeita. Você é o tipo de mulher que dá vontade de lamber até o sovaco. rs"
PQP, só você mesmo, Gui, pensei enquanto lia, quase rindo sozinha. Mas ele não parou por aí.
Logo em seguida, ele mandou: "Mas sim, eu te vejo como uma mulher super atraente e, dentre muitas coisas, tenho uma tara específica nesse sentido com você."
Hum... fiquei curiosa. Continuei olhando a tela, sem responder, só esperando ele terminar de escrever. Era óbvio que ele estava hesitando, e eu não queria atrapalhar. Quando ele começou a demorar, mandei logo: "Fique tranquilo e fale abertamente comigo, sem medo de me magoar."
E aí veio a revelação: "Sou absurdamente doido nos seus pés."
Minha mente deu um giro. Puta que pariu, meus pés novamente. O que esses homens vêem nos meus pés, meu Deus? Pensei, tentando segurar o riso.
Então escrevi pra ele, curiosa de verdade: "Mas você vê nos meus pés uma ligação sexual ou apenas acha bonito?"
Ele respondeu que sim, sem hesitar, e ainda confessou: "Já toquei punheta pensando neles diversas vezes."
Uau. Aquilo me pegou de surpresa, mas, ao mesmo tempo, mexeu comigo. Continuei a conversa: "O que você imaginava quando se masturba pensando neles, Gui? Fique tranquilo, pode falar, tá?"
E ele, sempre direto, respondeu: "Ah, penso várias coisas, mas principalmente fazendo Footjob."
Parei por um segundo, olhando a tela, sem saber exatamente o que era aquilo. Mas, como o PC tava na minha frente, joguei no Google na mesma hora. Quando as imagens começaram a aparecer, eu fiquei admirada. Nunca tinha pensado nisso daquele jeito, mas agora que estava vendo, era... intrigante. Apesar de já ter recebido muitos elogios pelos meus pés, nunca tinha explorado aquilo de forma tão específica. Não daquela forma. E, de repente, o assunto começou a ganhar outro significado pra mim.
***
Eu já estava mergulhada na mistura de pensamentos e sensações quando, sem nem perceber, coloquei um dedo na minha boceta e percebi o quanto estava meladinha. O vinho, o clima e a conversa já tinham tomado conta de mim. Tomei coragem e mandei:
"Gui, se eu deixar você fazer isso, você guarda segredo?"
Ele respondeu praticamente na velocidade da luz: "Mas é óbvio que sim!!!"
Eu ri, mas fui direta: "Quer vir aqui agora?"
Ele demorou alguns segundos, mas respondeu, meio incrédulo: "Tá falando sério ou tá me zoando?"
Respondi na mesma hora: "É sério sim, Gui. Tu é um cara muito gente boa, e confesso que fiquei com curiosidade vendo as fotos de footjob aqui agora."
Ele respondeu: "PQP, eu também tô vendo fotos de footjob aqui."
A gente caiu na risada, ambos digitando "KKKKKKKKK" ao mesmo tempo. Mas aí eu fui mais direta:
"Gui, sobe aqui então, só tocar a campainha."
A resposta veio seca e rápida: "Tá bom."
Foi aí que me deu aquele frio na barriga. Meu Deus, ele tá vindo, e eu realmente disse que faria um footjob nele. Comecei a rir sozinha, andando pelo apartamento com a taça de vinho na mão. Caraca, Mylena, você é doidinha! O riso era quase um alívio pra lidar com a mistura de ansiedade e excitação.
Então, a realidade bateu: Cara, tu vai ter que ver o pau dele pra fazer isso. Eu ri mais ainda, tentando organizar os pensamentos. Era tudo tão insano e tão fora da curva que, de alguma forma, fazia sentido.
Foi aí que me toquei: Eita, tô descalça o dia todo!. Levantei o pé pra olhar a sola. Não tava completamente preta, mas tinha aquela sujeirinha básica de andar pelo apartamento. Pensei: Vou correr no banheiro pra lavar só os pés. Mas antes que pudesse dar um passo, a campainha tocou.
Congelei por um segundo, mas logo fui até a porta. O coração batendo rápido, os pensamentos a mil. Abri a porta para receber o Guilherme. E foi ali que a história começou de verdade.
Abri a porta já soltando: "Caraca, Gui, que doideira, mas vai ser legal fazer isso com você."
Ele entrou meio encabulado, dava pra ver que estava nervoso, mas ao mesmo tempo empolgado. Já era noite, e eu tinha deixado só o abajur da sala ligado, aquele ao lado do sofá, com uma luz amarelada e suave que criava um clima quase aconchegante. Eu, tentando soar o mais natural possível naquela aventura completamente fora da curva, falei:
"Gui, vou precisar lavar meus pés, tô descalça o dia todo..." E, enquanto dizia isso, levantei um pé, esticando a perna e mostrando a sola pra ele.
Na mesma hora ele respondeu, quase apressado: "Não, está lindo, está ótimo. Se lavar vai perder um pouco da graça."
Não entendi muito bem, mas, né... a tara era dele, então pensei: Ok, deixa ele curtir do jeito dele. Dei um sorrisinho e falei que tudo bem.
Ficamos ali, naquele momento meio sem jeito, com o famoso "E aí, como começa?" pairando no ar. Então tomei a iniciativa de perguntar:
*"Gui, você que conhece mais essa coisa de foojob, como devemos fazer?"
Ele se sentou no sofá e apontou pro outro lado, dizendo: "Você pode deitar ali de costas pra mim e colocar os seus pés no meu colo."
Confesso que me senti um pouco aliviada. Ficar de costas pra ele me deu tempo pra me acostumar à ideia sem a pressão de olhar diretamente pra ele. Ajeitei o vinho na mesinha de centro, me sentei devagar no sofá, e fui me acomodando no lugar indicado, pensando: Bom, agora é só deixar rolar...
***
Fiquei ali, deitada de costas, com os pés sobre o colo do Gui. Não vi ele colocando o pau pra fora, mas dava pra perceber os movimentos dele tirando as calças. Foi quando senti que meus pés estavam diretamente sobre as suas coxas, já sem as calças. Ele segurava meus pés com as mãos e começou a acariciá-los devagar.
Hum, aquilo era gostoso. Uma massagem leve, relaxante, e eu já estava começando a me sentir mais à vontade. Era curioso como algo tão simples podia ser tão bom. Mas, de repente, senti algo diferente: o calor do pau dele. Ele havia colocado entre os meus dois pés, e, segurando-os com as mãos, começou a fazer movimentos para cima e para baixo, esfregando em seu pau.
Uau. Que sensação diferente. Era algo que eu nunca tinha experimentado antes, e confesso, foi intrigante e, de certa forma, até excitante. O contraste do calor dele com a suavidade dos meus pés criava uma sensação nova, algo que eu não esperava. E, enquanto ele continuava, eu me deixava levar, apenas sentindo aquele momento inusitado que, de alguma forma, parecia fazer todo o sentido.
***
Enquanto ele continuava segurando meus pés e movendo-os suavemente, perguntei, com um tom descontraído: "Tá bom aí, Gui?"
Ofegante, ele respondeu: "É a coisa mais perfeita do planeta!"
Ficamos assim por uns cinco minutos, até que ele pediu, com uma voz quase tímida: "Você podia virar de frente um pouquinho."
Fui me virando devagar, e foi aí que eu vi pela primeira vez. Ele tinha uma piroca bem bonita e maior que a média, coisa que eu jamais poderia imaginar. Não era enorme, mas era perfeita. Soltei um espontâneo: "Uau, Gui. Parabéns." Ele riu, dessa vez com uma confiança que eu ainda não tinha visto nele.
Apoiei meus pés de novo, um de cada lado, e perguntei, curiosa: "Como quer que eu faça agora?"
Ele respondeu com aquele jeito direto, mas ainda gentil: "Continua com aquele movimento pra cima e pra baixo."
Comecei meio sem jeito, ajustando meus pés, mas parecia que estava funcionando muito bem pra ele. Dava pra perceber no rosto dele que ele estava curtindo de verdade. No entanto, confesso que minha perna começou a cansar naquela posição. Então me virei de lado no sofá, ajustando os pés com mais conforto. Mantive o pau dele entre uma sola e o peito do outro pé, continuando o movimento de forma mais tranquila.
Aquela nova posição parecia perfeita, tanto pra ele quanto pra mim. Era curioso como, mesmo tão inusitado, o momento tinha uma harmonia que fluía de forma natural. E eu, cada vez mais, me deixava levar por essa experiência tão fora do comum, mas estranhamente prazerosa.
Ele então comentou: “Mylena, está muito bom, mas só poderia estar mais escorregadio para ficar perfeito.”
Brinquei: “Hum, quer que eu veja se tem algum creme? Não sei se tenho aqui.” Levantei e fui até a cozinha, pensando no que poderia ajudar. De lá, olhei para o sofá e vi o Gui relaxando, um pouco ansioso, mas claramente curtindo o momento, com o pau na mão se masturbando lentamente.
Abrindo o armário, lembrei de algo e falei: “Gui, tem óleo de coco. Serve?”
Ele respondeu animado: “Perfeito!”
Voltei para a sala com o pote e uma colher, tentando não rir da cena inusitada. Me posicionei de novo, confortável no sofá, e passei o pote aberto para ele com a colher. Ele colocou uma quantidade considerável e voltou aos movimentos com cuidado, criando uma experiência diferente e, para ambos, curiosamente divertida.
Nossa, agora pra mim também estava ficando muito bom. Que sensação diferente e incrível.
Os movimentos criavam um som ritmado e curioso, algo que, de certa forma, deixava o momento ainda mais intenso. Não demorou muito para perceber que a respiração do Gui estava ficando mais ofegante. Ele me olhou, com um brilho nos olhos, e perguntou: “Posso gozar neles?”
Com um sorriso, respondi: “Claro, Gui.”
Ele se levantou rapidamente, ajustando sua posição. Me virou de costas novamente, com as pernas dobradas para o alto e se posicionou atrás de mim, quase em pé. Um pé no chão e o outro apoiado no sofá, ele segurou meus dois pés juntos e colocou o pau entre eles. Estava muito escorregadio e praticamente ele fodia com os meus pés. Eu sentia ele metendo e meus dedos encostavam em seu saco. Estava tudo melecado de óleo de coco e estava bem gostoso.
Estava tão gostoso que levei a minha mão direita por baixo do meu corpo até a minha boceta. Eu ali deitada, com a mão dentro do short me masturbando enquanto o Gui metia o pau nos meus pés. Que doideira.
Não demorou nem 1 minuto e veio: Um, dois, tres, quatro, cinco jatos de leite bem grosso em cima de mim. Uaaaaau. E na posição que eu estava, aquele banho de leite foi nas minhas costas, pescoço, bunda, coxa… Gui gemia gostoso e relativamente alto.
Olhei pra trás e o vi ainda em pé atrás de mim. Ele esfregava a cabeça do pau na sola dos meus pés. Meus pés brilhavam com o óleo de coco e o leitinho dele. Que mistura gostosa e que situação. Ele sentou no sofá como se estivesse completamente relaxado. Ele apenas falou: Eu nunca gozei assim na minha vida.
Eu continuei me masturbando e só nesse momento o Gui percebeu que eu estava me tocando e ficou quietinho apenas observando. Seu leite escorria pelas minhas costas nas duas laterais. Eu sentia a porra escorrendo e aquilo me dava arrepios e então gozei!!! Ahhhh, gozei gostoso pra caralho, puta que pariu! Eu me tremia toda no sofa.
Assim que terminei de gozar, tirei a mão de dentro do short, olhei pra cara do Gui e falei: Que delícia, Gui. Vou querer fazer isso mais vezes.
Ele então apenas disse: Pode contar sempre comigo!
Eu me levantei e fui andando meio que apoiando nas coisas até chegar no banheiro. Meus pés escorregavam bastante no chão com aquela mistura de óleo e leitinho do Gui.
No banheiro eu me olhei no espelho e vi o quão estava gozada nas costas e na bunda.
Me limpei rapidamente, tirando apenas o grosso e voltei pra sala.
Ele já estava recomposto no sofá.
Encontrei o Gui ainda ali, com aquele sorriso tímido, mas satisfeito. Olhei pra ele e disse, com sinceridade:
"Bom, por hoje é só, mas adorei a nossa experiência. Quero muito fazer mais vezes, mas, ó, preciso que você não quebre a minha confiança. Isso tem que ficar entre nós, ok?"
Ele me respondeu com firmeza, sem hesitar: "Claro que sim, Mylena. Pode ficar tranquila."
Dei um sorriso e o acompanhei até a porta. Nos despedimos como sempre, com aquela leveza de amigos que entendem e respeitam um ao outro. Fechei a porta e fiquei ali por um momento, pensando no quão inesperada e interessante tinha sido aquela noite. Algumas experiências realmente fogem do comum, mas deixam um impacto que é difícil ignorar.