A gente era guri e eu tava brincando de esconder e fui me esconder com o Seginho atras da casa da Dona Palmira, escuro e de repente ele meteu a maão no meu short e segurou meu pau
e ficou apertando.
Na proxima vez fomos pro mesmo lugar. Ele voltou a pegar no meu pau e mandou botar pra fora, obedeci. Ele perguntou: Jura que não conta pra ninguem?
Jurei. Ele se abaixou e deu uma chupada, assim, bem molhada, depois se virou arriando do short e conduziu com a mão meu pau pro buraquinho dele.
Senti encostor e empurrei pra frente e meu pau deslizou macio e apertadinho naquele burquinho quentinho.
Entrou tudinho ele ficou pulsando o anelzinho tentando esmagar meu pau. Alguem gritou que acho e saimo correndo.
Mais uma vez e fomos pro mesmo lugar. Dessa vez ele me agarrou por tras e ficou roçado o pau na minha bunda. Sussurou no meu ouvido: Arreia as calças.
Não, respondi. Apesar de estar cheio de tesão eu não ia da o cu. Jamais. Mas se ele me comesse eu não iria reagir. Dar eu não dou mas se comer eu não reajo.
O coração pulsava e ele roçando, ai ele mesmo abaixou meu short, o coração disparou. Ele coemeçou a roçar o pinto em mim, mas sõ roçava eu impaciente quase
pedindo pra ele me comer , mas eu não ia dar. Isso não, se comer comeu mas dar eu não dou.
Então ele apontou o pinto pro meu furinnho e parou. Não aguentei mais, foda-se vou dar o cu fo da -se.
Abri as popas com as duas mãos e forçei o cu contra o pintinho dele. Senti a perfuração, foi entrando, devagar, meio doido meio queimando enquanto entrava.
Ele me agarrou pela cintura e puxou de encontro a ele e entrou mais, empinei pra facilitar.
Entrou tudo fiquei sentindo o pau dentro aproveitando, entendendo a sensação quando ele começou a tirar devagar.
Senti o pinto abandonando meu corpo e gritei baixinho:
Não, não tira, bota de volta. Ele retrucou, calma, fica quieto. Empina mais.
Obedeci e empinei. Ele regreresso devagar pra dento de mim ocupando de novo o vazio deixado e, repetiu isso bem de devargar algumas vezes eu sentindo arder a arruelinha
friccionada do pau deslizando pra dentro e pra fora.
De repente ele me agarrou com violencia abrupta. Parou uns segundos e começou a pulsar, eu sentia coração dele batendo dentro de mim, mais precisamente no meu cuzinho ardendo.
Alguma coisa quente me invadiu, parecia um jato, fez um barulho de jato mesmo, era quente e e senti que me alagou.
Ele pegou minha mão e levou pro meu pau,segurou por cima da minha mão no meu pau e punhetou com a minha mão e falou: toca, toca punheta.
Toquei, logo percebei que delicia era aquilo e toquei mais rapido queando um jato esguichou no muro na minha frente. Entendi então o que acontecera dentro de mim.
Foi a melhor gozada da minha vida. Nunca mais esqueci.